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Divas Lolicon: Louise Francoise le Blanc de la Valliere

Postado em 28/8/2014 em 08:54 arquivado em pacotes - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

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Rei da cachaça é preso em MG acusado de estupro e tentativa de homicídio

Postado em 28/8/2014 em 01:10 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 O empresário Antônio Eustáquio Rodrigues, o Toni Rodrigues, 64, maior produtor de cachaça artesanal do país, e proprietário das marcas Seleta e Boazinha, foi preso nesta terça-feira (12), em Salinas (671 km de Belo Horizonte), suspeito de tentativa de homicídio, pedofilia e estupro de dois adolescentes.

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, Rodrigues está preso na delegacia de Montes Claros (426 km da capital). Ainda de acordo com a polícia, as vítimas de violência sexual são um menino de 14 anos e uma garota de 15, moradores da periferia de Salinas. A polícia diz acreditar que os abusos contra os adolescentes teriam começado quando ambos tinham 13 anos.

 Procurada pelo UOL, a assessoria de imprensa de Rodrigues informou que os advogados do empresário vão se manifestar por meio de uma nota ainda hoje.

A denúncia foi feita pela mãe do garoto ao Conselho Tutelar de Salinas. "Resolvi denunciar porque muitas pessoas têm medo dele aqui [em Salinas] já que ele é um homem poderoso. Mas não tenho medo, sinto-me aliviada", disse a mãe à polícia.

"Era comum ele distribuir celulares e dinheiro para as crianças do bairro", disse o menino aos conselheiros. Segundo o garoto, atos sexuais eram cometidos na casa do suspeito.

"Ele me disse que não tinha necessidade de contar para ninguém o que tinha acontecido, porque nós dois nos daríamos muito mal", afirmou o garoto.
Tentativa de homicídio

Ainda de acordo com a polícia, a tentativa de homicídio teria acontecido em 18 de julho deste ano. A vítima não foi identificada e a prisão foi decretada baseada em depoimentos de testemunhas, que disseram que o empresário espancou outro garoto e ameaçou atirar nele.

A empresa de Rodrigues é a maior produtora de cachaça artesanal do país, produzindo 1,5 milhão de litros da bebida por ano.

A Seleta possui, além da fábrica localizada em Salinas, um grande tonel para armazenamento de cachaça, uma engarrafadora, galpões próprios e emprega 150 pessoas.
Empresa diz que Rodrigues estava afastado

Em nota divulgada no início da tarde, a Seleta e Boazinha Indústria Comércio Importação e Exportação, que detém as marcas de cachaça de mesmo nome, disse que Rodrigues está afastado da direção da empresa desde 2006, por decisão do conselho administrativo do grupo, "em virtude de graves problemas de saúde".

O comunicado diz ainda que mesmo "diante dos problemas pessoais enfrentados pelo seu sócio-fundador, Antônio Eustáquio Rodrigues, [a empresa] continua a operar regularmente".

"A Seleta está confiante em uma instrução processual justa, coerente e dentro dos parâmetros da legalidade, na expectativa de que seu sócio-fundador preste todas as informações necessárias à elucidação dos fatos imputados à sua pessoa física", informa a nota.

 


Casamento infantil: Unicef acredita que 22 milhões de meninas menores de 18 anos estejam casadas

Postado em 26/8/2014 em 08:56 arquivado em pesquisa - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Reino Unido e Unicef discutiram em um evento o direito das meninas em todo o mundo

O casamento infantil e a mutilação genital são dois dos maiores problemas que meninas do mundo inteiro enfrentam. Nesta terça-feira (22), o Reino Unido e a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) discutiram em um encontro os direitos das crianças atingidas e buscaram formas para conscientizar as pessoas sobre essa triste realidade.

De acordo com os responsáveis pelo evento, uma a cada três meninas se casa com menos de 18 anos em países subdesenvolvidos. Algumas são entregues aos maridos com apenas oito anos.

Além dos abusos físicos, psicológicos, emocionais, financeiros e sexuais, muitas meninas têm a vida colocada em risco durante uma provável gravidez ou parto, já que seus corpos ainda não estão preparados para gerarem outra vida 

Todo tipo de união, formal ou informal, em que algum dos envolvidos tem menos de 18 anos é considerada casamento infantil. Apesar da prática ser uma realidade para ambos os sexos, as meninas são as mais afetadas.

Segundo a Unicef, cerca de um terço das mulheres com idade entre 20 e 24 anos se casaram quando eram crianças, nos países subdesenvolvidos.

A prática é mais comum em países do sul da Ásia e da África subsaariana, porém, meninas do mundo inteiro sofrem com as obrigações do matrimônio, não desejado em quase cem por cento dos casos, quando ainda não chegaram aos 18. Os dez países com maior incidência de caso estão nas regiões citadas

Apesar dos dados gerais dos países mostrarem que a idade média para o primeiro casamento está aumentando, essa realidade se restringe apenas para famílias com maior poder aquisitivo.

Enquanto 48% das mulheres com idade entre 45 e 49 anos se casaram antes dos 18, cerca de 35% entre 20 e 24 anos ainda vivem esse problema. Mesmo com a baixa geral nos números, a Unicef alerta para a existência do casamento infantil, que deveria ser proibido por ferir o direito das crianças 

As evidências mostram que a maioria das meninas que se casam abandonam a educação formal porque engravidam.

De acordo com a ONU, as mortes maternas relacionadas as dificuldades na gestação e no parto são as principais causas da morte de meninas entre 15 e 19 anos no mundo todo. Segundo a Unicef, 70 mil meninas nesta idade morrem em decorrência da falta de estrutura do corpo para gravidez e por serem forçadas a ter relações sexuais 

As chances de um bebê de uma menina com menos de 18 anos morrer em seu primeiro ano de vida é 60% maior do que um bebê de uma mãe maior da idade.

Ainda que sobreviva, a criança é mais propensa a sofrer com baixo peso, desnutrição e desenvolvimento físico e cognitivo tardio.

Crianças que vivem em casamentos infantis correm riscos diários de violência, abuso e exploração 

O casamento infantil resulta, muitas vezes, em separação da criança de seus familiares e amigos, além da falta de liberdade para participação de atividades comunitárias, prejudicando todo o futuro da criança e seu desenvolvimento como pessoa.

O bem-estar das meninas é afetado e muitas passam a viver como escravas de seus maridos 

De acordo com a Unicef, o casamento infantil está ligado à discriminação de gênero, incentivando a cultura que reprime mulheres e dá preferência à educação de meninos.

Mas o casamento é, para muitas famílias, uma estratégia para a sobrevivência econômica, seja para reduzir os gastos da casa ou ganhar dinheiro em cima da sexualidade das filhas

Além das consequências na formação das crianças casadas, muitas passam por graves problemas de saúde.

