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Mulheres são obrigadas a passar por teste de virgindade para se tornarem policiais na Indonésia

Postado em 14/12/2014 em 09:38 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Recrutas do sexo feminino estão sendo forçadas a realizar “testes de virgindade” antes de ter liberação para começar a treinar na Indonésia.

A prática foi condenada pelo grupo dos direitos humanos local, que diz que as recrutas descrevem o processo como “doloroso e traumático.”

As autoridades indonésias estão sendo forçadas a abolir a prática, que só é aplicada às mulheres que desejam se tornar agentes da polícia. Os homens não necessitam realizar tal teste.

Mulheres na Indonésia, que desejam se tornar policiais, são obrigadas a passar por teste doloroso de virgindade. País está sendo criticado pela prática.

Altos funcionários da polícia no país, de maioria muçulmana, afirmam que os testes já não existem mais. No entanto, no dite de recrutamento diz: “Todas as mulheres que querem se tornar policiais devem manter sua virgindade.”

O teste, em que as requerentes do sexo feminino são examinadas para garantir que seus hímens ainda são intactos, foi descrito por elas como “verdadeiramente perturbador.”

Uma das mulheres que participou do recrutamento disse: “Eu temia que, depois de realizar o teste, eu não seria uma virgem mais. Ele realmente machuca. Minha amiga mesmo desmaiou.”

O país tem sido criticado pela falta de igualdade de gênero em sua força policial, apenas três por cento das quais é composta de mulheres.

 


Motorista causa polêmica ao colocar adesivo com imagem de mulher amarrada e amordaçada na traseira de seu veículo

Postado em 14/12/2014 em 09:37 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um adesivo mostrando uma mulher amarrada e amordaçada em uma pick-up provocou revolta nos internautas, levando o proprietário a receber uma visita da polícia.

Uma mãe que caminhava com seu filho de três anos de idade, em Leeds, Inglaterra, viu o adesivo chocante na semana passada e informou a polícia antes de postar uma foto no Twitter.

O fato gerou uma enxurrada de críticas e insultos, pedindo que a imagem fosse banida e o responsável punido.

Motorista teve que remover adesivo de veículo após imagem chocante de mulher amarrada e amordaçada na traseira de pick-up revoltar internautas na Inglaterra.

Após uma série de reclamações relativas à imagem, a polícia rastreou o proprietário.

O inspetor-chefe, Steve Palmer, disse: “Fomos comunicados no sábado sobre uma imagem fotográfica que tinham sido vista na parte traseira de uma pick-up, no centro da cidade de Leeds. Nela parecia que havia uma mulher amarrada e amordaçada na parte de trás do veículo. Essas preocupações também foram levantadas em mídias sociais, com uma série de queixas.”

De acordo com a polícia, após o proprietário ser rastreado e encontrado, ele concordou em retirar a imagem do veículo ao saber da polêmica que vinha causando.

 


Advogado hipnotiza clientes mulheres para ter relações íntimas com elas

Postado em 14/12/2014 em 09:36 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um advogado norte-americano tem causado polêmica por conta de uma atitude incomum. Ele teria hipnotizado clientes mulheres a fim de ter relações íntimas com elas.

Michael Fine, de 57 anos, pode perder o direito a exercer seu trabalho por conta das acusações. Ele vive em Ohio, nos EUA.

A polícia descobriu o feito após uma das clientes, identificada apenas como “Jane Doe”, começou a ter “vagas lembranças” após contratar o advogado. “Ela era incapaz de recordar de forma substancial as reuniões (que teve com o advogado), mas depois percebia que suas roupas e sutiãs estavam fora do lugar, e seu órgão genital estava molhado”, contou um membro do Ministério Público.

Um advogado norte-americano tem causado polêmica por conta de uma atitude incomum. Ele teria hipnotizado clientes mulheres a fim de ter relações íntimas com elas.

A polícia aconselhou a mulher a não voltar ao escritório do advogado, mas ela decidiu realizar o feito equipada com um gravador. É possível perceber Fine realizando conversas de natureza sexual, induzindo a “cliente” a ter orgasmos múltiplos.

Dias depois ela gravou um telefonema ilícito entre eles.

Um mandado de busca foi obtido por policiais locais para gravar Jane Doe durante uma reunião com o homem. A cena mostrou o acusado hipnotizando a mulher e em seguida a levando até um sofá, enquanto os oficiais aguardavam nas proximidades.

Após notarem que Fine estava prestes a começar a se aproveitar da cliente, os agentes invadiram o local para realizar o flagrante.

O suspeito já havia sido acusado por outra cliente de comportamento inadequado.

 


Babá é acusada de ter relações íntimas com menino de 10 anos que ela cuidava

Postado em 14/12/2014 em 09:36 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Marybeth Rataic, de 25 anos, de Willimantic (EUA), enfrenta 10 acusações criminais depois de que suspeitas surgiram sobre ela ter tido relações íntimas com uma criança de 10 anos, após a mãe do garoto descobrir mordidas “de amor” em seu pescoço.

O menino disse à mãe, que tem outros três filhos, que Rataic, que era sua babá, teve relações íntimas com ele em pelo menos três ocasiões.

Em uma das situações, a mulher é dita ter levado a criança para o quarto e ter tido relações enquanto o irmão dormia ao lado.

Babá Marybeth Rataic está sendo acusada de ter relações íntimas com menino de 10 anos que ela cuidava. Caso está sendo investigado nos EUA.

Ela supostamente teve outras relações íntimas com a vítima quando a mãe da criança estava no hospital dando à luz.

Rataic negou os abusos e disse que a criança era quem havia agido de forma suspeita sobre ela, chegando a se empurrar para cima dela.

Um amigo de Rataic e da mãe da criança disse que a acusada está emocionalmente arrasada com as acusações.

Um juiz ordenou que Rataic não tenha nenhum contato com a criança. Ela está intimada a aparecer em New Haven, no Superior Tribunal de Justiça, no dia 25 de novembro.

 


Adolescente pedófilo é preso após estuprar menina de cinco anos e a contaminar com doença sexualmente transmissível

Postado em 14/12/2014 em 09:35 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Uma menina de cinco anos de idade foi infectada com uma doença sexualmente transmissível, depois de ser estuprada por um parente adolescente.

Luis Arevelo foi preso por ter abusado intimamente da criança, depois que sua mãe a levou para um hospital e ela foi diagnosticada com clamídia.

O adolescente de 18 anos, da Pensilvânia, Estados Unidos, é acusado de estuprar a menina em seu quarto, em um incidente que aconteceu há alguns meses.

Menina de cinco anos foi contaminada com doença sexualmente transmissível após ser estuprada por adolescente. Rapaz foi preso após incidente.

Quando entrevistada, sua mãe disse que a filha já havia lhe dito que Arvelo “enfiou o ‘xixi’ em suas partes íntimas.”

O adolescente, que nasceu no Equador, nega ter estuprado a criança, mas admitiu ter clamídia. Ele está detido na prisão do condado de Delaware.

A mãe da vítima não foi acusada pelo incidente.

 


Professor casado é julgado após ter relação íntima com aluna menor na mesma semana em que esposa sofreu aborto espontâneo

Postado em 14/12/2014 em 09:34 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um professor casado teve relações íntimas com uma aluna menor, na mesma semana em que sua esposa sofreu um aborto espontâneo.

Stuart Kerner tirou a virgindade de uma menina de 16 anos. O professor, que era vice-diretor, enviou um bilhete à menina marcando um encontro escondido dentro da instituição.

O homem de 44 anos de idade acabou fazendo com que a estudante temesse estar grávida após o incidente.

Professor Stuart Kerner está enfrentando acusações criminais após ter relação íntima com menina de 16 anos, na mesma semana que em sua esposa sofreu aborto espontâneo.

