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Homem é preso acusado de estuprar menina de 6 anos depois de lhe oferecer bala

Postado em 7/5/2014 em 09:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

Policiais da Delegacia da Criança e ao Adolescente Vítima (DCAV) prenderam, na tarde desta terça-feira, um homem acusado de estuprar uma menina de 6 anos, depois de lhe oferecer bala, em Santa Teresa, no final de 2011. João Gonçalves de Melo, de 59 anos, teria levado a vítima para sua casa, dizendo que uma amiga estaria no local.

De acordo com o delegado Marcello Maia, João fechou a porta e a estuprou. Depois, a menina conseguiu fugir. Ele foi preso em uma serralheria na Rua do Rezende, no Centro, e não ofereceu resistência. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela 17ª Vara Criminal. O crime de estupro de vulnerável tem pena de 8 a 15 anos de prisão.
 


Idoso é preso suspeito de estuprar adolescente de 13 anos no Morro do Borel

Postado em 7/5/2014 em 09:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

Policiais da 19ª DP (Tijuca) prenderam, na manhã desta quarta-feira, Orlando de Abrantes Gouveia, de 72 anos. Ele é suspeito de ter estuprado, no ano passado, uma adolescente de 13 anos, moradora do Morro do Borel, na Tijuca, Zona Norte do Rio. Contra Orlando havia um mandado de prisão expedido pela Justiça.

Segundo informações dos policiais, o suspeito é dono de um estabelecimento comercial no Morro do Borel e atraía menores oferecendo balas. Os agentes investigam se houve outras vítimas do idoso na comunidade.
 


Dono do maior membro masculino do mundo vai doar sua genitália a museu

Postado em 6/5/2014 em 06:56 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Jonah Falcon, de 45 anos, que vive em Nova York, disse que doará membro para museu após sua morte.

O americano Jonah Falcon, de 45 anos, é considerado o dono do maior membro masculino do mundo, mas agora ele vai imortalizar seu órgão genital.

O homem de Nova York resolveu doar seu membro, de 23 centímetros em estado relaxado e 34 em estado rígido, após sua morte, o dando ao Museu do Falo, situado na Islândia.

Falcon disse ter ficado lisonjeado com o convite feito pelo curador do museu, que existe desde 1997. Jonah, que sonha se tornar ator profissional, ficou famoso ao ser parado em um aeroporto dos Estados Unidos depois que os agentes de segurança suspeitaram que ele estivesse levando uma arma na calça, o que na verdade era seu atributo.
 


Adolescente é acusado de distribuir biscoito recheado de sêmen para valentões na escola

Postado em 6/5/2014 em 06:37 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Jovem afirmou que gosto ruim era devido aos quitutes serem feitos com "fluidos corporais".

Um adolescente está sendo investigado após distribuir biscoitos a valentões na escola. O bizarro de tudo é que os quitutes supostamente estavam recheados de sêmen.

O aluno do Centennial High School, em Bakersfield, na Califórnia, EUA, entregou os alimentos adulterados aos colegas que estavam gerando aborrecimentos a ele na terça-feira (29). Ao ser perguntado por um dos estudantes sobre o gosto ruim, ele afirmou que eram feitos com fluidos corporais.

A polícia investigou o incidente e afirmou que na verdade o jovem usou maionese e molhos para enganar os colegas. Um dos jovens que comeu o biscoito acabou tendo problemas digestivos no dia seguinte.

Os estudantes foram notificados por funcionários da escola sobre uma nova política de proibição de alimentos externos nas dependências da instituição. Os biscoitos foram destruídos, e não houveram detenções.
 


Ofertas para americana que está leiloando a própria virgindade chegam a quase R$ 2 milhões

Postado em 6/5/2014 em 06:14 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Elizabeth Raine, de 27 anos, oferece um encontro sensual de 12 horas ao vencedor do leilão

 As ofertas para uma americana que está leiloando a própria virgindade chegaram aos 800 mil dólares, ou  R$ 1, 7 milhão. Ela, que se descreve como uma estudante de medicina de 27 anos, loira e esbelta, utiliza o pseudônimo de Elizabeth Raine.

Segundo o site americano Daily News, a mulher revelou recentemente seu rosto em seu site oficial, mas o nome verdadeiro continua sendo um mistério. Anteriormente, aqueles que desejassem fazer ofertas e arrematar a virgindade da moça só tinham acesso a fotos de seu corpo, nas quais o rosto estava coberto.

 As ofertas terminam nesta quarta-feira (7), às 20h de Nova York. Dessa forma, é possível que o valor final seja ainda mais alto.

