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Dezenas de yazidis vendidas a combatentes do EI na Síria

Postado em 17/9/2014 em 09:39 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Dezenas de mulheres yazidis capturadas no Iraque pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI) foram obrigadas a se converter ao Islã e vendidas para ser casadas à força na Síria com combatentes deste grupo jihadista, informou uma ONG.

Por sua vez, em um artigo publicado no New York Times, o secretário americano de Estado, John Kerry, defendeu a formação de uma coalizão mundial para lutar contra o EI.

O EI, que semeia o terror nos territórios que controla no Iraque e na Síria, "dividiu entre seus combatentes 300 meninas e mulheres da comunidade yazidi que haviam sido sequestradas no Iraque nas últimas semanas", informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

"Entre estas 300 mulheres, ao menos 27 foram vendidas e casadas" com membros do EI nas províncias setentrionais de Aleppo e Raqa e na de Hasaka (nordeste), informa a ONG, que conta com uma rede de fontes civis, militares e médicas na Síria.

"Cada mulher foi vendida por 1.000 dólares, depois de ter sido convertida ao Islã", disse. Os yazidis são uma comunidade de língua curda não muçulmana. O OSDH não sabe se as demais mulheres foram vendidas e forçadas a se casar, mas garante que são consideradas prisioneiras de guerra.

Declarou que há três semanas dignitários árabes e curdos da província de Hasaka tentaram libertar estas mulheres oferecendo dinheiro aos jihadistas com a alegação de que queriam se casar com elas, mas o grupo extremista rejeitou sua oferta.

No dia 12 de agosto, o relator especial da ONU sobre a liberdade de religião e de crenças, Heiner Beilefeldt, disse que se tinha notícia de execuções e sequestros de centenas de mulheres e crianças pelo EI, e de casos de mulheres vendidas a combatentes deste grupo ultrarradical.

O EI segue uma versão do Islã denunciada pela maioria das correntes islamitas. Tanto na Síria quanto no Iraque multiplica as decapitações, os apedrejamentos ou inclusive as crucificações contra os que considera seus inimigos.

A partir de Istambul, um funcionário provincial informou neste sábado que o número de yazidis refugiados na Turquia devido ao avanço dos jihadistas era de 16.000 e pode aumentar ainda mais.

Kerry defende coalizão mundial contra EI
Em uma coluna no New York Times, Kerry pediu uma "resposta unitária liderada pelos Estados Unidos e pela coalizão de nações mais ampla possível" contra o EI, responsável pela decapitação do jornalista americano James Foley, entre outras.

Kerry declarou que tentará junto com o secretário de Defesa, Chuck Hagel, formar esta coalizão coincidindo com a cúpula da Otan prevista para os dias 4 e 5 de setembro. Posteriormente ambos viajarão ao Oriente Médio.

"Não permitiremos que o câncer do EI se estenda a outros países. O mundo pode enfrentar esta praga e no fim vencê-la", disse, afirmando que o EI tem objetivos genocidas.

O presidente americano, Barack Obama, admitiu nesta semana que seu país, que bombardeia os jihadistas no norte do Iraque, ainda não tem uma estratégia para lutar contra eles na Síria.

Mas Kerry afirmou que Obama apresentará um plano durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, cujo país assume a presidência em setembro.

O rei saudita, Abdullah, advertiu durante uma cúpula regional que, se as grandes potências agirem com negligência, os jihadistas "chegarão à Europa em um mês e no mês seguinte aos Estados Unidos".

Capacetes azuis atacados

Em terra, na Síria capacetes azuis filipinos enfrentaram neste sábado rebeldes sírios que os cercavam desde quinta-feira nas Colinas de Golã, fronteiriças com Israel, anunciou o governo filipino.

Um total de 72 capacetes azuis filipinos estavam bloqueados em duas posições por rebeldes, que exigiam que entregassem as armas. Foi possível tirar um dos dois grupos, mas o segundo "é atualmente alvo de um ataque", declarou o ministro filipino da Defesa, Voltaire Gazmin.