Ela disse: “Minha menstruação estava atrasada, e eu estava muito preocupada. Quando eu lhe disse, ele falou ‘não faça isso comigo'”.

A relação secreta havia se iniciado um ano antes, quando o professor deu o primeiro beijo na aluna.

Kerner, de Aylesford (no Reino Unido), nega as acusações. O julgamento continua.

 


Casal gera congestionamento ao manter relação íntima dentro de carro em rodovia

Postado em 14/12/2014 em 09:33 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um casal gerou um enorme congestionamento em uma rua de Springfield, Oregon, nos EUA. Ele mantinham relações íntimas dentro de um carro.

Keli Knutson e Logon Jackson haviam saído de uma boate para maiores e decidiram manter o clima apimentado. Eles começaram a ter relações dentro de um carro estacionado em frente a uma delegacia.

A movimentação do veículo atraiu a atenção de pedestres e motoristas. Diversos carros pararam para conferir a cena, provocando um grande engarrafamento no local.

Um casal (Keli Knutson e Logon Jackson) gerou um enorme congestionamento em uma rua de Springfield, Oregon, nos EUA. Ele mantinham relações íntimas dentro de um carro.

Os envolvidos acabaram sendo abordados pelas autoridades e tiveram que interromper o relacionamento “não tão íntimo”. Eles foram encaminhados à delegacia próxima.

 

 


Homens desenvolvem suplemento para fazer com que região íntima de mulher fique com cheiro de pêssego

Postado em 14/12/2014 em 09:32 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Dois homens desenvolveram um suplemento probiótico destinado a adoças o cheiro da região íntima das mulheres.

Os homens em questão são Austen Heinz e Gilad Gome, e o produto é chamado de doce de pêssego.

Não é um empreendimento puramente cosmético, embora os criadores digam que doce de pêssego será capaz de evitar infecções por fungos e outros problemas de saúde causados por micro-organismos.

Austen Heinz e Gilad Gome criaram suplemento probiótico capaz de fazer com que região íntima de mulheres fique com cheiro de pêssego. Cães e gatos podem ganhar versão de banana.

Heinz explicou: “. A ideia partiu porque os seus cheiros não são humanos. Eles são produzidos pelas criaturas que vivem em você.”

Mas Heinz e Gome não se contentaram em criar o produto apenas para humanos. Eles também trabalham em um modelo desenvolvido para cães e gatos.

Eles estão o chamando de Petomics, e seu objetivo é fazer com que as fezes dos animais tenham cheiro de bananas.

 


Adolescente pedófilo de 17 anos se passa por criança para se matricular em escola e se aproximar dos alunos

Postado em 14/12/2014 em 09:31 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um adolescente pedófilo acabou detido ao tentar se passar por uma criança de 12 anos para se matricular em uma escola e ficar próximo dos menores.

Jovem Ricardo Javid Lugo foi preso ao lado de Randy Ray Wesson, de 28 anos, que supostamente fingiu ser seu pai e falsificou documentos para levá-lo para a escola.

Ricardo, de 17 anos, se passou por um garoto de 12 para ter acesso às crianças na escola, sendo preso por suspeita de crimes de conteúdo íntimo ligado ao público infantil.

Adolescente foi matriculado em escola como garoto de 12 anos para ter acesso a crianças para supostos abusos infantis. Ele contava com ajuda de homem que fingia ser seu pai.

Randy, que diz ter fingido ser o pai do adolescente, também foi preso. O homem também admitiu ter abusado intimamente de mais de 100 crianças entre as idades de 7 a 14 anos.

Ele supostamente colocou o adolescente na Escola Hurst Hills Elementary, no Texas (EUA), há mais de três meses, após falsificar seus documentos para a entrada no local, em agosto.

De acordo com um depoimento de detenção, Randy admitiu ter 42 mil imagens de crianças armazenadas em seu computador e vários dispositivos de mídia.

Policiais foram avisados sobre o suposto esquema fraudulento pelo Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas, e invadiram a casa de Randy no início desta semana.

Depois de uma busca no imóvel, eles apreenderam uma grande quantidade de provas de provas.

Ricardo foi retirado da classe na terça-feira (18) pelo serviço de proteção as crianças e foi preso no dia seguinte.

Autoridades alegaram ainda não saber se o material apreendido inclui imagens de alguma criança da escola que o adolescente estudava.

 


Em cerimônia coletiva, 160 casais homossexuais oficializam união no Rio Comente

Postado em 14/12/2014 em 09:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

 

Ao todo, 160 casais homossexuais oficializaram união simultaneamente neste domingo (23), no Armazém Utopia, zona portuária do Rio de Janeiro. Esta foi a quinta cerimônia de casamento civil homoafetivo realizado no Estado e a maior cerimônia do mundo, segundo a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, organizadora do evento. No total, mais de 500 casais foram beneficiados com a iniciativa, resultado de parceria entre a secretaria o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro.

A abertura da cerimônia foi feita com a performance da travesti, atriz e cantora Jane Di Castro, que interpretou "Emoções", de Roberto Carlos. A própria Jane Di Castro foi uma das noivas. Ela oficializou a união de 47 anos com o companheiro Otávio Souza Bomfim. "É um momento maravilhoso. Para quem veio da ditadura isso que estamos vivendo é um paraíso. É uma realização e uma vitória", disse a artista ao comentar que o marido foi o primeiro e o único amor da vida dela.

O professor de português Carlos Freire e o cozinheiro Antônio Otávio de Lima estão juntos há sete anos e já pensavam em casar antes da decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu os direitos dos casais homoafetivos, em maio de 2011. Eles ficaram sabendo da cerimônia pela internet. "Fomos os primeiros a nos inscrever", disse Antônio. "Já estávamos pensando em dar entrada e se fosse negado iríamos até as últimas instâncias, pois eu e meu companheiro podemos usufruir dos mesmos direitos que qualquer outra família", contou. A lua de mel já está marcada. Será em janeiro no Recife.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos e coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, e seu companheiro, João Silva, foram o primeiro casal a ter a união convertida em casamento no Estado do Rio de Janeiro. "É uma ação afirmativa para chamar a atenção de todos para as conquistas e os desafios na área dos direitos civis e humanos da comunidade LGBT. O casamento garante a possibilidade de vários projetos de futuro juntos, como a casa própria, ampliar a família e um nível de segurança jurídica formidável", destacou.

Nascimento explicou que, pelo grande número de casais desta edição, o espaço foi ampliado para garantir a presença dos mais de 1.500 convidados.  "Na primeira cerimônia tivemos 43 casais, na última, 132 e a tendência é crescer mais, pois os casais vão se encorajando, percebendo que o evento é digno e organizado, que eles serão tratados com respeito". A próxima cerimônia será no Maracanãzinho.

Stefani do Couto, 33, foi convencida pela companheira, Gisele Domiciano, 32, a consumar a união estável. "Para mim sempre foi um sonho e quando fizemos dois anos de namoro disse que queria casar com ela", contou Gisele. "Nunca me vi casando, mas me deixei levar."

A assistente de estúdio de TV Suzana Amâncio, 27, e a fotógrafa e designer Gláucia Rafael Pereira, 25, se conheceram há quase seis anos por intermédio de uma amiga e estão juntas até hoje. A decisão de se casar surgiu há algum tempo. "Acho que só quando colocar a aliança é que [a ficha] vai cair, porque mesmo morando juntas, este momento é único, pois é a oficialização da nossa união perante a sociedade", comentou Suzana. "E queremos construir uma família, ter filho e isso faz toda a diferença para nós: ser reconhecido como um casal de verdade", completou a noiva. A lua de mel ainda está sendo negociada entre Peru e Disney.

