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PMs da gangue da calcinha

Postado em 29/4/2014 em 08:44 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Gangue de seis policiais militares especializada em roubar e sequestrar motoristas que transportavam peças íntimas foi denunciada pelo Ministério Público à Justiça. O grupo, além de extorquir de 13 vítimas de R$ 940 a R$ 9 mil, ainda ameaçava levá-las para favelas para serem mortas. Viatura do BPVE era usada como cativeiro.

Gang da calcinha 2

A denúncia do MP junto à Auditoria de Justiça Militar foi feita com base em investigação da 7ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar. O trabalho do oficial permitiu que o grupo fosse denunciado pelos crimes de roubo, extorsão, extorsão mediante sequestro e concussão. Na casa de um dos PMs foram encontradas 117 peças íntimas.


Professora é acusada de fazer dança erótica para aluno em sala de aula

Postado em 29/4/2014 em 08:43 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Vídeo feito por colega de classe foi descoberto pela polícia

Uma professora de 42 anos foi acusada de comportamento inadequado após resolver presentar um aluno que fazia aniversário com uma performance totalmente inesperada para alguém na sua posição. Felicia Smith fez um número de "lap dance" (dança erótica na qual a dançarina se insinua sobre o colo do parceiro) durante quatro minutos dentro da sala de aula. Segundo o Metro News,  Felicia teria dito que os outros estudantes a teriam convencido a fazer a dança para o rapaz.

 O episódio ocorreu na escola de ensino fundamental Stovall, em Houston, Texas, nos Estados Unidos. Na ocasião, o estudante fazia 15 anos.

Um dos alunos presentes filmou toda a ação da professora e as imagens acabaram caindo nas mãos da polícia.

Ao ser interrogado pelos policiais, o adolescente contou que durante a dança a professora se movimentava tocando em seu corpo o tempo todo e que os movimentos eram recíprocos.

"Eu amo você, querido. Feliz aniversário", teria dito Felicia ao terminar a música com a cabeça no meio das pernas do estudante segundo o site My Fox Houston .

A "platéia" de alunos gritava e ria empolgada com a performance animada da professora com o colega.

A professora foi expulsa da escola e impedida de lecionar durante as investigações policiais. O caso ocorreu em fevereiro deste ano. Ela pagou cerca de R$ 67 mil de fiança na última quinta-feira.

 


Projeto no Iraque reduz a idade mínima de casamento para xiitas mulheres para 9 anos

Postado em 29/4/2014 em 08:41 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

Hoda, 11, é uma menina franzina e baixinha que gosta de enfeitar manuais escolares com adesivos cor de rosa. De tão tímida, sua voz mal se ouve quando fala com desconhecidos.

Mas, aos olhos do governo iraquiano, Hoda não somente já pode se casar como também deveria ser obrigada a saciar sexualmente o marido quando ele bem entendesse.

Aliados do premiê xiita Nuri al-Maliki querem implementar um novo código da família que vai na contramão da atual Lei do Status Pessoal, uma das mais favoráveis à mulher em países árabes.

A proposta se destina exclusivamente aos xiitas (60% da população), que passariam a ter possibilidade de recorrer a tribunais religiosos em vez dos civis. O pacote de mudanças é chamado de Lei Jaffari, em homenagem a Jaffar Al Sadiq, santo do islã xiita.

A tramitação, que já passou pelo Conselho de Ministros, está em pausa devido à eleição legislativa de amanhã. Mas o favoritismo dos candidatos islamitas gera temores de que a lei poderá ser aprovada pelo novo Parlamento.

"Somos um país islâmico, por isso devemos seguir a sharia [lei islâmica]. É melhor que a lei civil", diz Jamila Ali Kirani, 45, do partido xiita Dawa, o mesmo de Maliki. "Passamos muito tempo sob lei sunita, queremos uma lei para nós", diz, numa referência ao fato de o Iraque ter sido governado por sunitas por quase todo o século 20.

A Lei Jaffari visa diminuir a idade mínima de casamento para mulheres de 18 para 9 anos de idade. O artigo 79 determina que uma mulher só pode pedir divórcio se provar que o marido é impotente ou que seu pênis foi amputado.

Xiitas iraquianas, caso o texto seja aprovado, só poderão sair de casa com autorização do marido e deverão estar sempre disponíveis para relações sexuais. A lei incentiva a poligamia.

A iniciativa também visa banir casamentos entre muçulmanos e pessoas de outra religião –o que, para estudiosos, contraria o Alcorão.

"Esse projeto é doentio, e eu o considero crime contra a humanidade", irrita-se Hana Edward, secretária-geral da ONG Al Amal, que milita pela igualdade de gênero.

Edward acusa o governo de jogada eleitoral para atrair o voto conservador antes do pleito parlamentar. A ativista também diz que o tema desvia a atenção de problemas mais urgentes, como a explosão de violência e a pobreza.

O plano enfrenta resistência até nas fileiras governistas. "Fui a primeira a me erguer contra a Lei Jaffari e continuarei brigando para que ela não vire realidade", disse à Folha a ministra da Mulher Ibtihal Al Zaidi, xiita.

Apesar de a lei ter sido apresentada por seu ministro da Justiça, Hassan Al Shammari, o premiê Maliki evitou se posicionar. Mas o engenheiro sunita Moataz Samarraee, 30, pai de uma menina de quatro anos, diz estar certo de que a ideia tem a bênção do premiê. "Se ele for reeleito, mudo para o exterior."

RETROCESSO

Críticos dizem que o projeto reflete a deterioração geral da situação da mulher no Iraque desde que tropas americanas derrubaram o ditador Saddam Hussein, em 2003.