As meninas ficam mais vulneráveis às infecções genitais e doenças sexualmente transmissíveis, como o HIV. Elas não recebem tratamento médico adequado durante a gestação, o que pode comprometer seu corpo ou do bebê 

Depois do casamento infantil, as meninas são pressionadas para terem filhos, o que tira ainda mais sua autonomia, principalmente se o bebê for do sexo feminino.

Quanto mais novas são as noivas, mais novas serão as mães. De acordo com a Unicef, no Nepal, um terço das mulheres com idades entre 20 e 24 anos e que se casaram antes dos 15 já têm três ou mais filhos. 

Apesar de ainda apresentar números alarmantes, a prática do casamento infantil está em declínio. Em 2014, uma em cada quatro meninas já se casou ou ainda se casará antes dos 18 anos e na década de 80, a proporção era de uma a cada três.

De 1,1 bilhão de crianças do sexo feminino no mundo, 22 milhões estão casadas. De acordo com a ONU, 280 milhões de meninas correm o risco de serem entregues aos maridos só em 2014. A preocupante estimativa aponta que até 2050, o número seja de 320 milhões

 


Divorciadas aos 14: nigerianas vendidas para casamento se separam antes de chegar aos 15 anos

Postado em 26/8/2014 em 08:49 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Prática é comum principalmente no norte do país, de maioria islâmica

A Nigéria, um país de 170 milhões de habitantes, tem uma das maiores porcentagens de casamento infantil do mundo. Como confirmam estatísticas da ONU, uma a cada cinco meninas se casa antes dos 15 anos. Na Constituição nigeriana, a idade mínima para o consentimento e, consequentemente, o casamento, é de 18 anos. Porém, infelizmente o hábito do casamento infantil é extremamente comum.

Se o casamento infantil é comum, o divórcio também o é. Milhares de crianças forçadas a se casar ou fogem ou são rejeitadas por seus maridos. De acordo com o Daily Mail, este é o caso de Maimuna Abdullahi: aos 14, já era divorciada. Ela foi vendida por seus pais por 450 reais para se casar com Mahammadu Saidu, que tinha o dobro de sua idade

Maimuna sofreu maus tratos nas mãos do marido e, quando pôde, fugiu para a casa de seus pais — que desaprovaram seus atos. Após ser espancada por seu pai, foi obrigada a voltar para Saidu, que, furioso, também a atacou.

O rosto da menina ficou tão inchado que os médicos acharam que o marido teria deslocado sua mandíbula. Em seus braços e costas, ainda há as marcas da surra de seu pai.

Ela fugiu mais uma vez, para a casa de uma tia. Um ano após o casamento, seu marido declarou o divórcio. Saidu põe a culpa da separação em sua educação — para ele, ela era muito desobediente e “tinha muito ABCD”

Maimuna foi salva de um destino pior por Saadatu Aliyu, que transformou uma antiga casa em uma escola para meninas divorciadas. Na Escola Tattalli Free, que se mantém com doações particulares, cerca de 25 meninas se reúnem para ter, por exemplo, aulas de costura. Alguns bebês engatinham por perto, pois há meninas que chegam grávidas à escola.

“Ninguém sabe ao certo quantos milhares de meninas estão nesta condição”, diz Aliyu. “É por isso que há tantas prostitutas, algumas muito jovens, no norte do país”

Além disso, as meninas não possuem nenhuma educação sexual e não têm a menor ideia do que pode acontecer na cama. Maimuna diz que não foi avisada do que poderia acontecer, nem mesmo por suas amigas casadas

Maimuna cresceu em um subúrbio de Kaduna. Seu pai, Haruna Abdullahi, de 45 anos, é casado há 30. “É da nossa cultura dar as nossas meninas em casamento. Aos 12 anos, uma menina já pode ir para a casa de seu marido”, diz.

Sua esposa, Rabi Abdullahi, consente com a cabeça e pede permissão a seu marido permissão para falar. Ela também era criança quando se casou, mas não lembra quantos anos tinha. “É o nosso modo de vida. Na minha época, uma noiva nunca ousaria fugir”, diz

A tradição do casamento infantil é algo enraizado em regiões muito pobres. Essa é uma área em que a maioria das pessoas não tem água encanada, eletricidade ou banheiros dentro de casa, e as crianças têm apenas três ou quatro anos de estudos. Nestas condições, casar uma filha significa receber um dinheiro em troca da menina e ter uma boca a menos para alimentar.

Em 2012, quando Maimuna se casou, o dote pago foi de 450 reais, mais dinheiro do que Abdullahi já teve em toda a sua vida. Ela tinha 13 anos, e ele, 26.  Saidu diz que conhecia Maimuna desde pequena, e que esperou até que ela atingisse uma idade adequada para se casar. “Quando éramos crianças, eu lhe levava doces e lhe chamada ‘esposinha’. Nós estávamos predestinados a ficar juntos”, diz

A ligação entre o casamento infantil e a educação é clara. Apenas 2% das meninas casadas na Nigéria vão para a escola, em comparação com 69% das solteiras, de acordo com a ONU.

Elas são vítimas da crença de que garotas precisam se casar em vez se estudarem, visão de mundo que se tornou conhecida mundialmente após o Boko Haram sequestrar mais de 200 estudantes em uma escola em abril. O grupo extremista anunciou que as meninas seriam vendidas para casamento, e a maioria ainda está desaparecida

Na noite de 14 de abril, membros do grupo radical islâmico Boko Haram invadiram uma escola internato em Chibok, uma pequena cidade localizada no Estado de Borno, no noroeste da Nigéria. Eles chegaram com mais de 20 automóveis e as meninas que estavam no local foram obrigadas a entrar nos caminhões que seguiram caminho.

Mais de 200 jovens, a maioria entre 16 e 18 anos, foram sequestradas do local pelos homens armados e levadas em direção à floresta de Sambisa, uma mata densa e de difícil acesso

53 meninas conseguiram fugir dos sequestradores e outras 226 continuaram em poder dos radicais, segundo informações da polícia.

De acordo com o relato de uma das estudantes, as reféns mais jovens são vítimas de até 15 estupros por dia. A menor também afirmou que, devido a sua virgindade, ela foi entregue como esposa a um dos líderes da seita. Os sequestradores obrigaram as meninas a se converter ao islamismo e ameaçavam degolá-las se negassem fazer sexo ou não seguissem suas instruções

Em vídeo, o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, reivindicou o sequestro das estudantes e prometeu tratá-las como "escravas", "vendê-las" e "casá-las" à força.

"Eu sequestrei vossas meninas. Por Alá que as venderei no mercado", disse Shekau em um vídeo de 57 minutos obtido pela agência de notícias AFP.

Informações da imprensa afirmam que algumas das vítimas já haviam sido vendidas como esposas na fronteira com Chade e Camarões a preços irrisórios, cerca de R$ 26

O Boko Haram, grupo responsável pelo sequestro, fundado na década de 1990 na tentativa de defender o Estado islâmico puro na Nigéria, prega ideias islâmicas radicais e ortodoxas.