A mulher possui cabelos loiros e olhos azuis, 1,78 m de altura e 59 kg, e pede para ser chamada de Liz. Ela oferece ao pretendente desconhecido um encontro sensual de 12 horas.

Com o prazo para as ofertas se esgotando, ela adicionou em seu site pessoal, além de novas fotos, alguns detalhes sobre si mesma. Ela apresenta aos interessados suas notas em biologia e engenharia, seus planos para adquirir diplomas de M.D. e Ph.D., e dados de sua vida, como o fato de ter crescido na Arábia Saudita e ter perdido a mãe aos dez anos, morta em um acidente de avião.

Em seu blog, ela escreveu: “Não, eu não sou socialmente estranha ou sem sentimentos, eu não sou gay (ainda que às vezes eu pense que isso é uma pena), e eu não quero me casar. Eu sou apenas exclusivamente eu!”.

Ela diz em seu site que quer proteger sua identidade verdadeira, que será revelada apenas ao vencedor do leilão, para que isso não afete sua vida profissional. Além disso, a moça afirma que pode provar sua virgindade por um exame físico imparcial e/ou por um teste de polígrafo (também conhecido por “detector de mentiras”).

Além disso, explica que seu ato parece correto para ela e pede que não seja julgada por céticos. E uma das razões que a levaram a leiloar a própria virgindade é o benefício financeiro.

Liz Raine diz que nunca julgou ninguém por suas atividades sexuais, exceto pedófilos e estupradores, e que entende as visões de que a prostituição é moralmente errada e deveria ser ilegal. Porém, tais pessoas não deveriam impor isso a ela.

Para a moça, a perda da virgindade é uma experiência física banal e que, idealmente, a virgindade não deveria ser orçada, embora uma mulher possa ter o direito de colocar o valor que quiser em sua virgindade. Por outro lado, meninas jovens não deveriam leiloar sua virgindade.

“Acredito que meninas jovens não têm que se meter em assuntos de vender a própria virgindade. Há alguns anos, eu mesma não estaria preparada para esta experiência. Creio que minha idade mais madura, minha educação superior e minha independência financeira são pontos cruciais para que o leilão de minha virgindade seja ok, fora o fato de que a minha virgindade é muito rara. Então, meninas, por favor: esperem uma década para tomar a decisão, ou não façam isto.”

Os detalhes do leilão são conhecidos: 35% do valor da oferta será doado a instituições de caridade que educam mulheres em países em desenvolvimento. Além disso, Liz Raine pode vetar ofertas e não necessariamente irá premiar a maior com sua virgindade se estiver preocupada com a própria segurança.


Zelador suspeito de assassinar mulher em prédio de Niterói é preso

Postado em 6/5/2014 em 06:13 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Andreia Lima da Silva, de 40 anos, estava desaparecida desde domingo

O zelador do prédio em que a moradora Andreia Lima da Silva, de 40 anos, foi encontrada morta, no bairro de Barreto, em Niterói, foi preso nesta terça-feira. Ele é suspeito de matar a mulher e ter cometido violência sexual e agressão física contra a vítima, já que foram achados indícios deste tipo de delito no corpo de Andreia. De acordo com o delegado Welington Vieira, da Divisão de Homicídios (DH) de Niterói, a mulher estava desaparecida desde a madrugada de domingo. O suspeito Joelson José de Souza, de 39 anos, já possui cinco passagens pela polícia pelo crime de estupro.

O corpo de Adreia foi encontrado na manhã desta segunda-feira na sala de máquinas do Condomínio Spazio Niterói Garden, local que só é acessado por funcionários. De acordo com o necrópsia, a mulher morreu na madrugada de segunda. Marcas de espancamento, cortes no pulso e no pescoço, além de sinais de golpes na coluna foram encontradas no corpo da vítima. Andreia tinha dois filhos e havia chegado em casa por volta das 2h de domingo. Segundo parentes, ela havia saído com o namorado.

Por conta dos cortes dos pulsos, os policiais trabalhavam com a hipótese de suicídio, mas as marcas de golpes fizeram os agentes descartar essa linha de investigação. Cerca de 22 pessoas, entre vizinhos, amigos, familiares e outros funcionários do edifício prestaram depoimento na delegacia.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito inicialmente negou o crime, mas depois disse que só falaria perante à Justiça. Agentes fazem busca, nesta terça-feira, por todo o edifício para tentar encontrar a arma que foi usada no crime. Eles consideram que o criminoso conhecia bem todos os cantos do prédio.

