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Homem tenta molestar mulher em trem da Supervia e cai na linha férrea

Postado em 14/9/2014 em 02:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um homem ficou ferido ao tentar fugir de agentes da Supervia que o flagraram tentando molestar uma mulher, dentro de um trem na estação de Madureira, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quinta-feira. Durante a fuga, Maciel C. da Silva, de 38 anos, caiu na linha férrea, e feriu-se na perna direita. Bombeiros foram acionados e levaram o rapaz para o Hospital Salgado Filho, no Méier.

A vítima, que vinha de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi encaminhada para a 29ª DP (Madureira) onde registrou a queixa. O acusado, que é morador de Austin, também na Baixada, ainda está internado, sob custódia, e deverá ser ouvido por policiais no próprio hospital. Segundo um agente do Grupamento de Polícia Ferroviária, que acompanhou a ocorrência, o caso foi registrado como importunação ofensiva.
 

Apesar de a Supervia informar que a ação não afetou o tráfego de trens, passageiros reclamam de atrasos de cerca de 20 minutos nos ramais.
 


Presas tiram fotos sensuais dentro de cadeia e postam imagens em rede social

Postado em 14/9/2014 em 02:14 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Chefe de cadeia no PR diz que celulares são frequentemente jogados para dentro do presídio por cima dos muros da prisão

Duas presas com idade média de 30 anos foram descobertas divulgando imagens de fotos sensuais clicadas dentro de suas próprias celas na Cadeia Pública de Guarapuava, no interior do Paraná. A informação foi confirmada por Altemir Antônio do Nascimento, chefe do presídio voltado apenas para prisões provisórias, onde atualmente 294 pessoas, entre homens e mulheres, estão encarcerados.

As dezenas de imagens, nas quais as detentas posam de lingerie e até sem sutiã, foram descobertas por meio de uma investigação interna encerrada no último mês de abril. Ela foi iniciada após denúncias feitas em janeiro de que as imagens estavam sendo clicadas da cadeia.

"Tínhamos a desconfiança. Assim, passamos a monitorar as possíveis culpadas, criamos uma página no Facebook, as adicionamos e elas caíram na armadilha", recorda Nascimento. "Recuperamos o celular e aplicamos sanção de falta grave, o que as impediu de receberem alimentos e visitas ao longo de 30 dias, como diz a Lei de Execução Penal. Elas também foram marcadas por mau comportamento, o que deve prejudicá-las para na progressão do regime."

As duas mulheres foram presas por tráfico de drogas e dividiam a mesma cela, na qual mantinham o celular que compartilhavam. Segundo o chefe da cadeia, apesar da proibição de telefones móveis, a entrada desses aparelhos é frequente no local: somente de janeiro a julho, 77 celulares enviados para presos foram encontrados por funcionários antes de eles serem entregues a seus destinatários.

"A cadeia fica em um lugar central, então as pessoas de fora os arremessam para dentro do pátio, por cima do muro mesmo", conta ele, que vê graça no motivo pelo qualque levou as jovens a divulgaram imagens que as prejudicariam. "Elas declararam que foi uma atitude impensada. Achavam que não ia acarretar em nada e as postaram para se exibir."

 


Casal estupra menor de idade diversas vezes em tentativa de fazê-la engravidar para que ficasse com bebê

Postado em 13/9/2014 em 08:24 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um casal de Alabama, que queria um bebê, estuprou repetidamente uma menor, na esperança de ela engravidar e lhes dar a criança.

Jeremy Swann, de 29 anos, e sua esposa, Amanda Swann, de 28, ambos da comunidade Jones na zona rural do Condado de Dallas, foram acusados de estupro.

A mãe do homem também foi acusada de contribuir para a delinquência de um menor, por supostamente saber o que estava acontecendo e não intervir.

Registros do tribunal mostram que Amanda Swann tentou falar com a menina, mentalmente incapacitada, para ter relações íntimas com Jeremy Swann, para que ela pudesse engravidar e ter um filho para eles.

Jeremy Swann, de 29 anos, e sua esposa Amanda Swann, de 28, foram acusados de estuprar menina menor de idade em tentativa de engravidá-la para ficarem com bebê.

Mais tarde, ela viu quando o homem agrediu repetidamente a menina, de acordo com uma declaração de um investigador. A menina gritou durante os atos, que ocorreram ao longo do mês passado, e pelo menos uma vez o homem a amordaçou com uma bola para mantê-la quieta.

Amanda Swann fez nada “porque ela queria (que a vítima) tivesse um bebê para ela”, disse o documento no tribunal.

A mulher assistia à menina ir para o banheiro depois de cada ataque, de acordo com o documento. A menina, cuja idade não foi divulgada nos documentos judiciais, nunca engravidou.

A mãe de Jeremy Swann, de 57 anos de idade, Dianna Swann, vive com o casal e estava presente quando os ataques ocorreram, mas não tentou ajudar a menina.

 


Mulher é presa acusada de abusar do filho de 9 anos do companheiro

Postado em 12/9/2014 em 09:46 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Após uma semana de investigações, agentes da Coordenadoria de Informações e de Inteligência Policiais da Polícia Civil (CINPOL) localizaram e prenderam, nesta terça-feira, uma mulher, de 29 anos, no Parque União. Contra ela havia mandado de prisão expedido pela 16° Vara Criminal, por ter abusado sexualmente de um menor, em 2011. Ela é acusada de abusar do filho de seu companheiro, na época com 9 anos, enquanto o pai da criança estava no trabalho. O crime ocorreu na casa do pai da vítima, na Tijuca.
 