Após a cerimônia, os recém-casados e convidados comemoraram o matrimônio em uma recepção oferecida pelo governo do Rio no próprio Armazém Utopia.

 


Polícias do PR investigam imagens de nudez e sexo de pessoas uniformizadas 83

Postado em 14/12/2014 em 09:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

    As imagens estão circulando em grupos do WhatsApp, redes sociais e blogs

As polícias do Paraná investigam pelo menos três casos que envolvem imagens de nudez e sexo com pessoas vestindo uniformes das corporações.

No caso mais recente, a imagem de uma mulher seminua vestindo um colete da Polícia Militar está sendo vinculada a uma foto do rosto de uma policial militar.

As imagens começaram a circular inicialmente em grupos fechados do WhatsApp que reúne policiais e se espalhou pela internet. A foto da mulher seminua era enviada aos destinatários e, na sequência, também era compartilhada a foto com o rosto da policial, como se fossem a mesma pessoa. O Comando da PM quer identificar o autor da associação.

Além da investigação interna da PM, o caso também está sendo investigado pelo Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber), onde a policial registrou um boletim de ocorrência por crime contra a honra. Ela nega ser a pessoa fotografa sem roupa.

A militar também utilizou seu perfil no Facebook para comentar o caso. No texto, ela alerta que o caso não ficará esquecido e adverte o autor da postagem da foto que "você mexeu com polícia e não com criança".

A assessoria de comunicação da PM informou que a corporação está estudando as medidas legais para identificar o autor da postagem. Em nota encaminhada à reportagem, a PM afirma que "ao funcionário público ofendido em situações de divulgação de imagens cabe buscar os seus direitos conforme legislação vigente e representar contra seu ofensor em uma delegacia, conforme o caso da policial militar citada nas mídias sociais".

Em relação a foto da mulher seminua, a PM diz que "se ficar comprovado que seja uma policial, ou um policial que emprestou as vestimentas para a foto, fica este passível de responsabilização severa já que fere ética e moralmente a legislação castrense".
Policia Civil

Em outro caso, a imagem de uma mulher ajoelhada sobre uma cama e vestindo uma camiseta preta semelhante às utilizadas por policiais civis do Paraná também circula por grupos do WhatsApp.

Na foto, a mulher porta uma arma, presa em uma calcinha branca. A arma se assemelha a uma pistola, também utilizada pela Policia Civil.

De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, a foto não contém elementos que possa levar a identificação da mulher, que está de costas. A coordenação da Polícia Civil admite haver semelhanças entre a camiseta e a arma --marca Taurus calibre .40-- utilizadas na instituição, mas ressalva que a pistola pode ser um simulacro e o vestuário pode ter sido confeccionado sem o conhecimento da polícia.

Sem a identificação da mulher, a Polícia Civil coleta dados para saber a origem da foto, sem instauração de procedimento oficial. A assessoria de imprensa do órgão afirma que se for comprovada a condição de policial da mulher, ela poderá responder a procedimento interno e ser suspensa da função por um período de até 60 dias, por infração às normas da polícia.

Se a mulher não pertencer à instituição e se for comprovada que a arma é verdadeira, ela poderá ser indiciada por posse ilegal de arma. Quanto ao uso da camiseta, a Polícia Civil informou que não existe padronização das camisetas e apesar das semelhanças, cada delegacia pode confeccionar o vestuário para os policiais.
Guarda Municipal de Maringá

Em setembro, em Maringá, na região norte do Estado, a Guarda Municipal da cidade instaurou processo administrativo contra um membro da instituição investigado por ter postado um vídeo com cenas de uma relação sexual em um blog sobre fetiche por homens fardados.

Nas imagens, o servidor público aparece vestindo uma camiseta da guarda municipal durante uma relação com outro homem. O vídeo se espalhou pela cidade e motivou a abertura de uma investigação da corporação.

O diretor da Guarda Municipal de Maringá, João Carlos Virmond de Porto, disse que o funcionário foi identificado e, ao ser chamado para depor, confirmou estar utilizando a camiseta da corporação durante o registro do vídeo.

O homem também afirmou ser homossexual, mas negou que tivesse divulgado o vídeo íntimo. Ele não soube explicar como as cenas foram postadas no site.

Apesar das explicações, ele está respondendo a um processo administrativo e pode ser exonerado do serviço público por falta de decoro.  A conclusão do processo deve ocorrer nos próximos dias. Até lá, o funcionário continua exercendo sua atividade na área interna da instituição, onde trabalhava anteriormente.

 


Polícia vai reconstituir morte de adolescente atropelada pelo tio em SC

Postado em 14/12/2014 em 09:28 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

A Polícia Civil de Santa Catarina vai reconstituir na próxima semana a morte da estudante Jéssica Maiara, 17, atropelada e morta pelo tio André Luís da Silva, 47. Depois de seis dias desaparecida e de intensas buscas da polícia, o corpo decomposto da menina foi encontrado na quinta-feira (20), em São José, na Grande Florianópolis. 

Segundo o delegado Luiz Rosado, o objetivo da reconstituição é derrubar a versão do tio de que a morte teria sido um acidente. Rosado disse que "ele escondeu o corpo e passou seis dias fingindo que não fez nada, até ser descoberto".

O laudo do IGP (Instituto Geral de Perícias) apontou "causa da morte indefinida". O delegado suspeita que houve abuso sexual e pediu exames complementares. Silva admitiu à polícia que deu carona para Jéssica e também que assediou a sobrinha durante o trajeto de casa para a escola no último dia 14.  Na versão dele, Jéssica teria saltado do carro em movimento para escapar dos avanços sexuais, batendo com a cabeça no meio-fio e sendo atropelada pelas rodas traseiras.

Conforme o delegado, Silva, mecânico e pai de três filhos, tinha antecedentes de abuso sexual. Em 2006, ele foi preso em flagrante em um motel com duas menores, mas escapou à condenação.

Jéssica pegou carona com o tio para ir à escola sem que ninguém tivesse visto. O alerta do sumiço foi dado no mesmo dia. No dia seguinte, polícia, familiares e amigos iniciaram as buscas. Entre as pessoas mais ativas na procura, estava o próprio Silva.

A polícia passou a suspeitar do mecânico após a mulher dele, Edilene, tia da menina morta, contar que o marido agiu de forma estranha ao convidá-la para ir à praia no auge da comoção pelo desaparecimento.

A polícia confirmou as suspeitas depois de examinar várias fitas de câmeras de segurança da região. Numa delas, tio e sobrinha foram vistos no carro dele. Na quinta-feira,  já com ordem de prisão emitida pela Justiça, Silva tentou fugir para São Paulo, mas foi preso na saída da cidade.

Segundo a polícia, ao ser preso Silva teria dito que "foi burrice" e informou aos policiais onde estava o corpo. Ele contou que comprou cinco sacos de lixo preto de 150 litros cada para esconder a menina.

Mais tarde, depois que o corpo foi recuperado, ele deu à polícia a versão de acidente, recusando-se a assinar uma confissão e o próprio depoimento. Mais de 300 pessoas compareceram ao enterro, no Cemitério São João Batista de Forquilhas, na sexta-feira (21).

Os pais e o irmão dela choravam muito. A mãe, dona Clair, disse aos presentes não entender como "meu cunhado (Silva) fez isto com uma menina que ele viu crescer". Os familiares e amigos usavam uma camiseta branca com uma foto de Jéssica e a frase que ela tinha tatuada no corpo: "A vida é constituída nos sonhos e concretizada no amor".

 


Nos EUA, mais de 80 universidades são investigadas por ignorar estupros

Postado em 14/12/2014 em 09:26 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 As denúncias de abuso sexual na Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) chama atenção para um problema que tem dimensões internacionais.