Sunita, Saddam manteve a Lei do Status Pessoal, predominantemente liberal e igualitária, adotada quatro décadas antes de sua chegada ao poder.

A lei não só bane casamentos infantis como restringe a poligamia e garante direitos penais e de herança iguais para homens e mulheres.

A invasão dos EUA, porém, teve efeitos devastadores para as iraquianas. Além de expostas à violência, tornaram-se vítimas silenciosas da degradação das condições sanitárias, sociais e econômicas.

A Constituição pós-Saddam, redigida em 2005 sob pressão dos ocupantes americanos, garante um quarto das vagas do Parlamento às mulheres. Mas a retirada dos EUA, há dois anos e meio, fortaleceu conservadores.

"De que adianta termos 25% de mulheres no Parlamento se elas só votam como mandam seus chefes de partido?", diz Nibras Al Mamory, diretora do Fórum das Mulheres Jornalistas Iraquianas.

Ela acusa os partidos de só se interessarem na questão feminina para atrair votos.

A ativista Edward afirma que o Iraque se tornou um país sectário e disfuncional: "Se a lei religiosa for aprovada, será o fim da esperança de termos um Estado civil".

 


Homem é preso acusado de abusar de vizinha de 12 anos

Postado em 29/4/2014 em 08:40 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Segundo a polícia, Genival Pereira era amigo da família e estuprava a menor havia um ano

 Um homem de 48 anos foi preso na última segunda-feira (28), em São Sebastião, no Distrito Federal, acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de apenas 12 anos. Segundo investigações da PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal), Genival Pereira da Costa morava na mesma fazenda da família da adolescente e, portanto, tinha acesso fácil à casa.

Os abusos aconteceriam há pelo menos um ano, duas vezes por semana, de acordo com a investigação. O homem responderá pelo crime de estupro de vulnerável.

Ainda segundo o delegado da 30ª Delegacia de Polícia, os professores da menina começaram a desconfiar da mudança de comportamento da jovem e denunciaram o caso ao Conselho Tutelar.  

— [Genival] deu alguns presentes [à adolescente] até ter certa confiança e, quando começou a cometer o crime, passou a ter atitude de ameaças com que fizesse com que ela tivesse medo dele, contou o delegado Érito Cunha.

Ainda de acordo com a polícia, a irmã da menina, de 13 anos, teria dito na delegacia que teria visto uma vez Genival Pereira tirando a calça quando estava no quarto da menina. O homem aproveitava quando os pais da adolescente não estavam em casa para praticar os abusos. Genival Pereira nega o crime.


Aluna denuncia estupro em festa da Unesp

Postado em 29/4/2014 em 08:38 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Segundo a garota, ela foi obrigada a beber em trote de veteranos aplicado em calouros 

 Uma aluna do primeiro ano da Faculdade de Nutrição da Unesp (Universidade Estadual Paulista), campus de Botucatu, denunciou ter sido estuprada por um veterano durante uma festa promovida por estudantes de medicina, no fim de semana, na cidade. De acordo com a estudante, ela teria aceitado uma carona oferecida pelos veteranos que, ao invés de levá-la para casa, a conduziram até a festa. No local, ela foi forçada a tomar várias doses de bebidas alcoólicas e a fazer sexo com um dos veteranos. O evento faria parte de um trote feito em calouros da universidade.

A garota procurou a Delegacia de Defesa da Mulher para registrar a denúncia de estupro. Em razão de ter sido embriagada, ela não conseguiu fornecer as características físicas do agressor. A vítima realizou exames no Instituto Médico Legal e a Polícia Civil aguarda achegada dos laudos para abrir inquérito. O caso não é o único de violência sexual envolvendo veteranos e calouros do campus de Botucatu. Um coletivo de estudantes criou um blog para discutir as práticas violentas que ocorrem durante o trote. O período de recepção aos alunos vai do início das aulas, em março, à segunda semana de maio.

No blog, são relatados casos de estudantes que abandonaram o curso depois de terem sido submetidos a trotes violentos, humilhantes, incluindo o estupro. As práticas ocorrem fora do campus, em festas organizadas nas repúblicas de veteranos. Os calouros que se negam a participar são excluídos da vida social na universidade. Segundo uma internauta, as alunas novatas são abordadas na saída do campus e obrigadas a aceitar caronas dos veteranos, que as levam para suas repúblicas.

"As moças estão sendo sequestradas (sim, isso é sequestro) e são levadas para repúblicas masculinas onde são humilhadas e até mesmo estupradas".

 Uma aluna relatou que os veteranos pegaram as calouras na saída da aula e as levaram para festas em que foram obrigadas a simular sexo, caso contrário teriam as cabeças enfiadas no vaso sanitário.

"As garotas que se recusam a ir nessas festas podem ser boicotadas pelos colegas e não serão mais convidadas para novos eventos".

Um aluno saiu em defesa do trote e alegou que só é "sequestrada" quem quer.

"Só bebe quem quer, só faz performance quem quer (as próprias garotas pedem para fazer e pedem para outras garotas fazerem, ninguém é obrigado a nada). E quanto à garota ter sido estuprada, não foi. Ela quis ter relações com o veterano da agronomia e se arrependeu depois".

O coletivo de estudantes vai pedir ao Ministério Público do Estado de São Paulo que investigue os casos.

A Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu informou, por meio da assessoria de imprensa, que os "supostos casos de estupro e de trotes violentos envolvendo alunos do campus de Botucatu da Unesp vêm sendo objetos de processos administrativos na modalidade sindicância para que sejam feitas as devidas apurações". Conforme a nota, tanto a comissão central de recepção dos calouros como as comissões das respectivas unidades do campus de Botucatu orientam os veteranos e os novos alunos sobre a proibição do trote.