Corpo de dona de casa será enterrado nesta tarde

O corpo da dona de casa será sepultada por volta das 16h desta quarta-feira no Cemitério Parque da Paz, no bairro Pacheco, em São Gonçalo. O corpo foi encontrado por um dos filhos, que saiu à procura da mãe nesde domingo.  A polícia acredita que o zelador vinha assediando Andréia, que era divorciada, através de bilhetes anônimos.


EUA investigam 55 universidades por omissão em denúncias de abuso sexual

Postado em 2/5/2014 em 09:11 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Uma em cada cinco estudantes do país sofrem ataques durante sua passagem pela universidade

 O governo dos Estados Unidos publicou na quinta-feira (1º) uma lista de 55 universidades que estão sendo investigadas pela gestão das denúncias sobre abuso sexual no campus, entre elas algumas das mais prestigiadas do país como Harvard, Princeton e Dartmouth.

A lista divulgada pelo Departamento de Educação faz parte do esforço da administração de Barack Obama de promover um papel mais ativo dos centros americanos em prevenir e responder aos casos de estupro e assédio, que afetam uma em cada cinco estudantes do país durante sua passagem pela universidade.

"É necessário haver transparência", disse o secretário de Educação, Arne Duncan, em entrevista coletiva na Casa Branca.

"Provavelmente ninguém gosta de ver seu nome nessa lista. Mas vamos investigar, vamos tomar ciência dos fatos. E se tiverem feito tudo bem, seremos muito claros e diremos que fizeram tudo perfeitamente", acrescentou, ao ressaltar que não há "nenhuma presunção de culpabilidade".

 As universidades estão sendo investigadas por possíveis violações ao Título IX, uma regulação que proíbe a discriminação de gênero nos centros educativos que recebem recursos federais e à qual recorreram muitas vítimas para denunciar a falta de ação das instituições.

Entre as universidades sob a lupa estão centros privados prestigiados como Emory University, a Universidade da Califórnia do Sul e as universidades Amherst e Swarthmore; além de centros públicos como Berkeley, a Universidade da Califórnia, a estadual do Arizona e a estadual de Ohio.

 Cerca de metade dos estados do país têm universidades invetsigadas e há seis em Massachusetts, cinco na Pensilvânia, quatro em Nova York, na Califórnia e no Colorado.

Em comunicado, a Universidade de Harvard disse que contratou uma equipe para se concentrar especificamente em assuntos relacionados com o Título IX, com o que esperam "melhorar significativamente a maneira como o centro responde aos incidentes de má conduta sexual entre estudantes, professores e pessoal".

Obama ordenou em janeiro a criação de um grupo de trabalho para combater o abuso sexual e esse coletivo apresentou na terça-feira um relatório com as primeiras recomendações, entre elas a de que as universidades façam pesquisas em seus campi sobre o problema.

"As universidades não podem continuar fechando os olhos ou fingir que os estupros ou os abusos sexuais não existem", sentenciou o vice-presidente, Joe Biden, ao apresentar o relatório.


Funcionário tarado é acusado de espiar chuveiro de mulheres dentro de prisão

Postado em 2/5/2014 em 09:10 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ele aproveitou que já mexia com as câmeras e foi dar uma olhadinha na mulherada

 Um ex-funcionário da Cadeia South County, do condado de Polk (EUA), foi acusado de usar o sistema de monitoramento da instalação para assistir as mulheres enquanto elas tomavam banho.

Joseph Berry, 60 anos, trabalhava como supervisor de manutenção na prisão quando foi preso.

De acordo com autoridades locais, Berry usava o sistema de câmeras para dar um "leve zoom" na área feminina da instituição, tanto nos banheiros quanto nos dormintórios, nas horas mais íntimas das mulheres.

Ele foi acusado por tirar proveito da situação e também de roubo, já que surrupiou alguns filtros de ar condicionado e um computador da prisão.

 


Noivo estupra menina de 14 anos enquanto esposa dormia durante sua noite de núpcias

Postado em 2/5/2014 em 09:09 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um noivo estuprou uma adolescente em sua noite de núpcias, enquanto sua esposa grávida dormia no quarto ao lado. William Jordan realizou o ataque em Hammersmith, no oeste de Londres, e acabou condenado a 18 anos de prisão.

Os noivos recém-casados tinham passado a noite celebrando na casa de um conhecido com outros amigos e familiares antes irem dormir. Ele saiu da cama durante a noite, e acabou estuprando uma menina de 14 anos de idade.

A vítima ficou apavorada demais e não disse a ninguém o que tinha acontecido. Jordan, que agora tem 59, foi finalmente levado à Justiça, 41 anos após o ataque, que ocorreu em 20 de abril de 1973. Em 1977, Jordan começou a abusar de outra garota quando ela foi tomar conta de seus dois filhos. Os ataques ocorriam uma vez por mês.