Menina de 9 anos mata instrutor de tiro ao usar submetralhadora Uzi

Postado em 12/9/2014 em 09:46 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

TUCSON, Estados Unidos - Uma garota de nove anos acidentalmente matou seu instrutor em um stand de tiro com uma submetralhadora de fabricação israelense Uzi, quando o forte coice da arma fez a menina perder o controle do alvo, afirmou a polícia nesta terça-feira.

Charles Vacca, de 39 anos, estava ao lado da menina no stand de tiro Last Stop em White Hills, perto da divisa com o Estado de Nevada, nos Estados Unidos, na manhã da última segunda-feira, ensinando a criança a operar a arma automática.

Quando ela apertou o gatilho, o coice provocado pelo disparo forçou-a a elevar a arma, e Vacca foi alvejado na cabeça, de acordo com um comunicado da Delegacia do Condado de Mohave.

Vacca foi levado de helicóptero para Las Vegas, onde foi declarado morto. Um porta voz do departamento de polícia disse não saber quantas vezes Vacca foi alvejado ou o modelo da Uzi que era utilizado pela garota.

Alguns modelos são capazes de emitir 1700 tiros por minuto, ou 30 tiros por segundo, de acordo com o website da fabricante.

A garota, que não foi identificada pela polícia, estava no stand de tiro acompanhada de seus pais.

O Last Stop, um complexo que inclui um restaurante, bar e camping para trailers, tem um programa "Burgers and Bullets" (Hambúrgueres e balas) que oferece a seus clientes um almoço com visita ao stand de tiro, onde podem escolher entre mais de 20 armas automáticas para atirar, de acordo com o website.
 


Criança transgênero é autorizada a usar banheiro feminino em escola

Postado em 11/9/2014 em 09:10 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 Uma escola da cidade de Gold Coast, na Austrália, aceitou mudar as regras para ajudar na adaptação de uma aluna transgênero de seis anos em seu dia a dia na instituição de ensino.

Segundo informações do portal do tabloide britânico "Daily Mail", a estudante Skyler Burns foi autorizada a utilizar os banheiros femininos da escola e uma sala de aula separada é usada sempre que ela precisa trocar de roupa, evitando assim perguntas desnecessárias dos colegas.

De acordo com os pais da criança, a instituição de ensino tem demonstrado apoio constante e concordou em utilizar o nome preferido da aluna, Skyler.

Inclusive, a família de Skyler e os donos da escola estão considerando, junto ao conselho de educação, adicionar a opção "gênero preferido" nos formulários de inscrição. Com a mudança, o nome escolhido pela criança poderá aparecer nos futuros boletins.

A aluna, que antes usava o nome Seth, foi diagnosticada com transtorno de identidade de gênero. Em uma das avaliações, o médico Stephen Strathis, do Royal Childrens' Hospital Brisbane, fez uma série de perguntas para a criança. Quando perguntada sobre qual era sua cor favorita, ela respondeu que era rosa. Em relação aos brinquedos favoritos, uma casa de bonecas e um hipopótamo cor de rosa foram destacados por Skyler. Já quando foi questionada se preferia ser um menino ou menina respondeu: "eu sou uma menina".

 Desde os dois anos de idade, a criança já demonstrava interesse por produtos ditos femininos, como bonecas, tiaras e vestidos.

O doutor Strathis chegou a enviar uma carta para a escola explicando o caso de Skyler e sugerindo que para o melhor interesse da criança "ela deveria ser tratada como uma mulher na escola."

"O choro parou e agora ela usa vestidos e é uma criança tão feliz", disse o pai Brett Burns.

Se o desejo de ser menina de Skyler persistir, os pais vão lhe dar a opção de um tratamento hormonal para evitar e/ou amenizar as transformações masculinas da puberdade.

 


'Não sou um caso isolado', diz aluna vítima de estupro em festa da USP

Postado em 11/9/2014 em 09:00 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Polícia vai indiciar suspeito de ter abusado de jovem em abril de 2011.
Hoje, ela atua em coletivo que defende os direitos das mulheres na USP.


 A estudante de medicina da Universidade de São Paulo que denunciou ter sido vítima de crime de estupro durante uma festa de estudantes em abril de 2011 afirma que não é um caso isolado nem dentro da universidade nem dentro da Faculdade de Medicina da USP. Ela afirma ainda que não recebeu apoio nem acolhimento. "Eu sou mais um dos casos. Tenho colegas aqui dentro da faculdade que foram estupradas e nunca chegaram a denunciar. A gente não tem vias para denunciar, não existe apoio, não existe acolhimento. Aqui na Faculdade de Medicina acontece, acontece em outras partes do campus, com certeza não sou um caso isolado", disse ao G1 a estudante, hoje com 23 anos.

Ouça acima trechos do depoimento da aluna. A voz foi modificada para não permitir a identificação da vítima.