Meninas achadas no Rio Tietê foram estupradas e mortas

Postado em 29/4/2014 em 08:38 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

A Polícia Civil de Andradina (SP) concluiu que as adolescentes Yara Barbosa, 14 anos, e Jhenifer Naiara da Silva, 13, foram estupradas, amarradas e jogadas de cima de uma ponte para morrerem afogadas no Rio Tietê, na noite de 12 de abril deste ano. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que as meninas foram estupradas e mortas por afogamento.

Segundo o delegado Tadeu Aparecido Coelho, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Andradina, o crime foi praticado pelo vendedor Edson Francisco de Souza, 38 anos, que confessou o crime em depoimento de quatro horas, após ser preso na cidade de Cianorte (PR), para onde tinha fugido e tentado se matar tomando veneno para ratos.

De acordo com o delegado, Souza deu carona para as meninas em Andradina, cidade onde moravam, e as levou até a ponte sobre Rio Tietê, em Pereira Barreto, a cerca de 50 quilômetros de distância, onde praticou os crimes em duas etapas. "Ele disse que, primeiro, saiu do carro com Yara para manter relações sexuais com ela e depois disso, amarrou as mãos da moça para trás com uma meia e a jogou de cima da ponte", disse o delegado. A moça teria resistido e gritado por socorro, mas não teve forças para escapar.

Após jogar Yara no rio, Souza atraiu Jhenifer, que ouvia músicas dentro carro, e a levou ao parapeito da ponte, dizendo que a amiga estava nadando. Foi quando, à força, despiu a garota, a estuprou, e a amarrou com os braços para trás, jogando-a, em seguida, no rio. Jhenifer, segundo o delegado, deu chutes e cabeçadas para tentar se defender.

O delegado disse que Souza tinha passagens por estelionato e não conhecia as duas adolescentes, mas conseguiu enganá-las com promessas de presentes, como joias e celulares. "Num primeiro momento, as meninas não aceitaram a carona, mas depois, na esquina adiante, elas acabaram entrando no carro. pois estava chovendo", explicou o delegado. Segundo ele, a polícia agora vai marcar reconstituição e concluir a apuração do caso, cujo prazo do inquérito termina em nove dias.

Linchamento.

A equipe da DIG contou com a ajuda da mulher do acusado, Thais Alves de Souza, que serviu como testemunha, e do dono do carro usado no crime, uma Eco Sport, que tinha vendido o veículo a Souza e o recuperou após ter recebido o pagamento com cheques sem fundos.

Na manhã desta segunda-feira, 28, enquanto o delgado Coelho atendia à imprensa, a entrada da delegacia estava tomada por uma multidão, que esperava a chegada de Souza para "fazer justiça". Por questões de segurança, a polícia não vai transferi-lo para Andradina, temendo que ele possa ser linchado.

No domingo, manifestantes saquearam e depredaram casa de Thais, que teve de sair da cidade. No sábado, a PM agiu para controlar que manifestantes, numa passeata, depredassem a loja do dono da Eco Sport, que na sexta-feira já tinha abandonado e escondido na delegacia para se proteger de vândalos que tentavam linchá-lo.


Dois policiais franceses indiciados por suposto estupro de turista

Postado em 29/4/2014 em 08:37 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Dois policiais franceses acusados de estuprar uma turista canadense na histórica sede da polícia de Paris foram indiciados na madrugada deste domingo, mas permanecerão em liberdade condicional - declarou à AFP o advogado de um deles.

O advogado explicou que seu cliente reconheceu ter reconheceu ter mantido relação sexual com a mulher, mas que o ato teria sido consentido. A fonte nega com "firmeza" qualquer tentativa de estupro.

Um terceiro policial, a princípio envolvido no suposto estupro, foi acusado de ter sido testemunha e também foi mantido em liberdade.

O caso tem provocado grande comoção na capital francesa desde a última quinta-feira, já que os fatos teriam ocorrido na sede da polícia judicial de Paris, o famoso endereço "36 Quai des Orfèvres".

Inicialmente, os policiais acusados negaram ter mantido relações sexuais com a turista de 34 anos, que chegou à França em meados de abril para passar férias. Mas o caso sofreu uma reviravolta quando um deles confessou ter mantido relação sexual consensual com a vítima - segundo informou à AFP uma fonte que acompanha de perto a situação.

Os três agentes pertencem à Brigada de Busca e Intervenção (BRI) da polícia francesa, um serviço especializado em operações complexas e prisões de alto risco.

Os acontecimentos teriam ocorrido na noite de terça para quarta-feira. A vítima afirma que conheceu os policiais num pub irlandês localizado no bairro de Saint-Michel, um dos mais turísticos de Paris.

Após tomarem alguns drinks, a mulher teria aceito o convite dos policiais para acompanhá-los até sede da BRI, a poucos metros do bar onde estavam.

Ao sair do prédio, visivelmente abalada, a moça afirmou a um guarda do local que tinha sido estuprada. A queixa foi registrada numa delegacia do centro da capital.

 


Garota de 15 anos fugiu de casa em Minas e foi levada à favela de Rio das Pedras

Postado em 29/4/2014 em 08:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Foi com a expectativa de ganhar dinheiro para se manter longe da família e ter mais liberdade que X., de 15 anos, saiu de casa, em Uberlândia (MG), em janeiro deste ano. Sem avisar aos pais, ela embarcou para o Rio com um casal e mais duas adolescentes. O casal, apresentado por um amigo, prometeu lugar para morar e um emprego. Levada à favela de Rio das Pedras, na Zona Oeste, X. foi informada, logo no primeiro dia na cidade, que teria de se prostituir na Praia de Copacabana.