Só nos EUA, por exemplo, o Departamento de Educação investiga 86 instituições de ensino superior por supostamente ignorar casos de violência sexual em suas dependências.

A maneira como as universidades americanas lidam com denúncias de estupros e agressões sexuais tem sido alvo de críticas nos últimos anos. Além das investigações do governo federal, a Casa Branca encampa uma campanha de conscientização.

A lista de alvos dos inquéritos inclui algumas das mais respeitadas universidades americanas, como Harvard e Princeton, e não para de crescer. Em agosto do ano passado, menos de dez instituições estavam sob investigação. Em maio deste ano, o número já passava de 50.

Muitos dos casos se assemelham às recentes denúncias de abusos na USP.

E, assim como no Brasil, o aumento no número de investigações se deve em parte à mobilização das próprias vítimas – ou sobreviventes, como preferem ser chamadas. Elas têm levado cada vez mais denúncias ao Gabinete de Direitos Civis (OCR, na sigla em inglês) do Departamento de Educação, responsável pelas investigações.

Em outros casos, a iniciativa de investigar determinada instituição parte do próprio órgão.

 Panos quentes

Os relatos das estudantes costumam ser parecidos: elas dizem que, de modo geral, as vítimas de violência sexual nos campi não recebem apoio e são desencorajadas pelas universidades a denunciar os agressores.

As alunas afirmam que, mesmo quando o caso é levado adiante, as denúncias costumam não ser investigadas adequadamente; os agressores não são punidos e, muitas vezes, as vítimas acabam sofrendo retaliações.

"As universidades têm obrigação legal, financeira e moral de proteger seus estudantes da melhor maneira possível ou, se isso falhar, de expulsar aqueles que violaram a segurança de outros", diz a ativista Kerri Kearse.

"Em vez disso, as universidades frequentemente acabam agindo para abafar as vozes dos sobreviventes de violência."

As investigações do Departamento de Educação são baseadas em uma lei federal que proíbe discriminação sexual na educação e obriga as universidades a investigar relatos de violência sexual em seus campi, a chamada Title 9 (Título 9).

Em caso de descumprimento, as instituições correm o risco de ter seu financiamento federal cancelado.
'Depende de nós'

A pressão das sobreviventes, que se mobilizaram por meio de redes sociais e hoje formam um movimento nacional, colocou o tema da violência sexual nas universidades no centro da agenda no debate público americano.

Segundo o governo americano, uma em cada cinco universitárias americanas sofre algum tipo de violência sexual.

Em setembro, a Casa Branca lançou uma campanha nacional para enfrentar o problema, chamada It's On Us (Cabe a Nós, em tradução livre), com a participação de celebridades como os atores Jon Hamm (de Mad Men), Kerry Washington (de Scandal) e do próprio presidente Barack Obama e seu vice, Joe Biden.

"Depende de todos nós, de cada um de nós, lutar contra violência sexual nos campi", disse Obama na época do lançamento.

O objetivo é fazer com que os estudantes ajudem a prevenir a violência sexual e intervenham para evitar casos.

Além de anúncios que buscam conscientizar a população sobre o problema, a campanha pressiona as universidades para que conduzam pesquisas em seus campi para verificar a ocorrência de casos, estudar os fatores de risco e assegurar que procedimentos sejam adotados.

A campanha entrou em uma nova fase com o lançamento de uma "Semana de Ação" em campi do país inteiro. Foram programados mais de 150 eventos, como debates sobre violência sexual, exibição de documentários sobre o tema e oficinas sobre como se defender e como intervir em casos de agressão.

A ação do governo para pressionar as universidades a mudar a maneira como tratam do problema e cumprir a lei ganhou força a partir de 2011, quando o Departamento de Educação enviou uma carta aos presidentes de todas as instituições de ensino superior do país.

Nela, afirmava que "o assédio sexual a estudantes, incluindo atos de violência sexual, é uma forma de discriminação sexual proibida pelo Título 9".

A Casa Branca também determinou padrões mais rígidos para punir os acusados do que os usados no sistema de justiça criminal. A regra é que, em casos de julgamentos nos campi (geralmente conduzidos por professores e diretores), se houver pelo menos 51% de probabilidade de culpa, o acusado deve ser punido.
Práticas polêmicas

Pressionadas, muitas universidades têm agido para mudar suas práticas, com medidas às vezes polêmicas.

Na Califórnia, a nova lei batizada de Yes Means Yes ("Sim Significa Sim", em tradução livre) determina que, antes de relações sexuais, os estudantes das universidades do Estado precisam receber consentimento explícito de seus parceiros - que pode ser verbal ou não, desde que seja claro.

O texto ressalta ainda que falta de resistência não significa consentimento e que pessoas sob efeito de álcool ou drogas ou que estejam inconscientes não estão aptas a consentir.

A lei foi elogiada por grupos de prevenção de violência, mas críticos dizem que pode tornar mais difícil para os injustamente acusados comprovarem inocência.

Muitas universidades adotam políticas semelhantes à lei californiana. Em algumas, como Yale, qualquer ato sexual que não tenha recebido consentimento "positivo, específico e inequívoco" passou a ser considerado considerado agressão.

Uma das maiores polêmicas recentes ocorreu em Harvard. Ao contrário de outras instituições, as novas normas adotadas pela universidade não exigem "consentimento afirmativo", mas proíbem o que chamam de "conduta indesejável".

Mas as regras provocaram críticas, entre elas as de que a definição de conduta indesejável é muito ampla.

No mês passado, um grupo de 28 professores de Direito da universidade publicou uma carta de protesto no jornal "Boston Globe". O texto diz que os procedimentos adotados pela instituição "carecem dos mais básicos elementos de justiça" e dão mais direitos e proteção às vítimas do que aos acusados.

 


'Casal de três' alimenta debate sobre nova família na Suécia 180

Postado em 14/12/2014 em 09:25 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

   

Erik, Linda e Hampus vivem juntos há dois anos e cuidam de seus cinco filhos. "Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três se amam"

"Somos uma família de oito pessoas: mamãe, papai, papai e cinco filhos. Vivemos em um relacionamento de três adultos, no qual os três se amam".

A declaração feita pela sueca Linda Fridland, em um programa do canal de televisão TV4, criou uma polêmica sobre o conceito tradicional de família na Suécia, debate que também vem ocorrendo no Brasil.

Linda Fridland e o marido Erik viviam juntos havia 15 anos quando conheceram, em 2012, Hampus Engström na empresa de táxi em que trabalham. Foi quando os três se apaixonaram.

Linda e Erik já tinham quatro filhos. Hampus era pai de uma menina de três anos e se separaria da mulher pouco depois.

Naquele ano, todos passaram a viver juntos na mesma casa em Strömsund, no norte da Suécia.

"A família formada por um homem, sua esposa e seus filhos ainda é o conceito predominante. Mas, hoje em dia, as pessoas estão mais abertas ao fato de que existem outras formas de se viver", diz Linda, que criou um blog para contar como é a relação a três.

O caso de Linda e seus dois maridos ainda é, no entanto, um tabu, mesmo na progressista Suécia, onde várias fronteiras se romperam ao longo dos anos no tradicional conceito de família.

Na literatura infantil sueca, tornaram-se comuns as histórias de filhos de casais homossexuais – crianças com dois pais ou duas mães.

Desde 2003, casais homossexuais têm o direito de adotar crianças, e lésbicas têm acesso a subsídios estatais para tentar engravidar por meio de tratamentos de fertilização.

A Suécia foi o primeiro país do mundo a aprovar, em 1944, uma lei que legaliza a homossexualidade e que perdura até hoje - na Rússia, atos homossexuais foram legalizados apenas entre 1917 e 1930, ficando proibidos até 1993, quando foram novamente autorizados. Em 2009, o governo sueco também legalizou o casamento gay.