Ele abusava da menina de 11 anos de idade quando a esposa não estava em casa. Jordan, de Hammersmith, negou as acusações, mas mesmo assim foi condenado por um júri, sob três acusações de estupro.


Professora é acusada de ter relação com aluno de 13 anos de idade

Postado em 2/5/2014 em 09:08 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Stephanie Seabury, de 22 anos, que nasceu em Long Island, levou o aluno até sua casa por pelo menos uma vez.

Uma professora de 22 anos de idade teve relações repetidas com um aluno de 13 anos de idade, quando os dois frequentavam a mesma escola. Stephanie Seabury, que nasceu em Long Island, levou o aluno até sua casa depois da aula, em pelo menos uma ocasião, de acordo com a polícia de Dover.

Ela e o jovem foram vistos por meio do vídeo de vigilância em fevereiro, caminhando até o carro da acusada.  A professora e o aluno também trocavam mensagens picantes pelo celular.

Seabury, que foi acusada de abuso íntimo, foi suspensa pelo distrito escolar. De acordo com o seu perfil no LinkedIn, Seabury participou da Hauppauge High School em Long Island, e se formou na Universidade de Delaware no ano passado, antes de assumir o cargo no ensino médio.

O aluno da oitava série estava tendo aula de inglês com Seabury.
 


Jovens agridem, tiram roupa de garota e postam vídeo em rede social

Postado em 2/5/2014 em 08:48 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Garota levou socos e chutes de outras três enquanto garoto filmava.
Delegacia de polícia informou que não foi registrado boletim de ocorrência.

Uma jovem foi agredida por outras três enquanto era filmada por um garoto em São José, na Grande Florianópolis. Além de levar socos e chutes, a vítima teve a roupa tirada. O vídeo publicado em redes sociais foi divulgado no Jornal do Almoço desta quinta-feira (1º).

 Nas imagens, é possível ver o começo da agressão, no amanhecer do dia. A vítima foi encurralada pelas outras jovens. Durante um minuto e meio, ela aparece sendo espancada, além de ter roupa arrancada pela agressoras. Já nua, consegue fugir, correndo.

Durante a confusão, uma das moças se abaixou e pegou uma pedra. Ela atingiu a cabeça da menina várias vezes e, depois, confirmou o que fez para a câmera. "Olha ali, rachei a cabeça dela com a pedra", diz a agressora.

O motivo da violência seria um rapaz. A menina que aparece apanhando nas imagens teria se envolvido com o namorado de uma das agressoras. A confusão ocorreu em um dos locais mais movimentados do bairro de São José, mas moradores dizem que não conhecem as envolvidas.

A Delegacia de Polícia informou que os agentes estão cientes da briga e do vídeo na internet, mas não foi registrado nenhum boletim de ocorrência. Por isso, não foi iniciada nenhuma investigação.

 


Rapaz é preso por tentar ter relação íntima com cavalo

Postado em 30/4/2014 em 10:48 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Homem colocou anúncio em site e foi denunciado por usuário.

Um morador de Phoenix, nos EUA, foi preso por usar o site Craigslist para tentar encontrar um cavalo a fim de ter relacionamentos íntimos com o animal.

Donald Waelde, de 22 anos, tentava satisfazer suas necessidades bizarras. “Tenho 22 anos e quero brincar com um cavalo, simplesmente isso. Se você tiver um, entre em contato comigo”, pulicou. “Vou fazer algo em troca”, concluiu.

O anúncio foi publicado no início deste mês. A polícia conseguiu rastrear Waelde após outro usuário denunciá-lo.

Os oficiais disseram que o suspeito confirmou que queria ter o ato sexual com o animal. É a quarta prisão por bestialidade relacionada a postagem no Craigslist desde 2011. Todos os outros casos envolviam cães.
 


PMs da gangue da calcinha

Postado em 29/4/2014 em 08:44 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Gangue de seis policiais militares especializada em roubar e sequestrar motoristas que transportavam peças íntimas foi denunciada pelo Ministério Público à Justiça. O grupo, além de extorquir de 13 vítimas de R$ 940 a R$ 9 mil, ainda ameaçava levá-las para favelas para serem mortas. Viatura do BPVE era usada como cativeiro.

Gang da calcinha 2

A denúncia do MP junto à Auditoria de Justiça Militar foi feita com base em investigação da 7ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar. O trabalho do oficial permitiu que o grupo fosse denunciado pelos crimes de roubo, extorsão, extorsão mediante sequestro e concussão. Na casa de um dos PMs foram encontradas 117 peças íntimas.