- Eu viajei sem nada, dependendo mesmo do casal. Eles me enganaram direitinho, e eu os considerava pai e mãe. Foi um inferno. Falei que não ia fazer, que estava passando muito mal. Uma menina também reagiu e começou a apanhar. Não acreditei no que falavam até vê-la apanhando - conta X. - Mas, nesse mesmo dia, fiz o primeiro programa. Eu estava passando mal, com fome, sem tomar banho. E eu fiz todos os programas passando mal. Não melhorei enquanto estive no Rio.

A mãe de X. conta que ela e o marido, pai da adolescente, começaram as buscas no dia em que ela sumiu. Foram à polícia e ao conselho tutelar, e procuraram ONGs que lidam com pessoas desaparecidas.

- A gente tentava dar limites, mas ela reclamava, dizia que queria ser livre. Começou a usar drogas e foi mudando. Fugiu de casa em janeiro e ficou quase um mês desaparecida. A polícia nos disse que ela devia estar numa aventura amorosa, mas eu sabia que não era isso. Sabia que tinha ligação com prostituição. E temia muito que ela ficasse sumida até a Copa, e que depois fosse mandada para fora do país - diz a mãe. - Fizemos tudo que podíamos, minha irmã fez buscas na internet e viu muita coisa ruim. Só não colocamos dinheiro no caso porque a gente não tinha.

A mãe diz ter se frustrado com a polícia:

- Quando minha filha pôde fazer contato comigo, e eu ia trazê-la de volta para casa, fui até a Polícia Civil. Disse que ela estava em Rio das Pedras, passei todas as informações. Mas a polícia não foi fazer o cerco logo. Quando foi, os exploradores já tinham deixado a casa. Tudo isso foi muito duro, não fazia parte da nossa realidade. Minha filha foi muito machucada. Voltou com medo de morrer, porque falavam muito em magia negra e que ela morreria em três dias se fosse embora.

Relatora da CPI da Exploração Sexual Infantil, a deputada Liliam Sá (PR-RJ) criticou a antecipação das férias escolares em cidades da Copa.

- A situação é muito preocupante. Essa antecipação das férias escolares, por conta da Copa, deixa as crianças desprotegidas - diz Liliam, lembrando que encontrou estados onde faltavam recursos e equipamentos públicos, lugares sem planos de enfrentamento ou com planos defasados.


Adolescente é presa com arma carregada escondida em sua vagina

Postado em 25/4/2014 em 11:37 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Dallas J. Archer escondeu revólver calibre 22 em sua vagina quando foi descoberta pela polícia.

Uma adolescente foi detida com uma arma carregada escondida em sua vagina. Ela também estava dirigindo com a carteira suspensa. Dallas J. Archer estava sendo procurada quando uma oficial percebeu um item escondido em sua virilha.

A jovem de 19 anos, que vive em Kingsport, Tennessee, escondeu um revólver calibre 22 em sua área íntima. A pequena arma, de 4 centímetros de comprimento, foi roubada de um carro em 2013.

O proprietário do revólver, John Souther, de 70 anos de idade, disse que gostaria de ter sua arma de volta, mas necessitaria dar uma banho de água sanitária na mesma.

Archer foi acusada de posse de arma e tentativa de contrabando. Ela foi liberada sob fiança.
 


Trio de lésbicas se casa e aguarda chegada de primeiro bebê para julho

Postado em 25/4/2014 em 11:27 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ideia é de que cada uma engravide por inseminação para completarem a família.

O primeiro “trio lésbico” se casou. E estão esperando seu primeiro filho.

Kitten, Doll, e Brynn, de Massachusetts, nos EUA, se uniram em uma cerimônia em agosto de 2013. A primeira, de 27 anos, está grávida após passar por um tratamento de fertilização in vitro, usando um doador de esperma anônimo.

As três planejam ter três filhos, sendo que cada uma passará por uma gravidez.
 


Homem coleciona mais de 5 mil sutiãs de universitárias para aumentar conscientização sobre câncer de mama

Postado em 25/4/2014 em 11:12 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Chinês recolheu 5 mil sutiãs de estudantes de 30 diferentes universidades e faculdades na China para sua coleção bizarra.

Um homem recolheu cerca de 5 mil sutiãs de estudantes universitárias na China para supostamente tentar aumentar a conscientização sobre o câncer de mama.

O jornal China Daily afirma que o homem disse que seu sonho é construir um museu do sutiã, usando sua coleção esquisita.

O homem supostamente recolheu os sutiãs de estudantes de mais de 30 universidades e faculdades na China, mas não se sabe ao certo como ele fez para pegá-los.
 


Pais submetem tratamento de mudança de sexo à criança que nasceu menino mas age e se veste como menina

Postado em 25/4/2014 em 11:02 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ideia é realizar cirurgia de mudança de sexo quando ela completar 18 anos.

Aos nove anos, Keat Rhodes se parece com qualquer outra menina. A diferença, porém, é que ela nasceu menino.

A estudante tinha apenas sete anos, quando foi diagnosticada com transtorno de identidade de gênero e começou sua transição de menino para menina. Desde então, ela passou por uma transformação incrível, com o apoio de seus pais adotivos, Emily e Clint Levan, de Ohio, nos EUA.

Ao longo dos próximos anos, Keat, que tem um irmão mais novo, Blaine, de 7 anos, será submetido a tratamento para completar sua transição do gênero masculino para feminino.