Apesar de o inquérito ainda não ter sido concluído mais de três anos após o crime, a delegada que cuida do caso, Celi Carlota, da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo, afirmou já ter elementos suficientes para indiciar o suspeito pelo crime de estupro. O caso aconteceu em uma festa chamada "Carecas do Bosque" na noite do dia 2 de abril de 2011. De acordo com a delegada, o suspeito é um homem que trabalhava com manutenção de ar condicionado no prédio da faculdade. Ele foi ouvido durante o inquérito e negou o crime.

 A vítima era caloura na época. Ela explicou que, depois de beber demais, foi deixada por um amigo dormindo em um recinto privado no espaço da festa chamado "cafofo", para onde organizadores das festas levavam mulheres. Quando o amigo retornou, um homem foi flagrado de calças abaixadas mantendo relações com ela. O suspeito chegou a apanhar de um estudante de medicina e foi agarrado por um segurança da festa, mas acabou sendo liberado e nunca foi preso.

Segundo a jovem, depois do que aconteceu com ela, os organizadores dos eventos fizeram algumas mudanças para evitar novos casos de estupro, mas que elas já deixaram de ser implementadas. "Na época, quando aconteceu, acho que fizeram mudanças, tiraram os 'cafofos', pararam de levar prostitutas, mas depois retornou tudo a mesma coisa", contou a jovem, que cursa o quarto ano do curso de graduação em medicina.

 Procurada pelo G1, a atual diretoria da Associação Atlética Acadêmica Oswaldo Cruz afirmou na noite desta quinta-feira  (21) que, no momento, não tem nada a declarar sobre o caso e que atualmente está discutindo o assunto com seus advogados.

Em nota, a Faculdade de Medicina da USP diz que "nenhuma comunicação foi feita pela vítima à Diretoria ou à Comissão de Graduação da Faculdade na época. A referida aluna procurou o Grapal (centro que fornece atendimento psicológico e psiquiátrico aos estudantes sempre que eles necessitam) que, por questões éticas, não pode relatar os casos tratados às instâncias superiores da Instituição." A faculdade afirmou que vai dar apoio jurídico e psicossocial à estudante. Também está em implantação um Centro de Acolhimento, onde os alunos poderão registrar suas denúncias e receber o apoio da Instituição.

Busca por testemunhas
A estudante diz que registrou o boletim de ocorrência de estupro e passou seis meses tentando falar com as pessoas envolvidas para pedir que elas testemunhassem, mas a maioria dava respostas vagas e dizia para ela que seria difícil comprovar o crime.

Os próprios advogados a desencorajaram. Ela só decidiu retomar a pressão pela investigação em 2013, quando um caso de tentativa de estupro de uma outra aluna da medicina  inspirou a mobilização das mulheres da faculdade e a fundação do Coletivo Feminista Geni, que hoje se reúne duas vezes ao mês e participa de reuniões com diversas comissões para abordar a questão da violência dentro da USP.

Leia a seguir o relato da estudante sobre o caso:

 Inconsciente na barraca
"Eu estava ficando com um dos meninos, entrei na tenda com ele. Eu estava muito mal, e ele me deixou lá dormindo. E eu fiquei lá. Me lembro que estava ficando com ele, a gente entrou na barraca, ele me deixou lá dormindo e aí não tenho mais memória. Só fui tomar consciência quando já estava no Pronto-Socorro do HC [Hospital das Clínicas].

Estava em uma sala de atendimento junto com uma médica, uma diretora da Atlética e uma [estudante] externa, ela era interna na época. Foi quando eu tomei consciência e a diretora da Atlética falou que achava que eu tinha sido abusada. Eu falei 'imagina, não aconteceu nada'.

A médica perguntou se eu não queria ser examinada e eu falei: 'por que eu deveria ser examinada, se não aconteceu nada?'. Aí eu saí da sala, fiquei um pouco no hospital. Ainda estava um pouco embriagada. Me deram alguma coisa para comer, me levaram para a casa de um menino da Atlética, e aí ele começou a conversar comigo, falou que mesmo achando que não tinha acontecido nada era bom eu voltar para o hospital para tomar terapia antiretroviral só por precaução."

 Quando recebeu a informação
"Só fiquei sabendo na consulta com o infectologista, quando o menino contou o que tinha acontecido na frente do infectologista. Que eu estava desacordava e que encontraram o cara em cima de mim e ele tinha, tipo, transado comigo sem camisinha. Fiquei totalmente perturbada, comecei a chorar compulsivamente, queria entender o que tinha acontecido.

Perguntaram para o menino, mas ele disse que ele não estava lá, que não sabia, que eu teria que perguntar para a outra pessoa que estava lá, que era o menino que realmente tinha me achado. E aí eu fiz exame de sangue, fiz a sorologia, fiquei no hospital um tempão, fiz a terapia antiretroviral."

Investigação lenta
"Durante seis meses fui muito atrás das testemunhas. Conversava com as pessoas que estavam envolvidas, perguntava para elas se poderiam depor, e sentia que elas eram muito recuadas, que sempre reforçavam que eu não ia conseguir provar, que eu tinha que desencanar, que eu precisava tocar a minha vida.

Fui desistindo, fui conversar com os advogados que estavam me acompanhando na época e eles mesmos falavam que os depoimentos que tinham até então estavam muito leves, inclusive cheguei a perguntar se a testemunha principal tinha ido depor e eles falaram que sim, o que não era verdade porque ele só foi fazer o depoimento neste ano. Eles falaram que mesmo com o depoimento dessa testemunha principal estava tudo muito incerto, que era melhor eu deixar pra lá. E aí eu deixei."