Professora é acusada de fazer dança erótica para aluno em sala de aula

Postado em 29/4/2014 em 08:43 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Vídeo feito por colega de classe foi descoberto pela polícia

Uma professora de 42 anos foi acusada de comportamento inadequado após resolver presentar um aluno que fazia aniversário com uma performance totalmente inesperada para alguém na sua posição. Felicia Smith fez um número de "lap dance" (dança erótica na qual a dançarina se insinua sobre o colo do parceiro) durante quatro minutos dentro da sala de aula. Segundo o Metro News,  Felicia teria dito que os outros estudantes a teriam convencido a fazer a dança para o rapaz.

 O episódio ocorreu na escola de ensino fundamental Stovall, em Houston, Texas, nos Estados Unidos. Na ocasião, o estudante fazia 15 anos.

Um dos alunos presentes filmou toda a ação da professora e as imagens acabaram caindo nas mãos da polícia.

Ao ser interrogado pelos policiais, o adolescente contou que durante a dança a professora se movimentava tocando em seu corpo o tempo todo e que os movimentos eram recíprocos.

"Eu amo você, querido. Feliz aniversário", teria dito Felicia ao terminar a música com a cabeça no meio das pernas do estudante segundo o site My Fox Houston .

A "platéia" de alunos gritava e ria empolgada com a performance animada da professora com o colega.

A professora foi expulsa da escola e impedida de lecionar durante as investigações policiais. O caso ocorreu em fevereiro deste ano. Ela pagou cerca de R$ 67 mil de fiança na última quinta-feira.

 


Projeto no Iraque reduz a idade mínima de casamento para xiitas mulheres para 9 anos

Postado em 29/4/2014 em 08:41 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

Hoda, 11, é uma menina franzina e baixinha que gosta de enfeitar manuais escolares com adesivos cor de rosa. De tão tímida, sua voz mal se ouve quando fala com desconhecidos.

Mas, aos olhos do governo iraquiano, Hoda não somente já pode se casar como também deveria ser obrigada a saciar sexualmente o marido quando ele bem entendesse.

Aliados do premiê xiita Nuri al-Maliki querem implementar um novo código da família que vai na contramão da atual Lei do Status Pessoal, uma das mais favoráveis à mulher em países árabes.

A proposta se destina exclusivamente aos xiitas (60% da população), que passariam a ter possibilidade de recorrer a tribunais religiosos em vez dos civis. O pacote de mudanças é chamado de Lei Jaffari, em homenagem a Jaffar Al Sadiq, santo do islã xiita.

A tramitação, que já passou pelo Conselho de Ministros, está em pausa devido à eleição legislativa de amanhã. Mas o favoritismo dos candidatos islamitas gera temores de que a lei poderá ser aprovada pelo novo Parlamento.

"Somos um país islâmico, por isso devemos seguir a sharia [lei islâmica]. É melhor que a lei civil", diz Jamila Ali Kirani, 45, do partido xiita Dawa, o mesmo de Maliki. "Passamos muito tempo sob lei sunita, queremos uma lei para nós", diz, numa referência ao fato de o Iraque ter sido governado por sunitas por quase todo o século 20.

A Lei Jaffari visa diminuir a idade mínima de casamento para mulheres de 18 para 9 anos de idade. O artigo 79 determina que uma mulher só pode pedir divórcio se provar que o marido é impotente ou que seu pênis foi amputado.

Xiitas iraquianas, caso o texto seja aprovado, só poderão sair de casa com autorização do marido e deverão estar sempre disponíveis para relações sexuais. A lei incentiva a poligamia.

A iniciativa também visa banir casamentos entre muçulmanos e pessoas de outra religião –o que, para estudiosos, contraria o Alcorão.

"Esse projeto é doentio, e eu o considero crime contra a humanidade", irrita-se Hana Edward, secretária-geral da ONG Al Amal, que milita pela igualdade de gênero.

Edward acusa o governo de jogada eleitoral para atrair o voto conservador antes do pleito parlamentar. A ativista também diz que o tema desvia a atenção de problemas mais urgentes, como a explosão de violência e a pobreza.

O plano enfrenta resistência até nas fileiras governistas. "Fui a primeira a me erguer contra a Lei Jaffari e continuarei brigando para que ela não vire realidade", disse à Folha a ministra da Mulher Ibtihal Al Zaidi, xiita.

Apesar de a lei ter sido apresentada por seu ministro da Justiça, Hassan Al Shammari, o premiê Maliki evitou se posicionar. Mas o engenheiro sunita Moataz Samarraee, 30, pai de uma menina de quatro anos, diz estar certo de que a ideia tem a bênção do premiê. "Se ele for reeleito, mudo para o exterior."