Hoje, Keat é o retrato da felicidade, mas nem tudo foi fácil. Ela e a família têm sofrido uma enorme reação de outros pais em sua comunidade.

Alvos de uma campanha de ódio no Facebook, eles foram acusados de abuso infantil. Alguns até sugeriram que Emily estava transformando Keat em uma boneca Barbie. Mas eles lutaram contra os preconceitos e estão se esforçando para dar à sua filha uma vida normal.

"Quando Keat entrou em nossas vidas, ele era um menino de quatro anos chamado Keaton. Mas percebemos muito cedo que ele era diferente de seu irmão. Enquanto Blaine preferia brincar com caminhões e carros, Keat gostava de bonecas. Na escola, ele gostava de brincar se vestindo com os vestidos de princesa”, diz a mãe.

Os pais de Keat levaram a criança até o médico da família e foram, então, encaminhados a um terapeuta e psiquiatra. Estes o diagnosticaram com transtorno de identidade de gênero. Com o tempo de tratamento e consultas, decidiram que a criança seria livre para viver socialmente como uma menina.

Este ano ela terá seu primeiro encontro com um endocrinologista para discutir bloqueadores de testosterona, o que ela vai começar quando iniciar a puberdade.

Aos 15 anos, ela terá um aconselhamento para determinar se está pronta para iniciar a terapia hormonal, o que lhe permitirá desenvolver o tecido mamário, mas vai fazê-la infértil. Com a idade de 18 anos, ela estará pronta para a cirurgia de mudança total de sexo.

"Pensando no futuro , eu tenho meus medos. Eu estou preocupada sobre se ela vai ser discriminada e sofrer preconceitos. Eu também sei que há um alto risco de suicídio entre as pessoas transexuais. Mas espero que com o nosso amor, ela vá crescer para ter uma vida normal. Só se resume a amor, e se você ama seu filho, então você deve fazer qualquer coisa no mundo para eles", concluiu a mãe.
 


ONGs se mobilizam para acabar com revista íntima ‘humilhante’ em prisões

Postado em 24/4/2014 em 09:49 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Uma campanha lançada nesta quarta-feira denunciou abusos em revistas íntimas impostas a parentes de presidiários e pediu o fim da prática, por ela tratar pessoas "inocentes como culpadas" e por ser considerada ineficiente pelos ativistas.

A Rede Justiça Criminal, que reúne ONGs de direitos humanos e justiça, compilou relatos de parentes de presos, que afirmam serem submetidas a humilhações ao terem que ficar nuas e terem seus órgãos genitais revistados.

Cartas de parentes de presos dizem que senhoras idosas são submetidas a agachamentos e toques invasivos nos órgãos íntimos por agentes carcerários; mães de crianças são obrigadas a abrir as fraldas e as partes íntimas de bebês para averiguação; e elas dizem que temem denunciar a prática abertamente com medo de que seus parentes sofram retaliações dentro da prisão.

"Essas revistas vexatórias ocorrem há muito tempo em quase todas as unidades do sistema prisional do país. Considerando que são quase 600 mil presos, certamente há 1 milhão dessas revistas (em seus parentes) ocorrendo mensalmente", diz à BBC Brasil Vivian Calderoni, advogada da Conectas, uma das ONGs da Rede Justiça Criminal, alegando que isso "é norma e não exceção".

A Rede Justiça Criminal argumenta que as revistas não cumprem o objetivo de impedir a entrada de itens proibidos nas prisões.

"As justificativas para essa violação são vazias: a quantidade de armas, drogas e celulares encontrada com os visitantes durante a revista é ínfima se comparada com as apreensões realizadas dentro das unidades", diz documento do organismo. "Isso mostra que a maioria dos objetos ilícitos não entra com os familiares."
Tecnologia

A rede defende que equipamentos eletrônicos (como detectores de metais, scanners corporais e aparelhos de raio-x) podem substituir as práticas consideradas mais humilhantes. Também é possível empregar cães treinados para farejar drogas.

Algumas unidades prisionais já eliminaram o método vexatório, mas mesmo cidades apontadas como modelo têm tido dificuldades em eliminar totalmente as revistas íntimas.

Em Joinville (SC), uma liminar chegou a vetar essas revistas, mas ela acabou derrubada. Um presídio local adotou um scanner corporal, mas a Penitenciária Industrial da cidade voltou a realizar a prática após a queda da liminar, por não contar com equipamentos eletrônicos para substituir a revista.

"O Estado está licitando scanners corporais. Se pudermos evitaremos a revista mais invasiva, (para preservar) a humanidade dos familiares dos presos, que são essenciais para a recondução desses indivíduos à sociedade e não podem ser tratados como marginais", diz à BBC Brasil Richard Harrison Chagas dos Santos, diretor da penitenciária.

O Ministério da Justiça, responsável pelo Departamento Penitenciário (Depen) nacional, reconhece que a revista íntima – recomendada apenas em casos "excepcionais" – "humilha os visitantes, estende a pena para além do condenado e enfraquece as possibilidades de reintegração social".

Mas argumenta que as revistas pessoais "contribuem para a segurança das pessoas que estão no estabelecimento prisional e evitam que sejam levantadas suspeitas de envolvimento no transporte de itens não permitidos".

A transição para um sistema de revista eletrônico dependerá de mais recursos e da aprovação de projetos de lei, diz a assessoria do ministério.

Um desses projetos (480/2013), que determina o fim da revista vexatória, aguarda avaliação na comissão de Constituição e Justiça do Senado.

"Se armas, serras, drogas e celulares estão presentes nos presídios mesmo com a revista íntima, é porque não é a mulher (parente) do preso que os leva", argumenta a senadora Ana Rita (PT-ES), autora do projeto.