Em 2009, o então líder Yusuf foi assassinado por forças do governo nigeriano. A partir de então, o atual líder Abubakar Muhamad Shekau transformou o grupo extremista e violento. O nome Boko Haram significa "educação ocidental é um pecado" e o grupo promove, principalmente, ataques contra escolas

Os familiares das meninas sequestradas tomaram as ruas de Chibok e de outras cidades nigerianas exigindo algum pronunciamento do governo. As manifestações de repúdio pela ação do Boko Haram se intensificaram e muitos nigerianos que moram no exterior também saíram às ruas para protestar contra o sequestro

A situação das meninas chamou a atenção de personalidades e políticos de todo o mundo, que se envolveram em campanhas pedindo o resgate das jovens. Foram lançadas as campanhas "Bring Back Our Girls" (Traga de volta nossas garotas, em tradução) e "Real Men Don't Buy Girl" (Homens de verdade não compram meninas, em tradução), que buscam conscientizar o mundo sobre a situação no país.

O caso está sendo acompanhado em todo o mundo e várias personalidades como Michelle Obama e Malala se reuniram para protestar contra o sequestro



 


Deixa que eu te levo para casa

Postado em 25/8/2014 em 08:58 arquivado em contos - 1 Comentários - Incluir Comentário - Link

Conto enviado por Andressa via e-mail.

Meu nome é Andy, tenho 13 anos, adoro chocolate e dei pro meu professor de história.
Faz cerca de 3 meses, estava chovendo e eu tinha perdido o ônibus de volta, estava desesperada já que o próximo ainda demoraria muito a passar. Foi quando eu vi o carro do meu professor de história parar bem a minha frente.
-Hey, Andy, está tarde e chovendo, pode deixar que te levo para casa. -Eu dei graças a Deus e entrei correndo no banco do lado dele.
-Minha casa é...
-Vamos para o minha casa. Assim você pode trocar essa roupa molhada, eu te empresto algumas da minha filha. -Eu sorri e agradeci, já entendendo as intenções dele. O professor Mauro morava num apartamento. E ele não tinha filhos.
-Posso dormir aqui?- A gente já tinha chegado.
-E sua mãe?-ele perguntou de costas
-Viagem. -quando ele se virou o pau dele começou a crescer na hora em que me viu trajando uma camiseta dele. Uma camisa social que estava aberta e mostrava bem meus seios grandes. Ele lambeu os lábios. Me sentei no sofá a pus os pés no acento, com as pernas bem separadas.
-Hey você está sem calcinha.
-Posso ou não?
-Claro.-Ele sorriu e ficou bem a minha frente, eu escorreguei no sofá, levantei meus pés e comecei a esfregar o pau dele. Quando ele já estava duro o bastante a ponto de doer, eu me levantei e fui para o banheiro rindo. Meia hora depois ele estava na cama, porta entreaberta, entrei e sentei em cima dele que estava só de cueca e ele me beijou
-Professor... -ele segurou minhas duas mãos em cima da cabeça sem esforço, já que sou pequena e chupou meus peitos com força esfregando seu joelho na minha bucetinha.
-Está escorrendo e você quer fazer cú doce? Ele se ajoelhou na minha frente e enfiou todo seu pau na minha boca fazendo movimentos de vai e vem com força, indo até o fundo, e quando algumas partes do meu rosto já estavam vermelhas ele parou. Se sentou e me puxou, enfiando todo aquele pau grande e melado na minha entrada. No começo recusou, eu estava gritando de dor e amando aquilo, e ele meteu, meteu, meteu com força até que entrou tudo de uma vez e eu entendi o sentido de "arrombada" era o que eu estava naquele momento. Ele apertava meus peitos como se quisesse amassá-los e eu rebolava naquele pau delicioso. Quando ele fez menção de tirar o pau pra gozar eu quase gritei.
-S-sem chance, q-quero que g-goze dentro de mim. DENTRO, ENTENDEU?
Ele riu alto e quando eu cheguei ao meu terceiro orgasmo ele me encheu daquela porra gosmenta que eu achei incrível.
-Não me diga que está cansada, eu apenas comecei com você.


No outro dia, depois de duas transas matinais, ele me levou para casa e as 12:00 minha mãe chegou dizendo que iríamos nos mudar. Eu chorei muito, não queria me separar dele. Ela disse que iríamos morar com o novo marido dela e o marido dela tinha um filho de 20 anos. Eu achei que poderia me dar bem com ele
Naquela época eu não sabia quem era Gabriell.


Despertador de prazer

Postado em 25/8/2014 em 01:57 arquivado em contos - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

olá a todos. meu nome é Thaís, vou contar uma história que aconteceu comigo a alguns anos atrás.

Eu comecei a me masturbar sozinha com a ajuda do celular. fiquei sabendo de um aplicativo que fazia o celular tremer em diferentes velocidades. uma noite, vendo alguns sites "picantes" na internet, decidi criar coragem de baixar para testar.

Acabei ficando um pouco viciada nesse aplicativo. Quase toda noite eu colocava o celular para tremeu sobre a minha xaninha.

eu só parei com a chegada do meu primo em casa, ele morava sozinho com a minha tia. os dois viviam de alguel, não tinham casa própria, e como minha tia ficou doente, eles acabaram ficando sem lugar para morar. minha tia estava internada e meu primo veio morar em casa. minha mãe não gostava muito dele, pegava bastante no pé, alertando que ele já era de maior, tinha 19 anos e devia arrumar um emprego. eu fiquei animada, pois filha unica, nunca tive um irmão ou irmã para brincar comigo. Meu primo se chama Anderson. me lembro de ir na casa dele quando era menor, a gente brincava juntos e tudo. mas agora a situação e um pouco diferente.

no dia que ele chegou minha mãe ja foi me alertando. "agora nós temos um homem em casa, nada de ficar tomando banho de porta aberta". não entendi por que tamanha preocupação, ele era como um irmão pra mim e vice versa. dentre outros sermões que ela me deu eu aceitei e só balancei a cabeça confirmado.

Minha mãe sempre me acordava para ir a escola, só que ela me acordava cedo demais, pois ela trabalhava cedo. agora com meu primo em casa, ele passou a ficar responsável por me acordar. como ele não tinha um emprego, minha mãe colocou ele para cuidar da casa. lavar as coisas e tal.

Logicamente com visita em casa eu parei de usar meu aplicativo íntimo de todas as noites. consegui aguentar por mais ou menos 1 mês. mas uma bela noite me bateu a vontade de novo, era umas 11 horas da noite, levantei da cama, fui até a cozinha beber agua só para verificar se todos na casa estavam dormindo. meu primo roncava feito um porco na sala. minha mãe hibernava no quarto dela. então voltei para meu quarto, baixei de novo o aplicativo e comecei a me masturbar. acho que a preocupação de ser pega no flagra estava me deixando tensa demais, não estava conseguindo relaxar direito e aproveitar, demorei para atingir o orgasmo, ja nem lembro se estava acordada ou sonhando.