Em quase três anos e meio, a violência na Síria deixou 191.000 mortos, segundo a ONU, e fez com que mais da metade dos habitantes abandonassem suas casas.

 


Indiano se divorcia por "insaciável apetite sexual" de sua esposa

Postado em 17/9/2014 em 09:31 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um tribunal da cidade indiana de Mumbai concedeu o divórcio a um homem que alegou que sua esposa mostrava "um excessivo e insaciável apetite sexual", sem se importar com o quão esgotado estivesse, informam neste domingo meios de comunicação locais.

A juíza Laxmi Rao considerou em sua sentença que, com o não comparecimento da esposa no julgamento, ninguém contradisse as alegações do litigante, "por isso que o tribunal não tem outra opção do que aceitar a evidência e conceder o divórcio", segundo a agência local "PTI".

O marido explicou perante o tribunal todos os tipos de detalhes, como sua mulher o obrigava a praticar sexo e que, apesar de que trabalhar duro em três turnos diferentes e voltar para casa esgotado, a esposa pediu que ele a satisfizesse.

O homem relatou, entre outros exemplos, que em outubro de 2013 foi operado de apendicite e, embora estivesse se recuperando, ela o forçou a praticar sexo.

Segundo ele, seu comportamento "insistente, agressivo e obstinado" o levou a tomar a decisão que era impossível continuar vivendo com sua mulher sob o mesmo teto.

Na Índia, a religião majoritária é o hinduísmo (80,5%) e os casamentos arrumados são a prática mais habitual entre a população que professa esta fé, o que transforma o divórcio em uma afronta contra a família, por isso que não é muito frequente.


Após ter vídeo íntimo vazado, mulher perdoa namorado: 'sabe que errou'

Postado em 16/9/2014 em 09:44 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Moradora de Santos afirma que ficou sabendo do vazamento por amigas.
Após perdoar o rapaz, vítima retomou o relacionamento com ele.

Uma moradora de Santos, no litoral de São Paulo, surpreendeu amigos e familiares ao resolver perdoar e voltar a namorar um rapaz que divulgou na internet vídeos íntimos que mostravam ela praticando sexo oral com ele.

Segundo a auxiliar administrativa, que preferiu não se identificar, a decisão veio porque o rapaz se arrependeu da atitude. Mesmo após o constrangimento de ver o vídeo sendo compartilhado por milhares de pessoas nas redes sociais, ela decidiu aceitar o rapaz de volta. "Todos cometemos erros. Ele sabe que errou", afirma.

A vítima afirma que jamais esperou que o namorado pudesse divulgar o vídeo, mas conta que procurou entender a situação. "Ele estava namorando uma mulher muito bonita. Eu tenho 42 anos e ele tem apenas 25. Queria mostrar para os amigos e tudo mais. Ele achava que não iria dar em nada", diz.

O vídeo foi gravado há cerca de dois meses, pouco tempo após o casal começar o relacionamento. Ela explica que ainda tentou repreender o namorado. "Eu falava para ele: 'Para! Você é bobo? Não precisa disso!' Ainda cheguei a pensar que ele deletaria o vídeo", explica.

Dois dias após o vídeo, a auxiliar recebeu uma ligação de uma amiga, falando que as cenas estavam passando por vários grupos em uma rede social. Após receber a notícia, ela decidiu falar com o companheiro. "Ele falava que alguém pegou o celular dele e postou, que já havia apagado o vídeo, mas não adiantava. O que mais me deixou magoada foi ele me dizer, um dia antes, que tinha apagado o vídeo", afirma.

A vítima, que é mãe de três filhas, diz que pensou em se matar depois de que se deu conta do que aconteceu. "Queria sumir, pensava seriamente em tirar a minha vida. Olhava para as minhas filhas e pensava como seria a vida delas sem mãe. Foi nelas que ganhei força para continuar", diz.

Ela conta que pensou em processar o namorado, mas acabou desistindo. "Eu cheguei a ir na Delegacia da Mulher e procurar um advogado, mas decidi não levar esse caso mais para frente. Na verdade, o que eu quero é esquecer. Eu não fiz nada pois eu sinto algo por ele", revela.