RETROCESSO

Críticos dizem que o projeto reflete a deterioração geral da situação da mulher no Iraque desde que tropas americanas derrubaram o ditador Saddam Hussein, em 2003.

Sunita, Saddam manteve a Lei do Status Pessoal, predominantemente liberal e igualitária, adotada quatro décadas antes de sua chegada ao poder.

A lei não só bane casamentos infantis como restringe a poligamia e garante direitos penais e de herança iguais para homens e mulheres.

A invasão dos EUA, porém, teve efeitos devastadores para as iraquianas. Além de expostas à violência, tornaram-se vítimas silenciosas da degradação das condições sanitárias, sociais e econômicas.

A Constituição pós-Saddam, redigida em 2005 sob pressão dos ocupantes americanos, garante um quarto das vagas do Parlamento às mulheres. Mas a retirada dos EUA, há dois anos e meio, fortaleceu conservadores.

"De que adianta termos 25% de mulheres no Parlamento se elas só votam como mandam seus chefes de partido?", diz Nibras Al Mamory, diretora do Fórum das Mulheres Jornalistas Iraquianas.

Ela acusa os partidos de só se interessarem na questão feminina para atrair votos.

A ativista Edward afirma que o Iraque se tornou um país sectário e disfuncional: "Se a lei religiosa for aprovada, será o fim da esperança de termos um Estado civil".

 


Homem é preso acusado de abusar de vizinha de 12 anos

Postado em 29/4/2014 em 08:40 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Segundo a polícia, Genival Pereira era amigo da família e estuprava a menor havia um ano

 Um homem de 48 anos foi preso na última segunda-feira (28), em São Sebastião, no Distrito Federal, acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de apenas 12 anos. Segundo investigações da PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal), Genival Pereira da Costa morava na mesma fazenda da família da adolescente e, portanto, tinha acesso fácil à casa.

Os abusos aconteceriam há pelo menos um ano, duas vezes por semana, de acordo com a investigação. O homem responderá pelo crime de estupro de vulnerável.

Ainda segundo o delegado da 30ª Delegacia de Polícia, os professores da menina começaram a desconfiar da mudança de comportamento da jovem e denunciaram o caso ao Conselho Tutelar.  

— [Genival] deu alguns presentes [à adolescente] até ter certa confiança e, quando começou a cometer o crime, passou a ter atitude de ameaças com que fizesse com que ela tivesse medo dele, contou o delegado Érito Cunha.

Ainda de acordo com a polícia, a irmã da menina, de 13 anos, teria dito na delegacia que teria visto uma vez Genival Pereira tirando a calça quando estava no quarto da menina. O homem aproveitava quando os pais da adolescente não estavam em casa para praticar os abusos. Genival Pereira nega o crime.


Aluna denuncia estupro em festa da Unesp

Postado em 29/4/2014 em 08:38 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Segundo a garota, ela foi obrigada a beber em trote de veteranos aplicado em calouros 

 Uma aluna do primeiro ano da Faculdade de Nutrição da Unesp (Universidade Estadual Paulista), campus de Botucatu, denunciou ter sido estuprada por um veterano durante uma festa promovida por estudantes de medicina, no fim de semana, na cidade. De acordo com a estudante, ela teria aceitado uma carona oferecida pelos veteranos que, ao invés de levá-la para casa, a conduziram até a festa. No local, ela foi forçada a tomar várias doses de bebidas alcoólicas e a fazer sexo com um dos veteranos. O evento faria parte de um trote feito em calouros da universidade.

A garota procurou a Delegacia de Defesa da Mulher para registrar a denúncia de estupro. Em razão de ter sido embriagada, ela não conseguiu fornecer as características físicas do agressor. A vítima realizou exames no Instituto Médico Legal e a Polícia Civil aguarda achegada dos laudos para abrir inquérito. O caso não é o único de violência sexual envolvendo veteranos e calouros do campus de Botucatu. Um coletivo de estudantes criou um blog para discutir as práticas violentas que ocorrem durante o trote. O período de recepção aos alunos vai do início das aulas, em março, à segunda semana de maio.

No blog, são relatados casos de estudantes que abandonaram o curso depois de terem sido submetidos a trotes violentos, humilhantes, incluindo o estupro. As práticas ocorrem fora do campus, em festas organizadas nas repúblicas de veteranos. Os calouros que se negam a participar são excluídos da vida social na universidade. Segundo uma internauta, as alunas novatas são abordadas na saída do campus e obrigadas a aceitar caronas dos veteranos, que as levam para suas repúblicas.

"As moças estão sendo sequestradas (sim, isso é sequestro) e são levadas para repúblicas masculinas onde são humilhadas e até mesmo estupradas".