Mas a noção de poliamor e de poligamia ainda enfrenta barreiras, como demonstram as várias páginas de artigos de jornais dedicados na Suécia a debater o caso de Linda, Erik e Hampus.

"O que parece incomodar mais as pessoas é o fato de ser uma relação entre uma mulher e dois homens, e não o contrário. É como se pensassem 'ela não se contenta com um só'. Mas é um equívoco", destacou Linda em entrevista ao jornal Aftonbladet.

"Não sou eu que tenho dois maridos. Somos nós três que temos dois cônjuges."

 Naturalidade

No programa Jenny Strömstedt, da TV4, Hampus disse que a pergunta mais frequente é sobre como as crianças reagem e se sentem nesta situação.

"Conversamos com cada uma delas. Contamos que viveríamos juntos, e elas reagiram com naturalidade", disse Linda.

Hampus acrescentou que crianças não têm preconceitos: "Elas são abertas a diferentes formas de se viver".

Para Klara Hellner Gumpert, especialista em psiquiatria infantil do prestigiado Instituto Karolinska, da Suécia, a mudança gradual de valores na sociedade provavelmente tornará mais natural e menos problemática a aceitação de novos conceitos de família.

"Em certos aspectos, pode ser difícil para uma criança viver em uma situação como esta. Pode sofrer com comentários maldosos de coleguinhas, por exemplo", disse a psiquiatra à BBC Brasil.

"Por outro lado, vejo frequentemente no consultório crianças com problemas causados por pais ausentes, violentos ou que abusam do álcool. Pais convencionais podem prejudicar os filhos de muitas maneiras. Será que é mais difícil para uma criança viver em uma família com uma mãe e dois pais?"

A psiquiatra diz não considerar uma relação algo condenável, indesejável ou prejudicial para os filhos.

"Há muitos tipos diferentes de família. Algumas crianças crescem com uma mãe solteira, outras são criadas por avós doentes. Se uma relação a três é a forma de algumas pessoas serem felizes, respeito a escolha", destaca Gumpert.

"Mas estas pessoas devem ter consciência de que estão divergindo do conceito normal de família e, por isso, devem lidar cuidadosamente com as crianças em relação a isso. O mais importante para qualquer criança, em qualquer forma de família, é o amor, a atenção e o cuidado que recebem dos adultos que as cercam."
Conceito em formação

Na família de Linda, Erik e Hampus, novos padrões vão sendo formados aos poucos.

Os três têm responsabilidade para com as cinco crianças. Na escola dos filhos de Linda e Erik, o diretor deu permissão especial para que Hampus possa se envolver no seu desenvolvimento, como participar das reuniões com professores.

Na cozinha de casa, foi colocada uma grande mesa com oito cadeiras. Na lavanderia, foi preciso instalar uma nova máquina de lavar, com capacidade para oito quilos de roupas. O quarto de dormir dos adultos fica ao lado da sala de estar.

A reação dos colegas das crianças, segundo Hampus, têm sido natural. "Eu e Erik levamos as crianças a uma aula de esportes, e um coleguinha delas disse: 'Vocês têm dois pais? Bacana!'", conta ele.

No entanto, reação dos familiares foi menos amistosa – especialmente dos pais de Erik, que romperam com o filho. "É difícil dizer por que eles fizeram isso", disse Erik à apresentadora Jenny Strömstedt. "Acho que sentem vergonha."

Linda diz que perdeu a melhor amiga, com quem costumava conversar várias vezes por dia.

"Mas, no geral, a reação das pessoas tem sido melhor do que esperávamos", disse ela.

 Problemas

Resta agora ao trio lidar com os problemas enfrentados por um novo modelo de família em uma sociedade feita para funcionar com dois cônjuges.

Linda e Erik são casados legalmente e têm direito de herdar os bens um do outro. Mas não teriam direito aos bens de Hampus, que também não poderia ser herdeiro de Erik e Linda.

A solução será escrever um testamento, a fim de garantir os direito de herança entre os três.

Eles gostariam de se casar oficialmente, mas a lei sueca não reconhece a poligamia.

Há dois anos, o Partido do Centro (Centerpartiet) chegou a incluir em seu programa de governo uma proposta para reconhecer legalmente o casamento poligâmico.

A proposta provocou uma tempestade no debate em torno dos novos conceitos de família e acabou sendo retirada da versão final do programa do partido.

Mas o movimento jovem do Centerpartiet permanece comprometido com a ideia. "Trata-se de garantir que todos os cidadãos sejam iguais perante à lei", observa a presidente do movimento, Hanna Wagenius.

"Já existem muitas pessoas vivendo relações não-convencionais. Se alguém ama mais de uma pessoa, essa pessoa deve ter os mesmos direitos e a mesma proteção legal que aqueles em uma relação monogâmica."

Para Hanna, é uma questão de tempo a sociedade ver relações poligâmicas como algo normal.

"Não há nenhum argumento razoável contra este tipo de relação. Só não estamos acostumados a enxergar as coisas desta forma", opina.

Linda e seus dois maridos concordam. Para eles, uma legislação mais flexível ajudaria não só a eles, mas também outras pessoas que não se enquadram no conceito tradicional de família.

"Da forma como as coisas são hoje, olham para nós e pensam estamos fazendo algo ilegal", observa Linda. "Mas, se a lei dissesse que nossa forma de viver é válida, muitos olhariam de forma mais natural para outros tipos de união."
Estatuto da Família é alvo de polêmica no Brasil

Um projeto de lei apresentado no ano passado pelo deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) cria o "Estatuto da Família", que traz em seus artigos a definição da "entidade familiar como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes".

O projeto ainda institui a "obrigação do Estado de dar condições mínimas para sua sobrevivência, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam a convivência saudável entre os seus membros e em condições de dignidade".

Para analisar o projeto, a Câmara dos Deputados criou uma comissão especial e realizou audiências públicas. Esta comissão elegeu como relator o deputado Eduardo Fonseca (PROS-DF). Em 17 de novembro, Fonseca apresentou um parecer favorável ao projeto de lei.

A Câmara também colocou no ar uma enquete em seu site em que os cidadãos deveriam votar se concordavam ou não com o conceito de família previsto no projeto.

A enquete foi alvo de grande mobilização popular por aqueles a favor e contra o projeto e teve votação recorde, de mais de 4,3 milhões de votos até o momento. Em 19 de novembro, o "não" vencia com 51,04% dos votos.

Ainda não há data prevista para a votação do projeto de lei pela comissão especial. Se aprovado, o projeto seguirá para análise no Senado.

 


Relatório aponta casos de abusos sexuais na Medicina da USP

Postado em 14/12/2014 em 09:24 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ao Ministério Público, já chegaram denúncias de oito casos de abusos sexuais na Faculdade de Medicina da USP.

 O Fantástico revela as conclusões do relatório que apontou barbaridades que ocorrem na principal universidade do país.

A melhor faculdade de Medicina do país, referência em ensino e pesquisa, é alvo de denúncias. Abusos sexuais, violência recorrente contra calouros no trote, racismo. Tudo isso, segundo os acusadores, dentro de instalações da Universidade de São Paulo, a USP.

“Eles começaram a me beijar, a passar a mão nas minhas partes íntimas, nos meus seios, enfiaram a mão dentro na minha calça”, disse uma estudante.

“Não tenho memória mais do que aconteceu. Eu fui acordar no hospital em um atendimento do pronto-socorro”, contou outra estudante.

Esses depoimentos foram dados por estudantes em uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, em 11 de novembro.

Ao Ministério Público, já chegaram denúncias de oito casos de abusos sexuais na Medicina da USP.