No dia seguinte acordei com a luz do sol batendo na minha cara... a porta semi-aberta...olhei o relógio e já era quase umas 10 horas da manhã. levantei no susto e desesperada porque perderia a aula na escola. ao levantar só escutei um barulho caindo no chão. era o celular. notei que minha calcinha tbm estava um pouco arriada. ou seja, eu caí no sono enquanto me masturbava. Entrei em desespero e vergonha ao mesmo tempo. Será que meu primo me viu assim? com certeza, pois e sempre ele que me acorda todo dia de manhã. mas por que ele não me acordou antes.

Fui me ajeitando, procurei meu primo pela casa e não achei. Toca o telefone. deve ser meu primo, pensei. quando atendo o telefone, era minha mãe, logicamente ela ficou brava por saber que eu não estava na escola naquela hora, eu disse que meu primo não me acordou. até me arrependi de ter dito isso.

Mesmo atrasada eu fui até a escola pegar os tempos finais da aula. Ao voltar para casa vi minha mãe dando um sermão no meu primo pelo fato de não ter me acordado na hora certa. Naquela mesma noite meu primo me chamou para conversar, ele me contou que ficou com vergonha de me acordar pois viu que eu estava quase nua. "fiquei com medo que sua mãe ou você pensasse besteira de mim". fiquei vermelha de vergonha...mas perguntei... "você me viu nua?"... ele so balançou a cabeça dizendo que sim.me virei de costa pra ele e só ouvi ele dizer baixinho "você estava linda". fui pro meu quarto e fechei a porta. então, quando já estou na cama pensando no dia agitado que foi, recebo uma mensagem de celular, era meu primo: "desculpa, eu assustei você?" - "não... tá tudo bem, não se preocupe", respondi. "thaís, quando eu fui acordar você, tinha algo escrito na sua calcinha, mas como ela estava enrolada não deu pra ler, era o que? fiquei curioso.rs". eu caí na gargalhada, acho que ele escutou minha risada do outro lado da porta. "ta escrito 'love', olha só". tirei a foto da minha calcinha e mostrei pra ele via celular. ficamos trocando mensagens picantes de celular por uns 30 minutos. a gente estava fazendo streap-tease via mensagem de texto ate que eu falei... "eu estou nua, aqui em baixo do lençol". entao ele perguntou "me mostra?" e eu respondi... "por que você não vem ver?"... e realmente eu estava nua em baixo das minhas cobertas... depois desta ultima mensagem, nenhuma outra veio, se passou uns 5 minutos que pareciam uma eternidade, já tinha até perdido as esperanças. acho que ele não teria coragem, quando eu escuto a porta do meu quarto abrindo bem lentamente, Anderson foi entrando bem devagar no meu quarto, ele tbm estava nu, deu para ver de relance, deitei de bruços sobre a coberta e fingi estar dormindo. a mão gelada dele foi passando sobre meu calcanhar, subindo pela coxa, chegando até minha bunda. ali ele ficou massageando por um tempo, e apreciando. "você tem uma bundinha linda". antes que eu pudesse agradecer o elogio eu senti a lingua dele entrando no meu ânus, isso mesmo, ele estava lambendo meu cu, sem nenhum nojinho. nossa, foi uma das melhores sensações da minha vida. ele me levou a loucura. na verdade, ele estava "lubrificando" para introduzir o pênis dele... quando ele cogitou penetrar eu recusei... "não não... por ae não... por favor". então ele disse... "calma, eu vou ser delicado com você... eu não posso meter na sua xana por que estou sem camisinha. não quero engravidar você.."... respondi ... "vai com calma"... e quando eu senti a cabeça do penis dele penetrar meu ânus eu contraí prendendo ainda mais ele, senti um pouco de dor sim, mas ele ja estava se soltando. quando me dei conta todo o pau dele estava dentro do meu cu. sabia que na hora eu fiquei orgulhosa? me senti uma vitoriosa de ter aguentado um anal, e ele não tinha o pinto pequeno não. conforme eu ia relaxando o sexo foi até melhorando, fiquei de quatro, empinei  a bundinha e já estava dando coices para trás, indo de encontro ao pênis dele. ele me puxou pelo cabelo com força, senti que ele ia gozar. dito e feito, ele puxou meu cabelo com tanta força e gozou dentro do meu cuzinho. senti aquele lente quente derramando sobre mim. fiquei exausta. depois de mais alguns sexos, dormimos abraçadinhos aquela noite.

nem preciso dizer que minha mãe odiou saber que a gente fez sexo né? um belo dia quando eu voltei da escola ela me disse que meu primo não ia morar mais com a gente e não queria me ver fazendo sexo com ele. eu tentei mentir dizendo que não tinha rolado nada entre nós, mas não adiantou. infelizmente naquele ano minha tia faleceu e meu primo foi morar com outros familiares fora do estado.


Mulher que queimou o próprio corpo para não se casar aos 11 anos conta os sofrimentos que ainda vive

Postado em 24/8/2014 em 04:26 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Há mais de 20 anos, a iraniana não se encontra com a família e acredita que seria perigoso

 A vida para Mashid Rezai, nascida no norte do Irã, não foi fácil e falar sobre isso é ainda mais difícil para ela.

Aos 11 anos, ela ateou fogo no próprio corpo na tentativa de evitar um casamento arranjado com um homem mais de 20 anos mais velho do que ela.

Agora, aos 36 anos, ela fugiu para Londres para escapar do pai, o homem mais violento que ela conheceu.

Em entrevista ao tabloide britânico Daily Mail, Mashid disse que tinha vergonha de mostrar suas cicatrizes diante da câmera fotográfica.

— As pessoas que deveriam me amar não me protegeram. Eles me causaram mágoas para o resto da vida.

Sua infância em uma aldeia remota no Irã foi relativamente feliz, embora ela e seus irmãos tenham sido aterrorizados pelo pai violento o tempo todo.

"Minha mãe era a quarta mulher do meu pai. Ele não teve filhos com as outras. Minha mãe contava que as outras três fugiram com medo dele", lembra. Ela conta também que lembra de uma vez em que teve os pés e as mãos amarradas com uma corda e que apanhou com um pedaço de madeira.

— Eles estavam com raiva de mim porque eu tinha ido até o portão de casa para assistir a um cortejo de casamento e eles não gostavam das famílias dos noivos.

Apesar da violência extrema, Mashid diz que era feliz e que gostava de brincar com seus irmãos e estudar. O lugar onde cresceu era "lindo" para ela. Mas Mashid tinha uma melhor amiga, a menina Zainab.