 Uma aluna relatou que os veteranos pegaram as calouras na saída da aula e as levaram para festas em que foram obrigadas a simular sexo, caso contrário teriam as cabeças enfiadas no vaso sanitário.

"As garotas que se recusam a ir nessas festas podem ser boicotadas pelos colegas e não serão mais convidadas para novos eventos".

Um aluno saiu em defesa do trote e alegou que só é "sequestrada" quem quer.

"Só bebe quem quer, só faz performance quem quer (as próprias garotas pedem para fazer e pedem para outras garotas fazerem, ninguém é obrigado a nada). E quanto à garota ter sido estuprada, não foi. Ela quis ter relações com o veterano da agronomia e se arrependeu depois".

O coletivo de estudantes vai pedir ao Ministério Público do Estado de São Paulo que investigue os casos.

A Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu informou, por meio da assessoria de imprensa, que os "supostos casos de estupro e de trotes violentos envolvendo alunos do campus de Botucatu da Unesp vêm sendo objetos de processos administrativos na modalidade sindicância para que sejam feitas as devidas apurações". Conforme a nota, tanto a comissão central de recepção dos calouros como as comissões das respectivas unidades do campus de Botucatu orientam os veteranos e os novos alunos sobre a proibição do trote.


Meninas achadas no Rio Tietê foram estupradas e mortas

Postado em 29/4/2014 em 08:38 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

A Polícia Civil de Andradina (SP) concluiu que as adolescentes Yara Barbosa, 14 anos, e Jhenifer Naiara da Silva, 13, foram estupradas, amarradas e jogadas de cima de uma ponte para morrerem afogadas no Rio Tietê, na noite de 12 de abril deste ano. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que as meninas foram estupradas e mortas por afogamento.

Segundo o delegado Tadeu Aparecido Coelho, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Andradina, o crime foi praticado pelo vendedor Edson Francisco de Souza, 38 anos, que confessou o crime em depoimento de quatro horas, após ser preso na cidade de Cianorte (PR), para onde tinha fugido e tentado se matar tomando veneno para ratos.

De acordo com o delegado, Souza deu carona para as meninas em Andradina, cidade onde moravam, e as levou até a ponte sobre Rio Tietê, em Pereira Barreto, a cerca de 50 quilômetros de distância, onde praticou os crimes em duas etapas. "Ele disse que, primeiro, saiu do carro com Yara para manter relações sexuais com ela e depois disso, amarrou as mãos da moça para trás com uma meia e a jogou de cima da ponte", disse o delegado. A moça teria resistido e gritado por socorro, mas não teve forças para escapar.

Após jogar Yara no rio, Souza atraiu Jhenifer, que ouvia músicas dentro carro, e a levou ao parapeito da ponte, dizendo que a amiga estava nadando. Foi quando, à força, despiu a garota, a estuprou, e a amarrou com os braços para trás, jogando-a, em seguida, no rio. Jhenifer, segundo o delegado, deu chutes e cabeçadas para tentar se defender.

O delegado disse que Souza tinha passagens por estelionato e não conhecia as duas adolescentes, mas conseguiu enganá-las com promessas de presentes, como joias e celulares. "Num primeiro momento, as meninas não aceitaram a carona, mas depois, na esquina adiante, elas acabaram entrando no carro. pois estava chovendo", explicou o delegado. Segundo ele, a polícia agora vai marcar reconstituição e concluir a apuração do caso, cujo prazo do inquérito termina em nove dias.

Linchamento.

A equipe da DIG contou com a ajuda da mulher do acusado, Thais Alves de Souza, que serviu como testemunha, e do dono do carro usado no crime, uma Eco Sport, que tinha vendido o veículo a Souza e o recuperou após ter recebido o pagamento com cheques sem fundos.

Na manhã desta segunda-feira, 28, enquanto o delgado Coelho atendia à imprensa, a entrada da delegacia estava tomada por uma multidão, que esperava a chegada de Souza para "fazer justiça". Por questões de segurança, a polícia não vai transferi-lo para Andradina, temendo que ele possa ser linchado.

No domingo, manifestantes saquearam e depredaram casa de Thais, que teve de sair da cidade. No sábado, a PM agiu para controlar que manifestantes, numa passeata, depredassem a loja do dono da Eco Sport, que na sexta-feira já tinha abandonado e escondido na delegacia para se proteger de vândalos que tentavam linchá-lo.


Dois policiais franceses indiciados por suposto estupro de turista

Postado em 29/4/2014 em 08:37 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Dois policiais franceses acusados de estuprar uma turista canadense na histórica sede da polícia de Paris foram indiciados na madrugada deste domingo, mas permanecerão em liberdade condicional - declarou à AFP o advogado de um deles.