Sobre reatar o namoro, a auxiliar explica que ficou em dúvida, mas crê que tomou a atitude certa. "Todos cometem erros. O importante é que eu gosto dele e, por isso, eu perdoei. Sei que são vidas diferentes, idades distantes, mas o fundamental é o amor que um sente pelo outro", finaliza.

 


Atrizes pornô japonesas deixam tocarem seus seios em campanha contra Aids

Postado em 16/9/2014 em 09:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Várias atrizes pornô japonesas contribuem neste fim de semana em Tóquio para uma campanha contra a Aids, deixando que os curiosos toquem seus seios em troca de uma pequena doação.

Na tarde deste domingo mais de 4.100 pessoas, segundo os organizadores, já haviam participado da campanha.

A campanha "Boob Aid" é transmitida ao vivo por um canal de televisão para adultos, e já permitiu arrecadar o equivalente a milhares de dólares destinados à campanha "Aids stop".

Desde sábado, as nove atrizes aparecem com suas camisetas levantadas para ter seus seios tocados por homens e mulheres que, em troca, fazem uma contribuição em dinheiro à campanha.

    "Nunca teria pensado que meus seios seriam úteis para a sociedade", declarou uma das atrizes, Rina Serina.

No valor de 1.000 ienes por pessoa (quase dez dólares), a campanha já permitiu arrecadar mais de 40.000 dólares.

    Campanha contra aids se tornou um sucesso absoluto de público no Japão.

 


Os prós e contras de namorar um cara mais velho

Postado em 16/9/2014 em 09:20 arquivado em dicas sobre sexo - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

o que há de bom e ruim em namorar um cara mais experiente do que você

Quem nunca se apaixonou por um garoto da mesma idade e teve uma desilusão daquelas? Na maioria das vezes, os meninos são mais imaturos, fazem brincadeirinhas sem graça o tempo todo e não compartilham das mesmas ideias. Por isso, é comum se apaixonar por aquele irmão da amiga, mais velho, experiente e que chama a atenção de todas as meninas do colégio. Porém, antes de se jogar na paquera, é preciso saber se você e o cara têm realmente gostos em comum, pois só o fato de ele ser mais velho não é o suficiente para garantir uma relação legal, sem brigas.

A estudante Karielly Bandeira, de 17 anos, teve que sofrer com a falta de apoio dos pais quando contou que namorava Giulliano, nove anos mais velho. Ela conheceu o namô no aniversário do pai de uma amiga, ele havia acabado de terminar um casamento e já tem uma filha de 3 anos. Os dois se apaixonaram de cara e estão juntos há seis meses. No início do namoro, o Giulliano foi até a casa dela conhecer a família e se explicar, mas não adiantou. “Meus pais não aceitam e pronto. Como eu insisto em continuar namorando, eles me castigam de todas as formas possíveis: estou proibida de sair, de ir a festas, a shows e até de viajar”, conta.

A história da estudante Letícia Martins, de 17 anos, é bem diferente. Ela começou a namorar aos 14 anos com o Thiago, que, naquela época, tinha 20. A família dos dois estranhou no começo, mas depois aceitou o romance, que durou três anos. “As famílias se conheciam e, às vezes, a gente saía todo mundo junto”, lembra a Lê.

Nesse caso, o problema rolou mesmo entre os dois. Com a convivência, as diferenças, em vez de ajudarem, começaram a atrapalhar. O casal já não se entendia como antes, os gostos não batiam, ele saía para as baladas e ela, por ter menos de 18 anos, ficava em casa sozinha. Foi questão de tempo até rolar uma traição.

E, infelizmente, não há receita para garantir um final feliz num relacionamento como esse. Mas para a psiquiatra da infância e adolescência Ivete Gattas, da Universidade Federal de São Paulo, há alguns sinais que devem ser observados. “É fundamental que haja respeito e diálogo entre os dois para a relação dar certo. Além disso, vale tentar perceber se o cara está realmente acreditando no romance tanto quanto você. Se você não participa da vida dele, se ainda não foi apresentada aos amigos ou à família, e se ele também não fez questão de conhecer a sua família e os seus amigos, é bom ficar atenta”, diz.