O Ministério da Justiça já participa de comissões e grupos de trabalho para melhorar as práticas em presídios, incluindo o tratamento de visitantes, e prepara um anteprojeto de lei a ser enviado ao Congresso.

"É possível mencionar casos de êxito no controle de entrada de objetos não permitidos e de respeito à dignidade humana", diz comunicado do ministério.

Isso inclui "a entrada do visitante ao pátio em um percurso diferente daquele feito pelo preso; (fazendo) um pátio de visita humanizado e distinto do pátio de banho de sol; revistas realizadas com equipamentos eletrônicos; agentes bem treinados e do mesmo sexo que o visitante; instruções claras sobre o que é ou não permitido transportar; e um procedimento de revista rápido, evitando a exposição dos familiares a ameaças e pressões no momento que antecede a revista".

 


Quirguistão tenta coibir sequestros de mulheres para casamento

Postado em 24/4/2014 em 09:07 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 Autoridades do Quirguistão estão tentando combater a prática de sequestrar mulheres para casamento. Pesquisas sugerem que cerca de um terço de todos os matrimônios no país são realizados com meninas sequestradas e forçadas a se casar contra sua vontade.

Muitos acreditam que sequestrar noivas é uma antiga tradição do Quirguistão, mas alguns pesquisadores argumentam que a prática se tornou comum apenas algumas décadas atrás, após o colapso da União Soviética e o fortalecimento de valores patriarcais no país.

Aigul tinha 18 anos quando foi sequestrada no ano passado na porta da escola de medicina onde estuda, por homens que não conhecia.

"Minha colega de classe pediu para eu sair porque ela tinha trazido um livro para mim. Havia dois ou três jovens, mas eu não prestei muita atenção neles. E então eles me pegaram pelas pernas e braços e me colocaram no carro", contou.

Ela conta que foi pressionada pela própria família a aceitar aquela situação: "Meus avós disseram que esta era uma tradição do Quirguistão e me fizeram ficar. Eles disseram: o que as pessoas vão dizer se você for embora. Como você vai olhar as pessoas no olho?"

Segundo a socióloga Mehrigul Ablezova, esse sequestro era raro no passado e tornou-se mais comum com o fortalecimento de valores patriarcais no país após o fim da União Soviética.

A estudiosa da Universidade Americana para Ásia Central, localizada no Quirguistão, observa que a maioria das garotas é estuprada na primeira noite e que muitas decidiram ficar na casa do raptor.

"Basicamente, é considerado vergonhoso para uma menina sair da casa porque ela já não é mais virgem".

Parte das mulheres, então, acaba se submetendo ao matrimônio forçado por vergonha. Não foi o caso de Burul, de 20 anos, que preferiu fugir após ser sequestrada e estuprada no ano passado.

"Agora eu moro com minha irmã e meu cunhado. Depois que descobri que estou grávida, telefonei para ele (o raptor), mas ele disse: eu me casei, não me procure mais", disse.

"Eu não tenho como sustentar o bebê e não sei o que fazer agora", acrescentou.

Burul conta que estava muito assustada no início e queria fugir. Mas havia mulheres mais velhas no local que disseram que todas se casaram da mesma forma.

"Elas botaram pão para mim e disseram que se eu cruzasse aquele limite minha vida estaria arruinada. Elas seguraram meus braços e não me deixaram ir embora. Chorei até tarde da noite", lembra.

De acordo com a pesquisadora Ablezova, estudos recentes mostram que mais de um quarto dos homens sequestram as mulheres porque têm medo de serem rejeitados pela menina em particular.

 


Menino de 10 anos estupra colega depois de assistir a conteúdo voltado para adultos na internet

Postado em 23/4/2014 em 10:31 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Menino de dez anos estuprou um colega de classe no banheiro de sua escola depois de acessar sites voltados para adultos.

Um menino de dez anos estuprou um colega de classe no banheiro de sua escola depois de acessar sites com conteúdos voltados para adultos.

O jovem é acusado de ter empurrado a vítima, que também tem 10 anos de idade, a colocando contra uma pia. Ele então baixou as calças para efetuar o ataque.

A vítima tentou lutar contra ele, mas o menino disse: 'Vamos lá, a festa está apenas começando’.

Tanto o réu quanto a vítima estudam na escola localizada em Colwyn Bay, norte de Gales.  O jovem que foi atacado teria escondido o caso que só veio à tona mais tarde. Isso porque ele estava com medo de ser tachado como gay.

O réu, que agora tem 12 anos de idade, negou a acusação de estupro e também a suposta tentativa de incitar o menino a se envolver em atividade íntima. O julgamento continua.
 


"Eles se transformaram em animais": mulheres vítimas de estupros coletivos no Egito falam de seus traumas

Postado em 23/4/2014 em 12:29 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Até março de 2014, nenhum criminoso foi levado até a justiça

A violência sexual contra as mulheres continua a ser um flagelo no Egito. Um relatório de ONGs atuantes no país divulgado nesta quarta-feira (16) denuncia o abuso de centenas de mulheres em manifestações desde 2011. Em todos os casos, os abusadores não foram condenados.

Para as organizações, os ataques contra mulheres continua porque sucessivos governos egípcios não se empenham no combate à violência

Muitos ataques, segundo a informação dos relatórios, aconteceram nas manifestações que marcaram a revolta popular que derrubou o ex-presidente Hosni Mubarak,  e depois, a presidência do islamita Mohamed Mursi

Entre novembro de 2012 e janeiro de 2014, foram relatados 250 casos foram relatados, em sua maioria, nas proximidades da Praça Tahrir, no Cairo.