Caso retomado e justiça
"Recentemente, depois que aconteceu essa retomada desse outro caso de assédio que veio a público [o de 2013, que motivou a fundação do Coletivo Feminista Geni], foi tudo meio acontecendo por acaso. Encontrei a testemunha principal na rua, ele veio falar comigo, veio falar que tinha sido chamado para depor recentemente, e eu fiquei super surpresa porque para mim ele já tinha ido depor. Depois de três anos, ele que é a testemunha principal não foi depor, então o caso não teve andamento nenhum.

Aí que comecei a entrar em contato com uma advogada que é muito de confiança, e ela começou a acompanhar mais o caso. Acho que [o indiciamento do suspeito] é o que tinha que acontecer mesmo, porque não dá pra ficar impune assim, entendeu? Para mim é muito importante que a justiça seja feita."

Terapia para lidar com a violência
"Acho que eu tive uma condição em que tive muito apoio da minha família para denunciar, acho que eu já tinha uma certa consciência do que tinha acontecido comigo. Muitas vezes as mulheres sofrem assédio e nem acham que sofreram assédio, só vão se dar conta depois, e aí já não têm mais coragem de denunciar.

Comigo também não foi fácil, fui muito desencorajada no começo por uma série de circunstâncias e só consegui retomar isso três anos depois, depois de muita terapia, e muita elaboração em torno disso. Com certeza é muito difícil para as mulheres procurarem acolhimento e justiça. Existe um processo todo de negação que é bem complicado. E ainda sem acolhimento nenhum, sem mecanismo nenhum, fica muito difícil."

Inspiração para outras mulheres
"Estou sentindo uma repercussão boa, principalmente das pessoas próximas, que convivem comigo. Estou recebendo muitas mensagens de apoio, dizendo 'a gente está aqui para te apoiar'. Espero que as meninas comecem a denunciar para acabar esse tipo de violência."

 


Vítimas de Abdelmassih enfrentaram fim do casamento e muitos traumas

Postado em 10/9/2014 em 12:42 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Vanúzia Lopes, 54, e Monika Bartkevitch, 49, tiveram suas trajetórias de vida alteradas depois de procurar a clínica de Roger Abdelmassih.

Monika, atacada em 2000, foi a primeira a relatar em público, na Folha, os abusos. Seu casamento se desfez e, após sofrer ameaças, ela foi para os EUA.

Vanuzia não só perdeu o marido como os ovários e as trompas. Depois do julgamento do ex-médico, teve síndrome do pânico e engordou 50 kg.

VANUZIA LEITE LOPES, 54

Fui paciente do Roger [Abdelmassih] em 1993. Era jovem, bem casada. Ele me pegou no momento mais sagrado. Quando eu estava deitada esperando para uma alma ser fecundada dentro de mim.

Ele fez sexo anal comigo, e depois vaginal. Eu peguei uma infecção, fiquei internada no [hospital Albert] Einstein, perdi trompas e ovário. Dois dias depois eu estava ali, cheia de pus na barriga.

Eu fui a única vítima que tinha esperma dele. Na época, eu fui na delegacia, no conselho de medicina, ninguém me ouviu. Pensei que era só eu que tinha sofrido abuso. Depois de alguns anos, vi a denúncia da secretária dele.

O Roger [Abdelmassih] dizia que éramos covardes. Então eu decidi mostrar o rosto. Eu fui vítima, mas não sou coitada. Depois que ele saiu de cima de mim, estou no meu direito de caçá-lo.

Em 1993, eu engoli minha dor. Pensei que eu era vítima sozinha. Meu casamento terminou logo depois.

Em 2008, sofri outro estupro, digamos assim. Tive que contar minha história na frente da juíza, enfrentar os advogados dele, enfrentar esse homem de novo. Aí que eu desenvolvi síndrome do pânico.

Depois de dois anos comecei a melhorar. Então, o Gilmar Mendes [ministro do STF] soltou ele. Piorei de novo.

Decidi que vou entrar com uma representação contra Mendes, por sofrimento desnecessário. Sofremos abuso, a sequela do abuso, a exposição durante processo. E sofremos agora, de novo, para colocá-lo na cadeia.

Eu comecei a estudar direito para justamente entender como podem ter soltado um homem que foi condenado com a maior pena por estupro, que pegou as vítimas no momento mais vulnerável.

Eu engordei 50 kg por causa do pânico. E nunca mais tinha tido qualquer contato físico com outro homem desde que adquiri a síndrome.

Em 2011, me internei numa clínica e perdi o peso que ganhei. Só recentemente consegui dar um beijinho em alguém. Estou namorando.

Minha vida agora está bem.

MONIKA BARTKEVITCH, 49

Ontem [terça, 19] foi um grande dia. Pela primeira vez meu ex-marido me pediu desculpas, colocou tudo para fora, chorou. Disse: "Eu devia ter matado o desgraçado, ele acabou com a nossa vida".

Depois de dez anos de casados –era o segundo casamento dos dois–, queríamos ter um filho nosso. Foi aí que tudo aconteceu.