A dica é a seguinte: se o primeiro contato não for aquela maravilha, não insista. Mas também não desista. Dê tempo ao tempo. Não tente forçar nada e muito menos se revolte contra a atitude dos seus pais ou dos seus amigos. E se todas as pessoas que você ama continuarem dizendo que o cara não é legal, mesmo depois de ter a oportunidade de conviver com ele, aí é o caso de parar e pensar.

Fique esperta, ok, girl? ;)


Perfil fake de Gabriela Saraivah é usado para atrair crianças no Facebook

Postado em 15/9/2014 em 09:23 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Na quarta-feira da semana passada, dia 20, a tesoureira Fleurise Amorim, de Campina Grande, na Paraíba, decidiu acompanhar o que a filha de oito anos fazia enquanto usava a rede social. Foi então que percebeu que a menina conversava no bate-papo com um perfil com o nome de Gabriela Saraivah — o mesmo da atriz que interpreta a personagem Tati, da novela Chiquititas, do SBT. A divulgação da prática criminosa na internet chamou a atenção de milhares de pessoas no Facebook.

Fleurise estranhou e decidiu acompanhar de perto a conversa. O perfil — que utilizava até a imagem da atriz — parecia suspeito, já que não trazia quase nenhuma informação sobre o usuário. Foi quando a pessoa, se passando pela atriz, disse que estava fazendo uma seleção para atores mirins que poderiam participar das gravações do seriado e pediu para que a filha dela ligasse sua webcam e ficasse em pé. Imediatamente, a mãe interveio e disse que chamaria a polícia caso a pessoa não se identificasse. Desde então, Fleurise e a filha foram bloqueadas e não tiveram mais informações sobre a pessoa que tentava dar o golpe.

— Nesse dia eu estava doente e não fui trabalhar. Fiquei em casa com a minha filha e acompanhei, como sempre faço, as coisas que ela fazia no Facebook. Ela recebeu uma notificação de um amigo que tinha curtido esse perfil, achando que era da Gabriela Saraivah, e decidiu curtir também. Logo depois, a pessoa mandou uma mensagem pedindo para ela ligar a webcam e percebi que se tratava de um golpe — conta Fleurise, que ficou assustada com o que aconteceu.

Facebook

Depois do ocorrido, a mãe conseguiu denunciar o perfil como falso para a administração do Facebook, mas não conseguiu ter mais detalhes para registrar o caso na polícia. Ela, então, decidiu compartilhar o caso em seu perfil na rede social. Até a publicação dessa matéria, a história já havia sido compartilhada por mais de 40 mil pessoas. A repercussão do caso também pegou Fleurise de surpresa, já que a intenção dela era divulgar o golpe para um grupo de mães do qual ela faz parte.

— A repercussão me assustou um pouco. Muitas pessoas vieram falar comigo sobre o caso e não consegui responder todas. Eu fiz o que eu faço todos os dias e recomendo para todas as mães. Eu pego, diariamente, o notebook dela e confiro com quem ela conversou, o que ela curtiu. Converso sempre sobre o que pode e o que não pode fazer nas redes sociais. Ela sempre me pergunta antes de adicionar uma pessoa. Nesse dia, por acaso, ela viu a curtida de um amigo e decidiu fazer o mesmo. Ainda bem que eu estava em casa — revela a mãe.

De acordo com a assessoria de comunicação do SBT, Gabriela Saraivah não tem perfil oficial no Facebook. A mãe da atriz de Chiquititas administra as contas dela no Twitter e no Instagram. Qualquer perfil com o nome da artista no Facebook é falso.