“É um processo muito desgastante. Elas ficam muito expostas”, disse Ana Luiza Cunha, do coletivo feminista Geni.

A promotoria de Justiça de Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação para apurar denúncias de atos de exclusão, violência física e moral dentro da faculdade de Medicina da USP. A promotora do caso, Paula de Figueiredo, relata que as vítimas procuraram a diretoria, fizeram denúncias, mas não encontraram apoio.

Na última terça-feira (18), a delegacia da mulher indiciou um homem acusado de estuprar uma aluna da faculdade durante uma festa no campus em 2011. Ele era funcionário terceirizado da USP e trabalhava durante o evento, organizado pelo Centro Acadêmico da faculdade.

Diante de tantas denúncias, a Congregação da Medicina, órgão máximo da faculdade, formou uma comissão de professores, funcionários e alunos para apurar os abusos e propor caminhos que acabem com os casos de estupro e intolerância dentro da faculdade.

A coordenação da comissão ficou sob responsabilidade do professor titular Paulo Saldiva, um pesquisador de renome internacional. No dia 11, ele pediu afastamento do cargo de professor titular do curso de Medicina por discordar de como a direção da faculdade conduzia o processo.

“A gente podia ter sido melhor, bem melhor. Faltou um pouco a gente abrir um espaço, abrir a porta da sala, para que um aluno venha e manifeste seus problemas”, disse Paulo Saldiva, ex-presidente da comissão.

“É uma decisão dele, pessoal. Ele sempre teve todo o apoio da direção da casa. Nós estamos preocupados com isso. Tanto que criamos a comissão, presidida por ele”, destaca José Otávio Costa Auler Jr, diretor da Faculdade de Medicina.

Com a saída de Saldiva, o professor de clínica geral Milton de Arruda Martins assumiu a coordenação do grupo.

“Saber que uma aluna foi estuprada em uma festa e ela não se sentiu acolhida pela nossa instituição é uma coisa que chama a nossa responsabilidade, com certeza”, disse o professor Milton de Arruda Martins, presidente da comissão.

Após cinco meses, a comissão finalizou nesta semana um relatório sobre os casos de abusos. O documento avalia que “O retrato do que se passa no complexo da faculdade (...) não é nada abonador para instituição".

“Dá para afirmar que existem sérios problemas nos cursos de Medicina”, destaca o professor Milton.

Logo no primeiro item, o grupo aponta: "A violência sexual ocorre de forma repetida na faculdade".

Segundo denúncias feitas à comissão, "houve relatos de financiamento de atividades com prostitutas" nas festas e que "o abuso moral é prática constante" na faculdade

O documento também relata que "as dependências do complexo experimentam rotineiramente situação de consumo excessivo de drogas lícitas, ilícitas e de prescrição" ou seja, remédios que precisam de receita médica.

A audiência pública da Assembleia Legislativa que você viu no começo desta reportagem aconteceu no mesmo dia em que o Doutor Paulo Saldiva pediu afastamento do cargo de professor titular. Durante a audiência, as alunas contaram detalhes das festas.

“Eu gritava para que eles parassem. Um deles ficou muito bravo comigo, ele gritava pra eu parar de fazer aquilo porque ele sabia que eu tava querendo”, disse uma aluna.

“Alunos da própria faculdade cantavam que ‘estupro sim, o que é que tem? Se reclamar vou estuprar você também’”, conta outra aluna.

O deputado estadual que convocou a audiência diz que houve tentativas de cancelar o evento.

Fantástico: Quem pediu ao senhor que a audiência não fosse realizada?
Adriano Diogo, deputado estadual: O diretor da faculdade.
Fantástico: O que ele disse?
Adriano Diogo: Que não realizasse a audiência. Que não realizasse. Que eu não podia envolver o nome da instituição nessas práticas. Ele mesmo ligou.

“Isso é uma mentira. É uma mentira do parlamentar”, afirma José Otávio Costa Auler Jr, diretor da Faculdade de Medicina.

O diretor da faculdade diz que pediu apenas que a audiência fosse realizada em outra data.

“Eu disse a ele apenas isso: ‘Deputado, neste momento, eu preciso de uma posição oficial da faculdade. Se o senhor quiser esperar, o senhor que decide. Eu não posso ir sem uma posição oficial da faculdade’”, disse o diretor da faculdade de Medicina.

Na próxima quarta (26), a congregação, o órgão máximo de cada unidade da USP, deve se reunir para analisar o relatório.

Enquanto isso, as festas na faculdade de Medicina estão proibidas, uma medida que tem o apoio da Atlética e do Centro Acadêmico.

“A gente tem que rever como que a gente tem trabalhado dentro da faculdade”, afirmou Murilo Germano, presidente do Centro Acadêmico.

“A nossa grande preocupação é que isso não volte a acontecer. Um estupro é caso de polícia, não é caso de faculdade”, disse Diego Pestana, presidente da Atlética.

No relatório, o grupo propõe que as festas, quando voltarem a ocorrer, não tenham destilados nem sejam 'open bar', aquelas em que se paga um preço fixo para beber o quanto quiser.

O relatório também sugere a criação de uma instância permanente para que casos de abusos sexuais possam ser denunciados, investigados e punidos.

Fantástico: A Faculdade de Medicina falhou com essas meninas?
Diretor: Eu não diria que a faculdade falhou porque o que chegou ao nosso conhecimento, nós apuramos. Eu acho que é um momento de reflexão. A partir desta semana, nós vamos ter um novo momento, um novo projeto para a faculdade de Medicina.

“A gente não pode deixar que isso volte a acontecer. Na nossa casa? Como assim? Não posso deixar isso acontecer na escola que eu frequento”, destacou o presidente da Atlética.

 


Mulher toma banho de chuva seminua em rua de Rio Verde, GO

Postado em 14/12/2014 em 09:23 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ela não se inibiu com presença de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Outros casos de pessoas nuas em público já foram registrados na cidade.

 Uma mulher foi flagrada enquanto tomava um banho de chuva seminua em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. O flagrante foi feito na Rua Ruzolino Ferreira Guimarães, no Setor Central, região movimentada da cidade, com muitas clínicas e hospitais.

A mulher estava descalça, sem calcinha e usava apenas um sutiã. Segundo testemunhas, ela tomava banho com água da enxurrada em frente a dezenas de pessoas que a observavam, dentre elas crianças.

 A Polícia Militar afirma que não tem registro de nenhuma denúncia sobre o caso. O Código Penal Brasileiro prevê pena de três meses a um ano de detenção ou multa para pessoas que ficam sem roupas em locais públicos.

Nudez
Este não é primeiro caso de moradores de Rio Verde que são flagrados tomando banho ao ar livre. Em abril, outra mulher nua foi filmada quando usava uma torneira de uma clínica, também na região central da cidade, para se limpar.

Um homem também foi flagrado tomando banho em um estacionamento no município. Ele estava nu e lavava as próprias roupas. A Polícia Militar foi acionada e o homem foi liberado após se vestir.

 


Monitor acusado de abusos diz que foi confundido com 'tio malvado' de teatro

Postado em 14/12/2014 em 09:22 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ex-funcionário do Mackenzie foi denunciado pelo estupro de 3 alunas.
Pais de estudantes da escola fizeram abaixo-assinado contra a prisão.

 Há seis meses preso, o monitor demitido do Colégio Mackenzie, em Barueri, na Grande São Paulo, negou as acusações de abuso sexual de três meninas e disse que foi  confundido pelas alunas com um personagem que interpretou em uma peça teatral. “Depois que houve essa peça eu fiquei conhecido na escola entre eles, como: 'olha lá, o tio malvado'. Eles saíam do carro 'ó, o tio malvado, mamãe o tio malvado', afirmou o acusado Antônio de Assis.