Como os pais trabalhavam no campo, Mashid era obrigada a assumir a maior parte das tarefas domésticas. Os deveres da cozinha ela repartia com a mãe. Porém, a paz da infância de Mashid acabou quando ela soube que sua amiga Zainab havia sido prometida para um homem muito mais velho.

 "Ela era muito bonita e alta", lembra Mashid, com a voz embargada e com lágrimas nos olhos. "Os homens notaram sua beleza". Desesperada para fugir do casamento, Zainab recorreu a uma medida extrema.

"Ela queimou o próprio corpo e morreu", conta.

Menos de um ano depois do suicídio de Zainab, o pai de Mashid disse que ela também tinha sido solicitada por um homem mais velho, apesar de ter apenas 11 anos. "Minha mãe veio até mim e me disse que, na tarde do dia seguinte, um homem viria pedir minha mão em casamento", conta.

"Quando perguntei quem era, ela me disse o nome e contou que ele vivia em nossa aldeia, era casado e tinha dois filhos. Eu tinha apenas 11 anos e ele tinha 35". 

Com lágrimas nos olhos, Mashid diz que, quando soube da notícia, ficou desesperada. "Eu falei para minha mãe que ele era casado e que eu tinha apenas 11 anos. Falei que eu sonhava em ser professora, porque eu amava meu professor, mas ela afirmou que eu iria me casar com aquele homem".

A menina foi atrás do professor, que lamentou não poder ajudar. Ela também tentou se esconder nas montanhas, mas ficou com medo de animais selvagens. Decidiu voltar para a aldeia e se escondeu em uma construção perto da casa onde morava. "Meus pais me encontraram e disseram que entendiam que eu aceitei o casamento porque voltei para a casa", explica.

— Eu ainda não conseguia acreditar que era realmente verdade, que isso ia acontecer. Mas quando eu vi a minha família preparando os alimentos, eu percebi que não tinha mais saída.

 Desesperada e com a imagem de Zainab na mente, Mashid correu para a cozinha, colocou parafina no corpo e ateou fogo.

"Eu estava em pânico", explica. "Eu só queria fugir, então, tentei me matar. Meu pai tinha muitas armas e eu até considerei usar alguma, mas eu escolhi o fogo porque eu ia seguir o exemplo da minha amiga".

— Eu derramei parafina na minha saia e acendi um fósforo. Minha saia pegou fogo e quando percebi a intensidade, me arrependi. Eu tentei apagar o fogo com as mãos, estava em pânico. Eu tentei sair, mas eu tinha trancado a porta e estava difícil abrir. Eu podia ver as chamas em meu rosto e no cabelo. Eu consegui escapar e um vizinho me viu e foi atrás de mim. Depois disso, não me lembro de mais nada.

Mashid passou os três meses seguintes em coma, no hospital, mas isso não foi suficiente para aplacar a ira de seu pai, que estava furioso porque acreditava que os planos da menina poderiam ferir a honra da família.

Quando acordou, ela sofria com a troca de curativos, mas mesmo com toda a dor, Mashid ainda foi espancada pelos pais, que estavam com raiva dela. Depois de deixar o hospital, ela foi rejeitada pelo marido, que dizia que agora ela estava “feia” e “suja”. O pai, frequentemente, dizia que preferia que ela tivesse morrido.

“Eu ouvia meu pai dizendo que queria me levar ao hospital para que eu tomasse uma injeção e morresse”, lembra.

Incapaz de suportar todos os problemas, Mashid, que tinha 13 anos na época, pegou dinheiro dos pais e fugiu para a capital Teerã e foi para um hospital. Um cirurgião plástico teve pena da menina e disse que ajudaria ela a sobreviver ali.

Agora, vivendo em Londres, Mashid ainda tem muitas cicatrizes, mas conta com a ajuda da Organização dos Direitos das Mulheres Iranianas e Curdas. Sua família, no entanto, permanece no Irã. Mashid não fala com eles há mais de 20 anos. “Era perigoso ficar no Irã com minha família”, lamenta.





 


Técnico em radiologia filmava mulheres e adolescentes trocando de roupa em Sorocaba

Postado em 23/8/2014 em 04:02 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Câmeras eram escondidas até nos ralos dos banheiros usados por pacientes

 O técnico em radiologia Manuel Ávila, de 50 anos, de Sorocaba, interior de São Paulo, é acusado de usar câmeras escondidas para filmar mulheres e adolescentes enquanto trocavam de roupa para os exames nas clínicas em que trabalhava.

Ele está preso desde sexta-feira (8). A ação do criminoso foi denunciada pela ex-mulher. As câmeras eram escondidas até nos ralos dos banheiros usados pelas pacientes para a troca de roupa.

Os vídeos e CDs com as imagens foram encontrados num porão com entrada secreta, na casa dele. De acordo com a delegada Ana Luíza Salomone, que investiga os crimes, o acusado fez as filmagens em todas as clínicas em que trabalhou nos últimos dez anos, em cidades como Sorocaba, Itapetininga, São Roque e São Paulo. Quando foi preso, ele atendia numa clínica de Barueri, na Grande São Paulo. Entre as vítimas, estão adolescentes e crianças.

Nascido em Lima, no Peru, o técnico está no Brasil há mais de vinte anos e também já trabalhou nas áreas de tomografia e ressonância magnética. Ávila alegou à polícia que as imagens foram feitas por outros funcionários e ele apenas as guardou. Ele foi levado para a cadeia pública de Pilar do Sul e terá pedida a prisão preventiva.

A delegada quer apurar se as imagens foram distribuídas ou fornecidas a redes de pedofilia. Os donos das clínicas onde ele trabalhou serão intimados para prestar depoimento.



 


Homem de 50 anos é preso por abusar de enteado de apenas 10

Postado em 22/8/2014 em 08:09 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um homem de 50 anos foi preso, na manhã desta quinta-feira, por policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) suspeito de abusar sexualmente do enteado, de apenas 10. Contra ele - que foi capturado no trabalho, no Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio - havia um mandado de prisão temporária.

A mãe do menor procurou a delegacia após seu filho contar sobre os abusos. Segundo a crianças, eles começaram há um ano. O menino foi ouvido por um policial que também é psicólogo e detalhou o que o padrasto vinha fazendo com ele.
 


musica lolicon 12 - malandragem

Postado em 22/8/2014 em 08:04 - 1 Comentários - Incluir Comentário - Link

Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Cansada com minhas meias três-quartos
Rezando baixo pelos cantos
Por ser uma menina má
Quem sabe o príncipe virou um chato
Que vive dando no meu saco
Quem sabe a vida é não sonhar

Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança e não conheço a verdade
Eu sou poeta e não aprendi a amar

Bobeira é não viver a realidade
E eu ainda tenho uma tarde inteira
Eu ando nas ruas, eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo pra cantar
 


Adolescente mata aula e é estuprada por jovem que conheceu pela internet

Postado em 21/8/2014 em 09:36 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Menor teria aceitado convite do suspeito para assistir filmes em sua casa

 Um jovem de 20 anos foi preso na última quarta-feira (6) suspeito de estuprar uma adolescente de 13 anos no bairro Prado, região oeste de Belo Horizonte. Segundo a PM (Polícia Militar), o suspeito teria conhecido a menor pela internet e convidado-a para ir até sua casa na tarde de ontem para assistirem filmes durante o horário em que ela deveria estar na escola.  