Tentei denunciar. Meu marido não quis. O padrão de vida da gente era fora do normal, não viajávamos de avião comum, só no jatinho dele. E ele não quis entrar nessa confusão. Não me apoiou e eu fiquei magoada. Quinze dias depois, me separei.

Desde o primeiro dia que eu fui na clínica, achei a conduta do médico estranha, ele me puxou pela cintura. Eu comentei com meu marido.

Na segunda vez, ele [Abdelmassih] já me beijou na boca. Aí o meu marido falou: "Olha, Monika, a gente quer muito, é o nosso sonho ter o nosso filho.

Você vai ter que saber conduzir essa situação".

Não consegui engravidar com o tratamento. Assim que você faz a inseminação, você tem que ficar em repouso, com as pernas para cima. E bem nesse momento eu fui atacada pela segunda vez.

Ele lambia o meu rosto todo, dizia que era louco por mim. Jogou o corpo para cima de mim, tapou minha boca. Eu devo ter ficado lutando com eles uns 15 minutos.

Depois disso, eu entrei em uma depressão terrível. Quando saiu a primeira matéria, as pessoas nos agrediram, diziam que éramos loucas, que queríamos aparecer.

Eu tinha um casamento maravilhoso. Minha vida virou de ponta-cabeça. Eu recebia ameaças de morte o tempo inteiro, fiquei quase louca.

Tive que sair do Brasil com a minha filha, que tinha quatro anos na época.

Fiquei seis anos fora. Montei uma empresa, trabalhava como "personal shopper" (que faz compras personalizadas).

Agora moro no litoral paulista. Trabalho como gerente de uma padaria.

Embora eu seja formada em publicidade e fotografia, eu optei por morar em um lugar mais escondido. Ele [Abdelmassih] agora está preso, mas ainda é uma pessoa muito influente. Tenho medo.
 


Padre confessa ter assediado menino de 14 anos por mensagens de celular e internet

Postado em 10/9/2014 em 12:42 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Homem não foi detido por falta de provas; caso está sendo investigado em Formiga (MG)


 A Polícia Civil de Formiga, no centro-oeste do Estado, investiga o caso de um padre que confessou ter assediado um adolescente de 14 anos. Segundo a assessoria de imprensa da corporação, o suspeito enviava mensagens de conteúdo sexual para o garoto, pelo celular e pela internet.

Ainda conforme a PC, a delegada Luciana de Souza Silva começou a apurar o caso nesta quarta-feira (20) depois que a mãe do menor e a vítima compareceram à delegacia para relatar o ocorrido. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa do padre, mas nenhum material, como imagens ou vídeos, foi encontrado. No entanto, ele confessou o crime.

Diante da falta de provas, não foi possível efetuar a prisão em flagrante do homem. No entanto, as apurações continuam. De acordo com a polícia, embora seja padre, ele atualmente está afastado do ofício. O motivo não foi revelado e a identidade do padre não será divulgada.

 


Pai que estuprou a filha de 13 anos mais de 20 vezes é detido na Grande BH

Postado em 8/9/2014 em 09:21 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Homem alegou que cometia os abusos quando estava sob efeito de entorpecentes

A Justiça decretou a prisão preventiva de um homem que estuprava a própria filha em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. Rosimar Fernandes confessou os abusos e alegou que teve mais de 20 relações sexuais com a adolescente de 13 anos.

 Ainda conforme o suspeito, os estupros ocorriam desde que a menina tinha 12 anos. Fernandes relatou ainda que é usuário de drogas e que cometia o crime sob uso de entorpecentes. Foi o irmão do autor que ajudou a polícia durante as investigações.

A delegada responsável pelo caso, Larissa Mayerhofer, informou que o crime começou a ser apurado depois que o suspeito confessou o que havia feito com a filha para o irmão. Foi o próprio familiar que procurou a Polícia Civil.

— É um caso bastante chocante porque ele já vinha estuprando a filha a cerca de um ano. Ele confessou o fato para o irmão, disse que cometeu um ato muito grave.

Fernandes tem seis filhos com a atual companheira, mãe da vítima, além de uma filha mais velha de outro relacionamento. Todos os parentes foram ouvidos, inclusive a vítima, que confirmou os abusos e alegou que o pai pedia a ela para que não contasse a ninguém. Um exame médico também atestou que a garota havia tido relações sexuais.

Diante dos fatos, a delegada pediu a prisão preventiva do homem. Ela o chamou até a delegacia, sob o pretexto de que ele desse um novo depoimento e cumpriu o mandado.

— Ele compareceu acompanhado do irmão e foi preso. Disse que está arrependido e que tentou se matar três vezes por causa disso.

Fernandes é usuário de drogas e argumentou que cometia o crime sob efeito de entorpecentes. Ele estava em uma clínica de reabilitação para tratar o vício antes de ser detido e encaminhado ao presídio de Sabará.

 


Pastor suspeito de estuprar e engravidar enteada é preso no Rio

Postado em 8/9/2014 em 09:16 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Vítima teria sido abusada sexualmente dos 9 aos 12 anos.
Homem atuava como pastor na região de Inhoaíba, em Campo Grande.



Um homem suspeito de abusar sexualmente a enteada foi preso na tarde desta quinta-feira (21) por policiais da 11ª DP (Rocinha) na região de Inhoaíba, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. O acusado, de 45 anos, atuava como pastor, figurando como responsável pela realização de diversos cultos religiosos na localidade da Zona Oeste.