As sobreviventes e testemunhas relataram o mesmo tipo de abordagem: dezenas de homens cercam as vítimas, rasgam suas roupas e apalpam seus corpos

Algumas mulheres são estupradas por vários agressores, muitas vezes armados com paus, pás e outras armas. Elas vivem momentos terríveis de humilhação pública e sofrem penetração dos dedos dos agressores.

— No entanto, até março de 2014, nenhum criminoso foi levado perante a justiça, diz a Federação Internacional para os Direitos Humanos 

Noura Abdul Aziz, uma menina de 11 anos, chorou muito depois de contar o que viveu na Praça Tahrir. Ela foi assediada por um grupo de homens. Na foto, Noura é consolada por uma ativista do direito das mulheres 

Em 2012, a jornalista britânica Natasha Smith (foto) publicou em seu blog pessoal relatos sobre a violência que sofreu no Egito.

Ao se aproximar de uma multidão nos protestos, Natasha foi separada de seus amigos e violentada por dezenas de homens.

— Meu amigo fez de tudo para me proteger, mas centenas de homens o arrastaram pra longe. Eles arrancaram minhas roupas. O apetite insaciável deles me machucava muito. Eles se transformaram em animais. Apertavam meus seios com força e colocavam seus dedos em mim de todas as formas possíveis. A maioria zombava enquanto eu estava nua. Parecia uma carne fresca entre leões famintos

— Fui arrastada pelo chão sujo. Eles puxavam meus cabelos. Eu esperava morrer antes de ser estuprada.

Depois de ser retirada do local, Natasha ainda teve dificuldades de receber atendimento médico. Voltou para o local onde se hospedava e esperou o susto passar. Só no dia seguinte conseguiu que uma mulher a examinasse. Ela descreve que o toque de alguém depois de tudo o que aconteceu foi aterrorizante 

A jornalista Lara Logan (foto) também foi alvo de violência sexual na Praça Tahrir. Minutos depois de tirar essa foto, Lara, que noticiava a manifestação para a CBS, foi despida, esmurrada e chicoteada por um grupo de 200 homens.

Em entrevista ao jornal americano New York Times, Lara contou como foram os 40 minutos de horror que viveu no local.

— Por um longo período eles me estupravam com as mãos. Eram implacáveis. Parecia que gostavam da minha dor, que isso incitava ainda mais a ação. Eu pensei que ia morrer ali, mas que seria uma morte com tortura.

A jornalista foi salva por um grupo de mulheres e soldados egípcios que estavam no local

As organizações de defesa dos Direitos Humanos acusam as autoridades militares no poder de não realizarem uma investigação para perseguir os agressores.

"Medidas são requisitadas para proteger e promover o direito das mulheres a viver sem violência e a participar na construção do futuro do Egito", insistiu o diretor executivo da instituição Nazra for Feminist Studies (instituição de estudos feministas), Mozn Hassan

 


Homem é preso ao confessar que estuprou e matou vizinha em Contagem

Postado em 23/4/2014 em 12:28 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Vítima, de 29 anos, teve o corpo enrolado em plástico e jogado em caçamba

 Um homem de 38 anos foi preso ao confessar que estuprou e matou uma vizinha em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Mário do Carmo Bezerra foi detido em casa, na madrugada desta quinta-feira (17), após familiares da vítima acionarem a polícia.

O crime ocorreu na residência de Bezerra, onde Ana Lúcia Pires do Nascimento, de 29 anos, foi esfaqueada na região da barriga e do pescoço e, em seguida, abusada sexualmente. O preso contou aos policiais que inventou uma história para atrair a mulher até o seu imóvel. Ele relatou que abordou a dona de casa depois de Ana Lúcia sair de casa para mostrar tolhas de cozinha para uma amiga. Na volta, Bezerra parou a mulher e disse que a mãe dele queria falar com a vítima.

Atendendo ao pedido, a dona de casa foi até a residência do criminoso, onde ainda teve o corpo enrolado em plástico após ser estuprada e morta.

O detido ainda confessou que jogou o corpo de Ana Lúcia em uma caçamba em lixão. Porém, o cadáver da vítima não foi encontrado e é procurado por equipe do Corpo de Bombeiros nesta manhã.


Jovem argentina é resgatada após viver 9 anos presa em garagem

Postado em 23/4/2014 em 12:28 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Adolescente de 15 anos ficou presa em condições desumanas.
Jovem pesava apenas 20 kg quando foi resgatada.



Uma adolescente de 15 anos, que ficou presa em uma garagem em condições desumanas durante nove anos, foi resgatada em Buenos Aires, pesando apenas 20kg, informou uma fonte judicial nesta quarta-feira (16) à AFP.

A jovem, que tem uma deficiência no crescimento causada pela desnutrição, contou que recebia apenas pão e água e que era castigada quando comia os restos da comida do cachorro e do macaco, com os quais dividia o espaço.

A vítima contou que, nos últimos nove anos, saiu apenas duas vezes do local onde era mantida.

A mãe biológica da criança, de origem humilde e com outros setes filhos, entregou a filha a um casal em 2001, por não ter condições de mantê-la.

A família de origem da adolescente, que manteve contato com ela somente até 2005, encontrou-a quando sua irmã mais velha fez 18 anos e passou a procurá-la.

O casal tinha a guarda provisória da jovem, e buscava conseguir a adoção definitiva. Os dois são seguidores do culto "San La Muerte" (São Morte), popular na América Latina, mas considerado pagão pela Igreja Católica.