A entrevista com o monitor foi feita com exclusividade pelo programa Fantástico na sala de segurança do presídio onde ele está preso. A Justiça deverá julgá-lo nesta semana. Ele foi demitido do colégio e é acusado de abusar sexualmente das alunas de 3 anos de idade, em abril. Além dele, outros dois funcionários foram desligados da escola por suspeita de participarem do mesmo crime, mas só ele foi acusado de estupro e detido.

 ”Chegou um policial com as algemas, me algemou, e falou ‘olha, a partir desse momento você está preso. Aí meu mundo desabou naquele instante ali. Eu olhei aquela algema na minha mão: ‘o que está acontecendo, o que que é isso aqui?’ Eu não tive explicação nenhuma, Disseram que eu tinha que comparecer à delegacia porque estava sendo investigado um caso de abuso lá, Eu não tinha advogado, porque nunca imaginei que fosse precisar de advogado também”.

Segundo o Mackenzie, assim que tomou conhecimento das denúncias de abusos feitas pelos pais das meninas, decidiu afastar os três funcionários citados por elas da unidade Tamboré para preservá-los. O colégio ainda alegou que procurou a Polícia Civil para comunicar as acusações contra os empregados para que fossem tomadas providências. Dos investigados, somente Antônio foi responsabilizado por estupro.

A primeira acusação foi feita por uma das meninas. Ela contou a história para a babá, que avisou os pais da criança. Uma parente de outra garota disse que as suspeitas começaram quando as meninas se queixaram de assaduras.

 “Elas falaram: ‘ele me colocava no colo, abaixa minha calcinha, mexia’. Uma delas usou a expressão bimbinha, fazendo gestos com o dedo. A outra criança, na sequência, dizia: ‘eu não gostava que ele fazia isso. Eu falava que doía’”, relatou.

Na delegacia, 16 dias depois da menina ter falado com a babá, Antônio de Assis foi colocado ao lado de outros quatro homens. Uma das garotas fez o reconhecimento presencial. O delegado perguntou: "Quem é o tio Antônio Malvado?”. De imediato, a menina apontou para Antônio. "Bate nele, bate no bumbum dele”, disse a garota. A promotora que estava presente perguntou o que Antônio havia feito e a menina respondeu: "O tio colocou o dedo aqui”, apontando para o bumbum.

As outras duas meninas fizeram o reconhecimento por foto. No mesmo dia, ele foi preso. O reconhecimento e o depoimento das crianças são as principais provas da acusação, mas o monitor defende que as crianças confundiram a atuação dele com uma apresentação teatral.

 “Na semana de Páscoa teve uma peça de teatro ao qual eu participei e eu fazia o papel de um menino travesso, menino malvado. Depois que houve essa peça eu fiquei conhecido na escola, entre eles, como ‘olha lá, o tio malvado’. Eles saíam do carro ‘ó, o tio malvado, mamãe o tio malvado", defendeu o acusado.

“Acho que as meninas estão confundindo fantasia com realidade para acusá-lo: ele interpretou um menino mau, que maltratava crianças e animais em uma peça e depois passou a ser conhecido na escola como o tio malvado", completou a advogada de defesa Anabella Marcantonatos.

No depoimento, a primeira criança a fazer a denúncia disse que ela e outros três coleguinhas, duas meninas e um menino, teriam sido abusados pelo acusado diante de outra auxiliar de alunos, em uma salinha perto da área de educação física. Ouvida pelo Fantástico, mas sem se identificar, a auxiliar negou as acusações contra ela e contra Antônio de Assis.

“É mentira. Isso nunca ocorreu, nunca. Eu acompanhei essa turma duas vezes pra Educação Física, mas acompanhada com a professora, Eu sei que isso está acabando comigo e eu falo com total convicção que o Antônio também não fez”, disse a auxiliar, que também foi demitida no dia seguinte da queixa dos pais à escola.

Já a polícia não viu nenhum indício contra a auxiliar e ela não foi acusada. O menino ficou fora da denúncia porque, de acordo com os pais, ele não foi à escola no dia do suposto abuso. A data do ocorrido é outro ponto considerado duvidoso. O inquérito considerou 22 de abril, uma terça-feira, como dia do crime.

“Eu nem cheguei a descer ao prédio. Naquele dia eu desci com a turma de educação física, mas a professora optou por dar aula no parque”, defendeu o monitor. “Não se sabe dia, semanas, meses, não tem a data certa da atuação, de quando elas foram levadas pro quartinho porque o fato se repetia, toda a semana. As queixas vinham. A assadura, a recusa de entrar na escola, a outra criança não querendo colocar a calcinha”, rebateu a parente de uma das meninas.

Falhas no processo
A defesa de Assis listou incoerências no processo. Segundo a advogada Anabella Marcantonatos faltam provas técnicas: imagens das câmeras do circuito interno da escola, laudos médicos periciais ou testemunho de pessoas que estavam com Antônio no momento do suposto crime.

A advogada disse que a prisão e a denúncia foram baseadas somente nos relatos das meninas e que elas podem ter sido influenciadas pelo papel interpretado pelo monitor em uma apresentação teatral. Outra falha apontada pela defesa foi a ausência de um profissional especializado para acompanhar as crianças no reconhecimento e no depoimento.

“Do ponto de vista da psicologia, esse procedimento é questionável. Você precisa ser capacitado para entrevistar criança e coletar essa fala de maneira cristalina, sem influenciar, sem colocar palavra na boca dessa criança”, afirmou a psicóloga Lucia Cavalcanti Williams, professora titular da Universidade Federal de São Carlos e referência no estudo e prevenção à violência na escola.

Um parecer psicológico chegou a ser feito mais de três meses depois do primeiro relato da criança. Duas meninas reafirmaram o suposto abuso. A outra, a primeira a denunciar o crime, dessa vez negou o abuso.

Menina: Ele me machucava.
Psicóloga: Onde?
Menina: No meu braço. Só no meu braço.
Psicóloga: Você lembra se ele fez mais uma coisa, se brincou de um jeito diferente?
Menina: Não lembro. Isso já passou.

“O ideal era  a criança ter sido ouvida uma só vez, no caso duas, mas o que ocorre no Brasil é essa peregrinação. A criança conversa com o profissional, depois com outro, e depois com outro, o relato dessa criança pode ser contaminando. É traumatizante pra criança”, explicou a psicóloga Lucia Cavalcanti Williams.

A defensora do ex-funcionário do Mackenzie, que é mãe de duas meninas que também estudam na escola, explicou que decidiu defender o monitor depois de ter tomado conhecimento do caso em uma reunião de pais.

Ela anexou ao processo um abaixo-assinado com 66 assinaturas de pais de crianças do Mackenzie que acreditam na inocência de Antônio. “Além disso, tenho declarações de 15 funcionários que atestam a boa conduta do monitor nos nove anos que ele trabalhou no colégio”, afirmou.

Ela afirmou que decidiu defender Antônio depois que o caso do suposto abuso chegou ao conhecimento dos pais em reuniões. “Percebi que estavam querendo condenar o monitor sem qualquer prova técnica, baseando-se apenas no depoimento de meninas de 3 anos, que foram induzidas, a dizer quem estava com Antônio no dia que elas apareceram com assaduras”, disse Anabella.

“Mas os pais se esquecem que Antônio não trabalha com crianças de 3 anos, mas sim com as de 5 anos, e não estava na aula de Educação Física, conforme uma outra professora falou”.