A vítima, enteada do autor, teria sido abusada sexualmente dos 9 aos 12 anos e engravidou do padrasto. A criança foi encaminhada para adoção. A investigação, há época dos fatos, foi realizada pela especializada Deam Oeste. O mandado de prisão do acusado conta da condenação a 7 anos e 6 meses em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável.


 


Jovem relata que tentou se matar após vídeo íntimo cair na rede

Postado em 8/9/2014 em 09:09 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Vítima teve casa apedrejada e já foi xingada dentro do ônibus

Uma jovem de 20 anos está desesperada após um vídeo íntimo cair na Internet. Desesperada, a vítima relatou que tentou se matar várias vezes desde que as imagens foram parar em uma rede social. Ela diz que tentou se jogar na frente dos carros duas vezes, tentou pular da passarela e pensou em tomar "chumbinho".

— Eu tinha noção da proporção que ia ser um estrago na minha vida e disse (para mim mesma) que não ia aguentar. Eu tentei me matar, tentei fazer isso pra mim mesma, por que é muito difícil isso que estou passando, não tenho mais força para lutar.

A mulher contou que conhecia o rapaz desde pequena e foi para a casa dele, Lá eles beberam e mantiveram relações sexuais. O homem pediu para filmar o ato, mas ela negou. Depois, ele começou a gravar e ela deixou.

— No vídeo real eu peço para ele parar de gravar, mas ele editou o vídeo e colocou da forma que quis.

Depois que o vídeo foi divulgado, a jovem se escondeu na casa de um parente, mas a descobriram. Percebendo que não tinha como fugir da situação, voltou para a casa da mãe. A vítima diz que já correram atrás dela na rua, apedrejaram a casa e a xingaram no ônibus.

— Muita gente pensa que é fácil, que em uma semana passa. Não faça, não confie, por que isso tudo é muito difícil.

Ela desconfia que o homem ou a companheira dele, por vingança, podem ter divulgado o vídeo. Segundo a jovem, quando ela se relacionou com o rapaz ele estava separado da mulher.

A jovem registrou uma ocorrência na delegacia e espera que a justiça seja feita.




 


Escola proíbe aluna de assistir as aulas por conta de seu cabelo vermelho

Postado em 7/9/2014 em 06:12 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Instituição teria enviado outros quatro alunos de volta às suas por "violação de vestimentas".

Uma escola mandou uma aluna voltar para casa por conta de um motivo bizarro. A estudante era impedida de permanecer na instituição por conta de seu cabelo vermelho.

Hayleigh Black, de 16 anos, recebeu a notificação em uma escola do Alabama, nos EUA. O incidente ocorreu no primeiro dia de volta as aulas no Muscle Shoals High.

A mãe da adolescente, Kim Boyd, tinha acabado de deixar a filha na escola quando recebeu um telefonema para busca-la. A mulher se disse indignada, visto que segundo ela nunca houveram atitudes desse tipo por parte da instituição.

Brian Lindsey, superintendente da escola, afirmou que quatro alunos foram mandados para casa naquele dia por violarem parte do código de vestimenta. “O cabelo ser tingido de uma cor brilhante ou distrativa”, seria a imprudência cometida por Black.

A mãe se disse satisfeita pela filha ter escolhido pintar os cabelos. “Não foi uma tatuagem ou piercings que ela quis. Há tantas meninas que fazem isso e poderiam haver coisas piores”, comentou.

A escola não voltou atrás e proibiu o retorno da aluna às aulas até que fizesse algo que resolvesse a situação. Black acabou pintando novamente os cabelos para que não perdesse novos dias de aula.

 


Mulher toma até 10 litros de leite por dia e gasta mais de R$ 100 por semana com seu vício

Postado em 7/9/2014 em 05:33 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Sandra Heap, de 46 anos, é uma babá inglesa, de Southport, que possui hábitos pouco convencionais.

 Ela bebe dez litros de leite por dia, e revelou gastar o equivalente a quase R$100 por semana, apenas para o consumo do líquido.

A mulher, que vive com seu marido, filho e as crianças que cuida, não bebia leite na infância, mas agora não pode passar um dia sem ingerir o alimento. “Durante o dia eu preciso tomar leite, e essa vontade me dá duas ou três vezes. Costumo tomar seis litros entre as 9 da manhã e 10 da noite. Depois das 10 da noite eu começo a querer ainda mais, não sei se é algo psicológico”, disse.

A mulher troca qualquer bebida por um copo de leite. As saídas sociais costumam vir acompanhadas por situações até mesmo engraçadas. "Às vezes estou bebendo champanhe em um restaurante, mas se me perguntar se vou querer mais alguma coisa, provavelmente vou dizer: ‘você sabe onde eu posso tomar um copo de leite?’", relatou.

Ela acrescentou que, às vezes, acorda no meio da noite e vai até uma loja aberta 24 horas para estocar leite, caso precise correr quando o desejo bate.

Quando trabalhava em uma escola primária, Heap chegou a pedir que crianças trocassem o leite por suco de frutas, para que sobrasse mais da bebida para ela

Ela possui um frigorífico em sua casa, para estocar todos os seus litros de leite.