Seus tutores foram detidos e serão acusados de 'redução à escravidão e à servidão, lesões graves e privação ilegal de liberdade', segundo a Justiça.

A situação do casal será decidida na próxima semana pela juíza María Gabriela Lanz, de acordo com a fonte judicial, que pediu anonimato.
 


Assédio sexual em vagão vira fetiche em Tóquio e dá prisão em NY

Postado em 22/4/2014 em 02:25 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 O assédio sexual a passageiros ocorre em São Paulo e repete-se nos vagões de outras metrópoles. Em Tóquio, o ato comum e virou fetiche. Há motéis com suítes que imitam o ambiente do metrô.

Em Nova York, um decisão da Justiça estabeleceu prisão de até um ano para “encoxadores”. Já em Londres, há operações para detê-los. Em Buenos Aires, os assediadores trocavam “dicas” num blog para cometer o crime e, no Rio, o público masculino insiste em desrespeitar o vagão exclusivo para mulheres.

Saiba mais sobre cada metrópole abaixo.

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Assédio no trem

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Tóquio

Fetiche do metrô

No metrô de Tóquio, assédio sexual comum. Segundo as autoridades, dois terços das passageiras entre 20 e 30 anos já foram vítimas. O chikan —como conhecido no Japão— ocorre mais frequentemente pela manhã, em linhas com grandes distâncias entre as paradas. Cartazes de advertência contra o abuso estão em todas as estações e há vagões exclusivos para mulheres nos horários de pico.

A cultura machista japonesa, no entanto, procura transformar abuso em fetiche. Em alguns motéis, há suítes temáticas com a aparência de um vagão de metrô, para a prática do chikan como fantasia sexual.

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Nova York

Prisão para abuso

Uma decisão tomada em fevereiro pela mais alta corte do Estado de Nova York estabeleceu que “encoxadores” em metrôs poderão ser acusados criminalmente e receber penas de até um ano de prisão.

A decisão se refere a um caso de 2009, em que um homem foi preso após esfregar seu órgão genital em um rapaz numa estação de metrô de Nova York. A medida foi considerada uma vitória por grupos que defendem punições mais rigorosas para esse tipo de abuso. O Departamento de Polícia de Nova York registrou, em 2012, cerca de mil denúncias de contatos forçados ou exposição pública.

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Londres

Guardião do trem

Criado há um ano, o “Guardian”, programa de prevenção e combate ao assédio sexual no transporte público em Londres, dá resultados práticos. Numa operação no mês passado, 16 homens foram detidos sob suspeita de praticar algum tipo de assédio. O projeto foi criado depois de uma pesquisa mostrar que 15% das mulheres sofreram algum tipo de abordagem sexual em meios de transporte. Mas 90% delas nunca haviam informado as autoridades. A polícia de Londres diz que o combate ao assédio sexual importante por ter “efeito desproporcional na confiança das pessoas em viajar, sobretudo as mulheres”.

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Buenos Aires

Blog do assédio

O Programa das Vítimas contra as Violências do Ministério da Justiça registrou 1.139 denúncias em 2012. Desse total, 6% (68 casos) ocorreram em ônibus, metrô, trens e táxis. Entre janeiro e maio de 2013, 18 dos 418 casos se deram em meios de transporte.

Em Buenos Aires, onde o metrô costuma estar lotado, não há vagão exclusivo para as mulheres. A Agência Nacional de Notícias Jurídicas do país denunciou, em 2013, um blog no qual homens que assediavam mulheres em trens e ônibus da capital trocavam “dicas” para cometer o crime. A página foi retirada do ar.

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Rio de Janeiro

Vagão para elas

O vagão exclusivo para mulheres nos trens e no metrô do Rio de Janeiro completa neste mês oito anos de existência. De segunda a sexta, das 6h s 9h e entre 17h e 20h, sempre há o espaço destinado para elas. A medida, aprovada em lei, surgiu para evitar que homens se aproveitassem da superlotação para assediar as passageiras.

Hoje, alguns homens ainda ignoram a regra. Segundo a SuperVia, que administra os trens, a lei não dá autonomia para que agentes possam expulsá-los. Na manhã da última terça-feira, um dos infratores ejaculou num dos vagões femininos. Ele acabou preso por violação sexual.


Adolescente de 15 anos afirma ter sido estuprada por professor

Postado em 22/4/2014 em 02:24 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Caso foi registrado na Delegacia da Mulher, em São Vicente, SP.
Vítima afirma que estava assistindo um filme antes de ter sido estuprada.

 A Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) de São Vicente, no litoral de São Paulo, está investigando mais um caso de estupro contra uma estudante. Desta vez, a vítima seria uma adolescente de 15 anos, que mora no bairro Beira Mar.

Segundo relatos da vítima, um professor, amigo da família, teria sido responsável pelo abuso. O crime teria ocorrido no sábado (8) e a ocorrência foi registrada na madrugada desta segunda-feira (10), no Distrito Policial (DP) Sede de São Vicente, após a jovem contar para a mãe o que havia acontecido.

A adolescente diz que o homem teria prometido levar suas duas filhas e ela, além do seu irmão, de dois anos, para o cinema. Antes, havia sido combinado que todos dormiriam na casa do suspeito. Segundo a jovem, as filhas do professor não estavam na residência, mas ele fez com que ela assistisse a um filme. Mais tarde, quando a adolescente dormia, o suspeito teria invadido o cômodo onde ela se encontrava e cometido o ato sexual.

Há poucos dias, uma jovem, de 16 anos, foi vítima de abuso em área próxima ao Centro de Convenções de São Vicente. A polícia segue investigando esse caso, mas nenhum suspeito foi preso.


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