O advogado explicou que seu cliente reconheceu ter reconheceu ter mantido relação sexual com a mulher, mas que o ato teria sido consentido. A fonte nega com "firmeza" qualquer tentativa de estupro.

Um terceiro policial, a princípio envolvido no suposto estupro, foi acusado de ter sido testemunha e também foi mantido em liberdade.

O caso tem provocado grande comoção na capital francesa desde a última quinta-feira, já que os fatos teriam ocorrido na sede da polícia judicial de Paris, o famoso endereço "36 Quai des Orfèvres".

Inicialmente, os policiais acusados negaram ter mantido relações sexuais com a turista de 34 anos, que chegou à França em meados de abril para passar férias. Mas o caso sofreu uma reviravolta quando um deles confessou ter mantido relação sexual consensual com a vítima - segundo informou à AFP uma fonte que acompanha de perto a situação.

Os três agentes pertencem à Brigada de Busca e Intervenção (BRI) da polícia francesa, um serviço especializado em operações complexas e prisões de alto risco.

Os acontecimentos teriam ocorrido na noite de terça para quarta-feira. A vítima afirma que conheceu os policiais num pub irlandês localizado no bairro de Saint-Michel, um dos mais turísticos de Paris.

Após tomarem alguns drinks, a mulher teria aceito o convite dos policiais para acompanhá-los até sede da BRI, a poucos metros do bar onde estavam.

Ao sair do prédio, visivelmente abalada, a moça afirmou a um guarda do local que tinha sido estuprada. A queixa foi registrada numa delegacia do centro da capital.

 


Garota de 15 anos fugiu de casa em Minas e foi levada à favela de Rio das Pedras

Postado em 29/4/2014 em 08:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Foi com a expectativa de ganhar dinheiro para se manter longe da família e ter mais liberdade que X., de 15 anos, saiu de casa, em Uberlândia (MG), em janeiro deste ano. Sem avisar aos pais, ela embarcou para o Rio com um casal e mais duas adolescentes. O casal, apresentado por um amigo, prometeu lugar para morar e um emprego. Levada à favela de Rio das Pedras, na Zona Oeste, X. foi informada, logo no primeiro dia na cidade, que teria de se prostituir na Praia de Copacabana.

- Eu viajei sem nada, dependendo mesmo do casal. Eles me enganaram direitinho, e eu os considerava pai e mãe. Foi um inferno. Falei que não ia fazer, que estava passando muito mal. Uma menina também reagiu e começou a apanhar. Não acreditei no que falavam até vê-la apanhando - conta X. - Mas, nesse mesmo dia, fiz o primeiro programa. Eu estava passando mal, com fome, sem tomar banho. E eu fiz todos os programas passando mal. Não melhorei enquanto estive no Rio.

A mãe de X. conta que ela e o marido, pai da adolescente, começaram as buscas no dia em que ela sumiu. Foram à polícia e ao conselho tutelar, e procuraram ONGs que lidam com pessoas desaparecidas.

- A gente tentava dar limites, mas ela reclamava, dizia que queria ser livre. Começou a usar drogas e foi mudando. Fugiu de casa em janeiro e ficou quase um mês desaparecida. A polícia nos disse que ela devia estar numa aventura amorosa, mas eu sabia que não era isso. Sabia que tinha ligação com prostituição. E temia muito que ela ficasse sumida até a Copa, e que depois fosse mandada para fora do país - diz a mãe. - Fizemos tudo que podíamos, minha irmã fez buscas na internet e viu muita coisa ruim. Só não colocamos dinheiro no caso porque a gente não tinha.

A mãe diz ter se frustrado com a polícia:

- Quando minha filha pôde fazer contato comigo, e eu ia trazê-la de volta para casa, fui até a Polícia Civil. Disse que ela estava em Rio das Pedras, passei todas as informações. Mas a polícia não foi fazer o cerco logo. Quando foi, os exploradores já tinham deixado a casa. Tudo isso foi muito duro, não fazia parte da nossa realidade. Minha filha foi muito machucada. Voltou com medo de morrer, porque falavam muito em magia negra e que ela morreria em três dias se fosse embora.

Relatora da CPI da Exploração Sexual Infantil, a deputada Liliam Sá (PR-RJ) criticou a antecipação das férias escolares em cidades da Copa.

- A situação é muito preocupante. Essa antecipação das férias escolares, por conta da Copa, deixa as crianças desprotegidas - diz Liliam, lembrando que encontrou estados onde faltavam recursos e equipamentos públicos, lugares sem planos de enfrentamento ou com planos defasados.


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