Enquanto os filhos têm o hábito de apenas se esquivarem quando ela oferece, seu marido Graham é bem menos paciente. “Graham realmente tem uma pequena fobia de leite, ele não suporta me ver tomando. Ele toma um pouco de café, mas se lhe oferecerem um copo de leite ele vai recusar com todas as forças. Se eu quiser um beijo, tenho que limpar a boca do leite ou ele não vai me beijar”, contou Heap.

"Eu compro as garrafas grandes de seis litros, então eu tenho que comprar quatro de leite parcialmente desnatado para a família, já que eu não bebo desse. Apesar de que, se não tiver do desnatado, eu bebo esse mesmo, no desespero”, afirmou a fanática por leite.

“Chego a gastar quase R$100 por semana. Quanto à minha saúde, talvez eu esteja com os ossos bem fortes”, brincou a mulher.

De acordo com a Dairy Council, o leite padronizado tem um teor de gordura de 3,5%, já o semi-desnatado, 1,7%. O desnatado, apenas 0,1%.

“Pequenas quantidades de leite podem proporcionar uma proporção significativa das necessidades nutricionais diárias para todas as faixas etárias, além dele ser rico em nutrientes em relação ao seu conteúdo de energia”, afirma o site do Conselho de Saúde Britânico.

Porém, estima-se que apenas um copo de leite possua 149 calorias, e a ingestão em grandes quantidades pode levar a problemas de ganho de peso ou de digestão.

"Grande parte da gordura do leite e dos laticínios é saturada. Para as crianças mais velhas e adultos, comer muita gordura saturada pode contribuir para o excesso de peso. Ela também pode causar níveis elevados de colesterol no sangue, aumentando o risco de um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral”, disse um representante da NHS, responsável pelas Diretrizes de Leite e Laticínios.

 


Adolescente que teve foto dela nua divulgada na net recebe ameaças

Postado em 7/9/2014 em 01:10 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Suspeito de vazar a imagem levou um "fora" da garota e prometeu se vingar

 Há dois meses, uma adolescente de 15 anos teve sua vida transformada. Uma foto dela nua foi publicada na internet por um estudante da mesma escola que ela frequentava. O garoto ficou revoltado após levar um "fora".

A família conta que a menina não vai mais à escola, come muito pouco e não sai de casa com vergonha. Ela fica o tempo todo no quarto, deitada na cama.

— Eu não estou podendo ter minha vida mais. E é muito ruim o que eu estou sentindo porque parece que eu não tenho para onde correr.

 O suspeito de publicar a imagem queria ter um relacionamento com a garota.

— Ele queria ficar comigo, eu disse que não, e aí ele falou que ia destruir a minha vida e é o que está acontecendo.

Ana Flávia de Oliveira, mãe da menor, explica que a foto foi tirada em um celular durante uma “brincadeira” entre primas. O aparelho foi roubado e, em seguida, começaram as ameaças.

— Nós não estamos podendo sair na rua, minha filha principalmente. Eles estão jogando pedra nela.

A história atingiu toda a família. Até a casa da avó da adolescente, de 71 anos, com quem a menina mora, foi apedrejada. A família já fez um boletim de ocorrência, mas não sabe como proteger a menina já que a divulgação da foto tomou grandes proporções.

— Eu queria só minha vida normal de volta.


 


Suspeito de estuprar e matar irmã de PM ri ao ser preso e debocha: “Saio em 3 meses”

Postado em 7/9/2014 em 01:10 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

A jovem Kelle Maria Araújo Silva, de 29 anos, foi morta de forma brutal em Palmas, no Tocantins. O suspeito do crime, Welton Osorio da Silva, de 22 anos, foi debochado ao ser preso e confessar.

— Eu estuprei mesmo e matei mesmo. Vou ficar mais ou menos uns três meses, mas nem que demore um pouco não vou reclamar. Pelo menos a gente engorda.

Outro suspeito também foi preso. João Lopez, de 41 anos, era vizinho de Kelle e chamou Welton para participar. Pertences da vítima foram encontrados na casa do envolvido. Na imagem feita pela polícia, o suspeito aparece sorrindo

Segundo a polícia, o crime ocorreu na sexta-feira (15). Os dois entraram na casa da vítima e a abusaram por cerca de quatro horas antes do estrangulamento. O irmão dela encontrou o corpo no sábado (16). A polícia disse que o cadáver tinha sinais de violência sexual e hematomas diversos 

Kelle tinha uma moto que foi vendida por R$ 1.800 por Welton na cidade de Pequizeiro, a 236 km de Palmas, onde os dois acabaram presos. Na imagem, o segundo suspeito do crime  

A dupla já tinha passagem pela polícia e o delegado informou que espera novas denúncias de crimes cometidos pelos rapazes. João cumpria pena no regime semiaberto em um presídio do interior do Estado

O corpo de Kelle foi levado para ser sepultado em Cristalândia, a 165 km de Palmas

Kelle morava em uma quitinete ao lado da casa de João, o que facilitou a entrada do suspeito na residência da vítima 

Os dois foram presos com armas e drogas 

 


Mulher é queimada viva pelo marido após traição na noite de núpcias, na Rússia

Postado em 7/9/2014 em 01:02 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Irritada com a bebedeira de seu noivo, no dia do casamento, Veronika Filippova, de 27 anos, tomou uma decisão que causaria a sua morte. A russa foi queimada pelo noivo após ele descobrir que ela dormiu com um ex-namorado, na noite de núpcias. As informações são do Daily Mail.