Diante do convite, a menor matou aula e o jovem a buscou por volta de 13h na porta da Escola Municipal Dom Orione, no bairro Ouro Preto, região da Pampulha. Eles se dirigiram até a casa do suspeito no bairro Prado, onde mantiveram relações sexuais. 

De acordo com relatos da adolescente à PM, o ato sexual foi realizado sem uso de camisinha e o jovem teria ido até uma farmácia para comprar uma pílula do dia seguinte para que a menor tomasse, evitando assim que ela ficasse grávida. 

 Entretanto, à noite a jovem começou a se queixar de dores e teria contado à mãe o que teria acontecido, que imediatamente acionou a PM. Ela foi encaminhada ao Hospital Odilon Behrens onde foi confirmado que ela manteve relações sexuais.  

Já o jovem alegou que não forçou a adolescente a nada e que ela teria consentido com a relação. Além disso, ele garantiu que não sabia que ela tinha 13 anos e que ela teria dito para ele que tinha 17 anos. A ocorrência foi encaminhada para a Central de Flagrantes da Polícia Civil. 


 


Exigência de camisinha derruba produção de filmes pornô na Califórnia

Postado em 20/8/2014 em 08:50 arquivado em pesquisa - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

A exigência de uso de camisinha em filmes adultos rodados em Los Angeles, em vigor desde novembro de 2012, derrubou a produção local deste gênero no ano passado, com perspectivas de que o fenômeno se repita neste ano, segundo porta-vozes da indústria.

Apenas 40 autorizações de filmagem na cidade foram concedidas em 2013, uma queda de mais de 90% em relação às 480 dadas em 2012, segundo números do órgão que concede as licenças, FilmLA, citados pelo jornal Los Angeles Times.

No primeiro semestre deste ano, as autorizações somaram apenas 20, segundo o jornal.

O correspondente em Los Angeles do serviço em espanhol da BBC, Jaime González, indicou que as produtoras estão mudando suas atividades para cidades mais ao sul na própria Califórnia, como San Diego, ou para outros Estados americanos, como o vizinho Nevada e a Flórida. Em alguns casos, para o Leste Europeu, onda há menos regulamentação.

A exigência, contida na chamada Medida B, abrange apenas o condado de Los Angeles. Legisladores estaduais estão discutindo a ampliação da lei para o resto da Califórnia.

A indústria diz que já requer exames de HIV dos atores e atrizes de filmes adultos e que isso é suficiente para conter o vírus. Ao mesmo tempo, aponta a baixa demanda por produções nas quais as estrelas usem preservativos. Muitos atores inclusive se recusam a usar a proteção.

A controvérsia envolvendo o gênero adulto reforça as incertezas da indústria do cinema na Califórnia, que vem perdendo investimentos para outros Estados americanos ou para países como o Reino Unido e o Canadá, que oferecem mais incentivos fiscais para a atividade.

Segundo um estudo da FilmLA, foram rodados na Califórnia apenas dois dos 25 filmes com orçamento maior de US$ 3,5 milhões que estrearam em 2013.

Isto significa uma drástica mudança em relação a 15 anos atrás, quando 16 dos 25 filmes de maior orçamento foram rodados neste Estado da costa oeste americana.


Manga - Try Love-ru (To Love-ru)

Postado em 19/8/2014 em 09:11 arquivado em Mangas - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

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Casal é preso após manter a filha pequena de ‘castigo’ em jaula por 3 semanas

Postado em 19/8/2014 em 08:55 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Os pais de uma menina de 7 anos foram presos após mantê-la de castigo presa dentro de uma jaula por 3 semanas, no quintal de casa, em Wyoming, nos Estados Unidos. Na sessão preliminar de julgamento, Jena Harman, mãe da pequena, e seu companheiro, Alexander Smith, foram acusados de maus-tratos e podem ser condenados até 20 anos de prisão cada um. As informações são do jornal The Mirror.

De acordo com a polícia, os pais da menina, cujo nome não foi divulgado, deixaram-na trancada numa pequena jaula feita de arame e madeira. Ela também usava uma espécie de “coleira”, amarrada a uma corrente de metal, para não correr o risco de escapar. A punição seria um castigo imposto à pequena. Os investigadores disseram ainda que ela tinha acesso a roupas, livros, uma escova de dentes e creme dental, e usava um balde como privada.

O abuso não parava aí. A filha do casal ainda era obrigada a dormir na gaiola, mesmo em dias de chuva, e só era alimentada uma vez ao dia. Ela também era vítima de espancamentos. Eventualmente, a garota podia entrar em casa para dormir no sofá e usar o banheiro.

Um dia, depois de o pai sair de casa, Jena resolveu libertar a filha, após 3 semanas de “castigo”. Eles foram presos dias depois, no último dia 24, após uma denúncia anônima. Smith contou à polícia que mantinha a filha num “cercadinho” porque ela “fazia constantemente coisas ruins”. A pena do casal deve ser anunciada nos próximos dias.

A criança está atualmente sob custódia do estado.
 


Vítimas relatam que foram submetidas a orgia por PMs na UPP do Jacarezinho

Postado em 18/8/2014 em 09:06 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Beltrame pediu expulsão sumária de envolvidos em estupro

Com os celulares em punho para iluminar o sombrio barraco na Rua Anexa, no Jacarezinho, os quatro policiais da UPP acusados de estuprar uma menor e duas mulheres, na madrugada de terça-feira, teriam submetido as vítimas, segundo depoimentos, a uma verdadeira sessão de orgia. Diante dos relatos, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, informou que irá solicitar a expulsão sumária dos PMs, que estão presos na Unidade Especial da Polícia Militar, em Benfica.

Na 25ª DP (Engenho Novo), que investiga o caso, as vítimas, que têm 16, 18 e 35 anos e não possuem antecedentes por consumo de drogas, contaram que os cerca de 30 minutos de terror na favela foram marcados por ordens para introdução de objetos nas partes íntimas, sexo oral em conjunto e ato sexual sem preservativo.

Uma das mulheres, a qual depoimento O DIA teve acesso, afirma que três dos quatro PMs presos participaram diretamente da suspeita de estupro. O quarto acusado teria ficado na porta do barraco, localizado próximo à linha do trem, dando, segundo a polícia, suporte e incentivo aos companheiros.