 Denúncia e julgamento
A polícia já concluiu o inquérito e o Ministério Público (MP) ofereceu a denúncia à Justiça. A juíza da 1ª Vara de Barueri, Cynthia Straforini, ouviu as partes e as testemunhas, e deve dar a sentença até o fim do mês. A pena para esse crime pode chegar a 30 anos de prisão. Em 2009, a legislação também passou a considerar estupro a manipulação dos genitais e não só penetração.

Na denúncia feita pela Promotoria, o abuso ocorreu em 22 de abril. Antônio de Assis foi acusado de “aproveitar-se da momentânea ausência de vigilância” de outros funcionários para despir e tocar as crianças durante a aula de educação física, de acordo com a Folha de S.Paulo.

O promotor Eduardo Querobim não quis falar com o G1 sobre o caso, segundo a assessoria do MP, por se tratar de apuração sigilosa. “No dia do ocorrido, se é que ocorreu, Antônio estava em outro local. Se ele tivesse ido para a educação física, as câmeras teriam registrado isso”, disse Anabella, que é mãe de duas meninas que estudam na mesma unidade do Mackenzie Tamboré, onde o monitor trabalhava.

No dia do ocorrido, se é que ocorreu, Antônio estava em outro local. Se ele tivesse ido para a educação física, as câmeras teriam registrado isso". De acordo com a defesa, mesmo consultas médicas feitas com pediatras particulares contratados pelos pais das supostas vítimas, e que integram o processo, que corre sob sigilo judicial, atestam que não há como concluir que houve abuso.

“Eu acho que uma criança de 3 anos não tem capacidade de discernir entre realidade e fantasia. Mas uma criança de 3 anos não tem capacidade pra inventar um fato e atribuir um nome como todas atribuíram, tio Antônio, fazendo gestos e falando o que ele fazia com elas”, defendeu uma parente.

Já o monitor acredita que a juíza do caso encontrará as falhas apontadas pela defesa no processo. “Eu tenho orado pra que Deus dê coragem pra essa juíza, porque ela vai ter que ter coragem para me inocentar. Quem analisa esse processo e vê, vê que tem falhas ali. Ela vai ter que ter coragem pra fazer justiça. Eu tenho orado a Deus pra que dê essa coragem pra ela”, disse Antônio de Assis.

As três filhas do monitor, que é casado com uma operadora de telemarketing, estudam no Mackenzie. Uma faz faculdade de direito, na unidade Higienópolis, outras duas estão na Tamboré, onde o pai trabalhava. As três meninas supostamente violentadas pelo monitor também continuam estudando no Tamboré, segundo informou a assessoria do Mackenzie.

 


Grávida que foi amarrada em árvore durante tentativa de estupro é encontrada morta no DF

Postado em 14/12/2014 em 09:20 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Casa da vítima exalava cheiro forte desde a última quinta-feira

 Uma mulher grávida foi encontrada morta em sua própria casa em Taguatinga nesta segunda-feira (17), após ter sofrido uma tentativa de estupro na semana passada.

A vítima havia sido encontrada amarrada a uma árvore em um matagal em Taguatinga, sem as roupas íntimas, no último dia 11. Após o ocorrido, a mulher foi atendida pela polícia e pelos bombeiros.

Na noite desta segunda-feira, a mesma mulher, que estava grávida de três meses, foi encontrada morta deitada em sua cama, inchada.

 Não havia nenhum sinal do que poderia ter causado sua morte. Os vizinhos relatam que a casa da mulher exalava um cheiro forte desde quinta-feira passada.

A Polícia Civil está investigando o caso.

 


Vereador é um dos cinco suspeitos de estuprar garota em festa, em Goiás

Postado em 14/12/2014 em 09:18 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Parlamentar disse na Câmara que acusações 'não têm fundo de verdade'.
Adolescente de 17 anos sofre com mudanças na rotina após denunciar caso.

 A Câmara Municipal de Indiara, no sul de Goiás, abriu uma comissão para acompanhar o inquérito da Polícia Civil que investiga uma denúncia de estupro coletivo na cidade. Uma adolescente de 17 anos afirma ter sido abusada sexualmente por cinco homens, dentre eles o vereador Jean de Castro (DEM), que é vice-presidente da Casa.

Na segunda-feira (17) o parlamentar afirmou na Câmara que as acusações “não têm nenhum fundo de verdade”. No texto de Jean de Castro, divulgado na Casa, ele afirma que no atual momento ainda não consegue provar que não tem participação no caso.

 “Tudo leva a crer que algumas poucas pessoas da sociedade, aliadas a grupo político adversário, alimentam as levianas acusações em busca de manchar a minha imagem e da minha família”, diz o texto.

Procurado pela reportagem, Jean de Castro não quis gravar entrevista. Os demais suspeitos são o irmão dele, Leandro de Castro, além de Luciano Maurício, Guilherme Rodrigues e Eder Souza. O advogado que representa os investigados também não quis dar declarações e afirmou que os clientes irão falar no momento oportuno.

Segundo a vítima, eles cometeram o crime no dia 9 deste mês durante uma festa na casa de Leandro, com quem ela tinha um relacionamento.

 Festa
A adolescente afirma que, enquanto mantinha relação sexual com um dos suspeitos em um dos quartos da residência onde ocorria a festa, os outros quatro homens entraram e a abusaram sexualmente.“Eles me m*****am, me bateu de chinelo, me deu tapa (sic)”, conta a jovem.

Ela crê que o estupro já tinha sido planejado pelos suspeitos porque eles falavam entre si sobre “seguir um esquema” durante o evento. A jovem relata ter sofrido mudanças drásticas na rotina após ter denunciado o caso.

“Eu não estou nem saindo de casa por causa disso, nem de dia eu estou saindo. Saio daqui só acompanhada com o Conselho [Tutelar]. Eu não estou fazendo mais nada do que costumava fazer”, conta.

Segundo o delegado Queops Barretos, exame de corpo de delito feito no Instituto Médico Legal (IML) constatou o estupro. Os suspeitos deverão ser ouvidos nesta semana, após o depoimento de testemunhas que estavam na festa. Também serão ouvidas amigas da vítima que a viram após o caso.

 


Charles Manson se casará na prisão com jovem de 26 anos

Postado em 14/12/2014 em 09:13 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 O guru-assassino Charles Manson, 80, que cumpre prisão perpétua por sete homicídios -- incluindo o da atriz Sharon Tate -- se casará em breve com uma jovem de 26 anos.

"Obteve licença de matrimônio", confirmou à AFP uma porta-voz do Departamento de Prisões da Califórnia (CDCR, en inglês). A data do casamento ainda não foi fixada.

O documento matrimonial entre Manson e sua noiva, Afton Elaine Burton, foi emitido no dia 7 de novembro, segundo o site do condado de Kings, onde se encontra o centro penitenciário estatal de Corcoran, a 300 km de Los Angeles.

A imprensa americana afirma que Burton, originária de Illinois, descobriu os ideais de seu futuro marido quando era adolescente e que sua admiração por Manson a levou a morar nas proximidades de Corcoran para poder visitá-lo.

A mulher, que se faz chamar de "Star" (estrela, em inglês), disse à rede de televisão CNN em agosto que já se sentia esposa de Manson.

Em entrevista à agência Associated Press, ela afirmou que acredita na inocência do marido e que esperar obter informações disponíveis apenas para parentes dos presos ao se tornar a "senhora Mason".

Este será o terceiro matrimônio de Manson, que já foi casado com Jean Willis, entre 1955 e 1958, e com Candy Stevens, entre 1959 e 1963.

Manson foi condenado à morte por liderar, em agosto de 1969, o assassinato de sete pessoas, entre elas Sharon Tate, que na época era mulher do diretor Roman Polanski e estava grávida de oito meses.

A condenação à morte foi comutada para prisão perpétua quando se aboliu a pena capital no Estado da Califórnia, em 1972.

 


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