De acordo com o site, Veronika se casou com Ivan Kuzmin, 30 anos, em Volgogrado, na Rússia. Durante a festa, o noivo bebeu além da conta e chegou a desmaiar. Chateada com o vexame, a noiva resolveu procurar o ex.

Mas a moça sentiu-se culpada e resolveu abrir o jogo com Kuzmin. Ele, então, esperou a noiva dormir para colocar álcool e atear fogo à companheira. Ela teve 80% do corpo queimado, foi atendida por médicos, mas não resistiu. Veronika deixou um filho de dez anos, do primeiro casamento.

O viúvo se entregou para a polícia. Ele já cumpriu 10 anos por tentativa de homicídio e estupro, agora pode ficar 15 anos atrás das grades. A família declarou que ele escondeu de Veronika as condenações do passado.
 

 

 


Polonesa completamente nua vai às compras e parece que ninguém notou

Postado em 7/9/2014 em 12:57 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Funcionários e clientes de uma loja na Polônia reagiram de um jeito inusitado quando uma jovem, completamente nua, entrou no local. Perplexo, Cezar Zawadzki, de 34 anos, registrou o incidente em seu celular e disse que a mulher esperou pacientemente na fila para ser atendida.

— Ela me ignorou completamente e não parecia bêbada ou drogada. Só ficou esperando na fila para que pudesse pagar suas compras — contou o cliente.

Cezar disse ainda que fazia muito calor e o que mais o surpreendeu não foi tanto a nudez, mas a forma como todos a trataram, sem mostrar nenhum espanto.

— O assistente de vendas a serviu como se nada estivesse acontecendo, e os caras do posto de gasolina nem sequer lançaram um olhar mais assanhado. Foi uma experiência muito surreal. Depois que ela pagou e saiu da loja, seguiu de volta pela estrada como se fosse a coisa mais normal do mundo! — completou.
 


Homem morre após ficar 5 dias com vibrador preso no corpo e não procurar ajuda por vergonha

Postado em 7/9/2014 em 11:16 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Nigel Willis, de 50 anos, morreu após um vibrador que ele havia usado ter ficado alojado em seu corpo. O homem sentiu vergonha de procurar um médico para pedir ajuda, de acordo com um inquérito.

Nigel introduziu o objeto e não conseguiu retirá-lo, passando cinco dias deitado no sofá da casa que dividia com sua mãe idosa, em Forest Hill, sudeste de Londres.

O homem ficou tonto, fraco e incapaz de se mover, de acordo com o tribunal. Ele foi levado para o Hospital Lewisham depois que um amigo lhe ofereceu ajuda.

Nigel foi internado em terapia intensiva na véspera do Ano Novo, depois de sofrer choque séptico.

Nigel Willis morreu depois de vibrador que ele colocou em seu corpo ficar agarrado dentro dele por 5 dias. Ele não pediu ajudar por vergonha.

Cirurgiões conseguiram remover o vibrador, que se alojou de forma tão profunda no reto que acabou perfurando seu intestino.

Nigel era diabético, solteiro e desempregado.

“A história que nos chegou era de que seu amigo ou cuidador, chamou uma ambulância, porque o paciente se queixou de tonturas, fraqueza e foi incapaz de mover-se do sofá por cinco dias.” Disse um membro do hospital.

Em um comunicado lido no inquérito, foi dito que Nigel tinha sido incapaz de retirar o vibrador que ele havia inserido em seu reto dias antes de sua entrada no hospital.

Ele morreu às 7h, no dia 7 de fevereiro deste ano. A autópsia conduzida pelo Doutor Peter Jerreat determinou a causa da morte como falência de múltiplos órgãos, septicemia e um intestino perfurado.

Se Nigel procurasse os médicos assim que o incidente aconteceu, o final poderia ter sido diferente.

 


Mulher castra homem após ele oferecer 30 reais para ter relação íntima com ela

Postado em 4/9/2014 em 09:53 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Uma mulher de Ohio castrou um homem que, após ter relação íntima com ela, tentou pagar pelo programa com cerca de 30 reais.

A mulher não identificada fugiu com o dinheiro depois de cortar o membro do rapaz, de acordo com a polícia do Condado de Montgomery.

O homem deve sobreviver, apesar de ter ficado com ferimentos graves.

O problema começou quando o homem estava atravessando um cruzamento na rua North Main, em Dayton, Ohio. Uma mulher caminhava no local e o convidou para um “passeio”. Ele concordou, mas disse que teria que a levar para sua casa.

Mulher ficou descontente com pagamento irrisório e cortou membro de homem, que rastejou pelas escadas de sua casa para pedir socorro.

Quando chegaram lá, desceram para o subsolo da residência, onde a mulher perguntou se estava disposto a ir em frente. Concordando em pagar o equivalente a 30 reais, ela ordenou que ele abaixasse as calças, e assim que ele a obedeceu, a agressora o esfaqueou na virilha.

Depois que ela foi embora, o homem rastejou pela escada para pedir para sua irmã o levar até o hospital. Nenhuma prisão foi feita até o momento de fechamento desta matéria.

 


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