Foram detidos em flagrante Gabriel Machado Mantuano, Renato Ferreira Leite, Wellington de Cássio Costa Fonseca e Anderson Farias da Silva, apontado em depoimento como mais agressivo de todos. De acordo com uma das meninas, ele se intitulava o “Capeta”. Um dos suspeitos também usava touca ninja para não ser reconhecido.

Os quatro, reconhecidos pelas vítimas, irão responder pelo artigo 232 do Código Penal Militar (constranger mulher a conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça), além de abuso de autoridade. O PM Farias também foi indiciado pelo crime de roubo do celular de uma das mulheres. Outros dois suspeitos estão presos administrativamente no 3º BPM (Méier).

Em nota, Beltrame se desculpou com as vítimas, que não moram na comunidade, e parentes por causa de “um crime que causa repulsa”. Ele informou que acompanha de perto as investigações e que as circunstâncias das denúncias agravam ainda mais o caso. “Infelizmente, a polícia não está imune de admitir em seus quadros pessoas que vão trair a missão de servir e proteger”.

Violência sexual e covardia sob ameaça de morte

O drama relatado pelas três teve início na madrugada de terça-feira, na casa de uma amiga que mora próximo ao viaduto do Jacarezinho. Após tentarem resgatar sem sucesso a irmã da mais velha, que permanecia há pelo menos três dias na cracolândia da favela, elas decidiram então fazer uma visita à colega.

Quando assistiam a TV, um grupo de policiais obrigou, sob acusações de serem viciadas, as quatro, incluindo a dona da casa, e um outro homem, a entrar em um barraco, onde todos teriam sido agredidos. Em seguida, apenas as três foram conduzidas a um beco escuro, onde foram obrigadas a retirar as roupas sob ameaças de morte. Já nuas, elas teriam entrado em um outro barraco vazio.

Com os celulares ligados, três acusados mandaram as vítimas introduzir um isqueiro e uma caneta pilot nas partes íntimas. Duas meninas também teriam feito sexo oral em um mesmo policial. Por fim, após os atos, uma das vítimas também foi obrigada a fazer sexo oral sem camisinha. Substâncias similares a esperma foram recolhidas no local.

Corregedoria da PM abriu inquérito para apurar caso

A Corregedoria interna da PM determinou abertura de Inquérito Policial Militar (IPM) e de uma Comissão de Revisão Disciplinar para apurar o caso. O coronel Sydney Camargo, corregedor da corporação, informou que dois dos suspeitos presos ouvidos no IPM confessaram ter estado no local do crime. Um deles, inclusive, negou a participação direta no estupro.

O comando-geral da Polícia Militar também se manifestou por meio de nota. Segundo o comunicado, a corporação repudia o que classifica como “comportamento intolerável” dos policiais. Advogado de um dos suspeitos, Felipe da Silva Simão negou a acusação. “É mais uma ação do tráfico para desmoralizar a polícia. Hoje qualquer pessoa, por ordem do tráfico, presta depoimento contra o PM. Essa acusação de estupro é mentirosa”, afirmou.

Ao contrário do divulgado, nenhuma das vítimas é usuária de drogas

Ao contrário do que foi publicado na edição de quarta-feira, quando testemunhas do caso e policiais da UPP denunciaram à reportagem que as vítimas tinham envolvimento com o consumo de drogas, nenhuma das três possui passagem por este tipo de crime.

Na verdade, usuários de drogas que vivem próximo ao local da denúncia de estupro e que prestaram depoimento como testemunhas, contaram informalmente à equipe do DIA que todos os envolvidos seriam consumidores. Através do depoimento, faz-se esclarecer que apenas a amiga das vítimas, que não foi violentada, é que teria algum tipo de vício.


Vem aí o Miss Bumbum (e a obsessão pela bunda continua a mesma)

Postado em 18/8/2014 em 09:01 arquivado em dicas sobre sexo - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

De quantas bundas famosas você é capaz de lembrar? Ou melhor, de quantas pessoas que ficaram famosas no Brasil por causa da bunda? De cara, lembrei da Rita Cadillac, Gretchen, a Feiticeira e a Tiazinha, e Carla Perez na boquinha da garrafa. Essas são musas vintage. Agora, segunda década do ano 2000, a obsessão brasileira por bunda está mais escrachada. Depois das mulheres frutas, nomeadas pelo tamanho das suas bundas (morango, jaca, melancia), as miss bumbuns são tratadas como celebridades de primeira.

Esse é, no momento, o concurso de beleza mais badalado e falado do Brasil. Mais que o Miss Brasil. Há quatro anos, garotas exibem suas bundas malhadas, muito fortes (tendência do momento) para conseguir sucesso (e o dinheiro e os benefícios que vem com ele). As candidatas do concurso desse ano foram anunciadas ontem em clima de Oscar .

Ser Miss Bunbum pode ter garantir depois um lugar em algum reality show, como 'A Fazenda'. E a partir daí, bem, uma vida de “celebridade”, como a da famosa ex-vice do Miss Bumbum Andressa Urach, a moça que faz tudo pela fama.

A diferença das candidatas do Miss Bumbum das morenas do Tchan é que agora tudo é mais direto.

As moças da boquinha da garrafa tecnicamente faziam uma coreografia, eram bailarinas. Rita Cadilac e Gretchen, tecnicamente, cantavam e dançavam. Feiticeira e Tiazinha eram personagens. Miss Bumbum, não. Ela vai ser julgada por sua bunda. Ninguém vai nem perguntar que livro ela leu. Ela vai desfilar com trajes sumarios. Esse é o seu papel.

As minas do Miss Bumbum são, mais que tudo, representantes desse fenômeno antigo. Esse que faz com que o Brasil seja o país da bunda há mais de 50 anos (atenção, favor lembrar também das mulatas do Sargenteli).

Ter um bunda boa faz você receber admirção dos homens, vender produtos na televisão.

Mas o mais perigoso disso tudo é a tal da bunda brasileira para exportação. Exporta-se mulher para sexo. Gringos vão para o Brasil atrás dessas deusas do sexo que se manifestam em forma de bunda como se elas não tivessem cabeça nem coração e estivessem ali para serem usadas. A prostituição infantil é uma praga.

As moças do Miss Bumbum colaboram para que isso continue? Sim. Mas elas têm culpa? Não. São só produtos de uma cultura que mais que valorizar a bunda, valorize o corpo (e dane-se o resto!).

Vende-se bundas, usa-se bundas, patrulham-se bundas. E isso não tem cara de acabar tão cedo... A moda fitness, com a obsessão por agachamentos, está aí para provar.


Homem é preso acusado de abusar de menores na Baixada Fluminense

Postado em 17/8/2014 em 05:19 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Agentes da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) prenderam, nesta sexta-feira, um homem acusado de abusar sexualmente de menores. Segundo investigações da polícia, ele atraía estudantes de um colégio próximo à sua casa, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense e, após ganhar a confiança das menores, abusava sexualmente delas.

Ainda de acordo com a polícia, o preso teria levado meninas com idades entre 11 e 14 anos à prostituição em troca de dinheiro, comida, bebidas alcoólicas e cigarros. Contra ele consta um mandado de prisão temporária expedido pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de São João de Meriti.

O acusado foi detido em casa, no Parque José Bonifácio, e responderá por aliciar, violentar sexualmente, fornecer bebidas alcoólicas e cigarros e explorar sexualmente crianças e adolescentes.
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Mulher reencontra a mãe e descobre que está casada há 7 anos com o irmão

Postado em 16/8/2014 em 10:56 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Ao falar com a mãe em um programa de rádio, mulher descobriu que estava casada com o próprio irmão. Apesar disso, os dois decidiram continuar juntos

Um casal de São Paulo sofre um drama, após sete anos juntos, marido e mulher descobriram que são irmãos. Apesar disso, eles decidiram seguir em frente com a união. O caso foi noticiado esta semana pela Rádio Globo de São Paulo.

Adriana e Leandro - que não tiveram os nomes completos revelados - descobriram que são filhos da mesma mãe. Tudo começou quando Adriana, que não conhece a mãe biológica, decidiu participar do quadro "Anjo dos Encontros", que vai ao ar diariamente na rádio e que promove encontros de ouvintes com familiares que por algum motivo perderam contato.

Ao conversar com a mãe, Adriana descobriu que seu marido na verdade é seu irmão. A mulher contou que sofria agressões do marido, pai de Adriana e por isso acabou fugindo deixando a filha para trás, que na época tinha apenas um ano. Adriana perguntou a mãe se ela teve outros filhos e a resposta foi positiva.

"Sim, tive o Leandro, mas foi com outro homem, não era seu pai", respondeu a mulher. Nesse momento Adriana caiu em prantos. "Eu não acredito que você está me falando isso. Leandro é o meu marido", disse Adriana ao vivo.

Após confirmar o sobrenome do pai Adriana teve certeza de que se tratava do mesmo Leandro. A Rádio Globo revelou que Adriana já havia desconfiado que Leandro era seu irmão por conta de uma das certidões de nascimento que ele tem. Uma traz o nome da mãe, Maria, na outra apenas o nome do pai. O casal revelou que após a confirmação de que são irmãos, reuniu a família e contou a verdade. Eles contaram ainda que pretendem continuar juntos. Isso é possível porque eles apenas moram juntos e não oficializaram a união, já que o código Civil Brasileiro não permite o casamento entre irmãos. Eles são pais de uma menina de 6 anos.

 


DCAV prende responsável por ponto de exploração sexual de menores

Postado em 16/8/2014 em 10:52 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Mãe de jovem denunciou crime

Policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) prenderam em flagrante, nesta terça-feira, Marcos Vinicius Guimarães da Silva, responsável por um ponto de exploração sexual de menores. Ele foi capturado durante ação da especializada após a mãe de uma das jovens denunciar o caso à unidade.

De acordo com o delegado Marcelo Braga Maia, no local os policiais prenderam um homem e apreenderam uma menor de 17 anos por porte de droga para consumo próprio. Ainda segundo o delegado, o homem vai responder ainda por corrupção de menores.

Marcos Vinícius foi autuado pelo crime de favorecimento da prostituição e exploração sexual de vulnerável.

 


PMs de UPP acusados de estupro no Jacarezinho estão presos em Benfica

Postado em 16/8/2014 em 10:45 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Segundo advogado, todos são soldados e estão há três anos na corporação. Eles negam as acusações

Quatro PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela do Jacarezinho, acusados de estuprar duas adolescentes e uma jovem foram transferidos no fim da madrugada desta quarta-feira, da 25ª DP (Engenho Novo), onde estavam presos, para a Unidade Prisional da Polícia Militar (antigo Batalhão Especial Prisional), em Benfica. Outros dois estão presos administrativamente no 3º BPM (Méier). A defesa de um dos suspeitos negou a acusação dos crimes, que teria acontecido na terça-feira.

"Se trata de mais uma ação do tráfico de drogas para desmoralizar a polícia. A situação dos PMs no Rio é frágil, eles não têm acolhimento da sociedade. A população dessas comunidades é obrigada a falar mal do policial. Hoje qualquer pessoa chega por ordem do tráfico, pressionado, vem e presta depoimento contra o policial militar. O tráfico não é bobo. Conhece a legislação e as fragilidades da lei. Essa acusação de estupro é mentirosa", afirmou o advogado Felipe da Silva Simão, que defende um dos quatro PMs presos.

Ainda segundo o advogado, foram feitos quatro reconhecimentos dos 67 PMs da UPP Jacarezinho. Ele criticou o procedimento e disse que apenas no último as supostas vítimas apontaram os PMs suspeitos. Os quatro presos, segundo Felipe, são todos soldados e tem em média três anos na corporação. Felipe disse que uma equipe de seis PMs patrulhavam uma área que é ponto de consumo de drogas. Alguns usuários foram revistados, mas os agentes não se lembram de terem abordado as acusadoras.

Os quatro policiais acusados prestaram depoimento durante a noite e toda a madrugada. Eles foram encaminhados para exame de corpo de deito no Instituto Médico Legal (IML) e depois levados sob escolta para o BEP. Os outros dois PMs que participavam da guarnição foram presos preventivamente, apesar de não terem sido reconhecidos pelas supostas vítimas.

Os crimes dos quais os PMs são acusados teriam ocorrido perto da linha do trem, onde viciados se concentram para consumir a droga. Após a denúncia feita na 25ª DP ainda na madrugada de terça, todos os 67 PMs que estavam de plantão foram levados à delegacia.

Civil não descarta exame de DNA

De acordo com o delegado Niandro Ferreira, que instaurou inquérito, foi realizada perícia no local, e as mulheres, encaminhadas para exame de corpo de delito no IML. Somente o laudo poderá indicar se houve estupro, mas as primeiras informações davam conta que um dos policiais não havia usado preservativo. A Polícia Civil não descarta a possibilidade de fazer exame de DNA no esperma recolhido para comprovar a identificação do autor do ato.

Além do inquérito na 25ª DP, os PMs responderão a um procedimento na Corregedoria da corporação. Se comprovada a culpa, os militares serão expulsos, conforme afirmou, em nota, a assessoria da corporação. O comandante da UPP Jacarezinho, major Renato Senna, determinou que todos os policiais permanecessem na base, mesmo aqueles que já haviam cumprido seu horário de serviço para que pudessem ser levados à delegacia. A corporação mobilizou um ônibus para o transporte da tropa e muitos militares já estavam à paisana quando chegaram, pela manhã, para o reconhecimento.


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