A assessoria de imprensa do Facebook informou, por meio de nota, que coíbe fortemente “conteúdo de exploração sexual infantil”. Veja a nota completa:

“O Facebook coíbe fortemente qualquer conteúdo de exploração sexual infantil e mantém um canal específico para lidar com requisições policiais para atuar prontamente em casos dessa natureza. Além disso, o Facebook encoraja seus usuários a denunciar tais atos usando o link de denúncia ao lado da publicação ou dentro do perfil que esteja violando as regras da comunidade (mais informações podem ser encontradas em: https://www.facebook.com/help/189722821075378). A infraestrutura de denúncias inclui ainda uma equipe treinada que atua 24 horas por dia, 7 dias por semana, para analisar o conteúdo, priorizar as denúncias mais urgentes e encaminhá-las às autoridades policiais proativamente se necessário. Conteúdos de exploração sexual são sempre tratados como prioridade máxima.”
 


Vítimas conhecidas eram principais alvos de pedófilo que atraía crianças pelo WhatsApp e Facebook

Postado em 15/9/2014 em 09:15 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Preso nesta quarta-feira, o pedófilo suspeito de atrair crianças pelo WhatsApp e Facebook escolhia, preferencialmente, vítimas que já conhecia. José Raimundo Gomes, de 46 anos, foi capturado por policiais da 22ª DP (Penha) na favela Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré. A polícia acredita que o caminhoneiro tenha feito pelo menos 15 vítimas. Dessas, cinco já foram identificadas, e eram conhecidas do suspeito, que foi preso em flagrante com imagens de pornografia de crianças e adolescentes. Agora, a delegacia vai investigar detalhes dessa relação do suspeito com as vítimas para saber se ele chegou a encontrá-las e se manteve relações sexuais com elas.

Segundo o delegado Marcello Maia, da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente Vítima, 80% dos casos de pedofilia são praticados por parentes ou algum conhecido.

- Os pais precisam observar quem convive com seus filhos. Os pedófilos têm linguagem infantil, e assistem programação para crianças para dialogarem melhor - ensina.

O delegado titular da 22ª DP (Penha), Reginaldo Guilherme da Silva, afirma que para evitar esse tipo de situação, é necessário que os responsáveis tenham acesso às senhas das crianças e adolescentes nas redes sociais, para monitorar as conversas.

- É preciso fazer isso de forma habilidosa, para evitar conflitos. Mas essa vigilância é essencial - opina.

Numa das conversas com um garoto de 13 anos, pelo WhatsApp, o caminhoneiro pede que o menino lhe envie um vídeo dele se masturbando, como havi prometido. “Como VC quer?”, questiona o menino. No diálogo, José Raimundo conta ainda para o garoto que um amigo fez sexo oral nele, e questiona se o menino continua apagando as conversas de seu celular.

A polícia conseguiu chegar até o suspeito depois que a avó desse garoto descobriu que o neto estava sendo assediado. Ela continuou conversando com o suspeito, fingindo ser o menino, e marcou um encontro com ele. Nos diálogos, o caminhoneiro pede para que o interlocutor,que acreditava ser a criança, envie fotos de seu órgão sexual. O encontro aconteceria no início da tarde desta quarta-feira, mas José foi preso antes.

Na casa do suspeito foram apreendidos telefones, computadores, notebooks e mídias diversas, contendo fotografias e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo, inclusive entre crianças.
 


Mutilação feminina ainda atinge 90% das meninas em paises como Egito e Somália

Postado em 14/9/2014 em 12:27 arquivado em pesquisa - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Boletim da OMS mostra que a prática já contabiliza 125 milhões de vítimas que "devem ficar limpas e puras para o casamento"

Boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quinta-feira (2), mostra que a luta contra a mutilação genital feminina está obtendo poucos progressos.

Prática que já contabilizou 125 milhões de vítimas entre meninas e mulheres, a mutilação genital feminina é considerada um rito antigo em várias partes da África e do Oriente Médio. O corte é feito com lâminas ou facas, e quase sempre sem anestesia. Com a ação, a menina tem o clitoris removido inteira ou parcialmente.

Em países como Egito e Somália, mais de 90% das meninas são mutiladas. Muitas delas, antes mesmo de aprenderem a andar. O objetivo é as meninas e mulheres fiquem "limpas e puras" para o casamento.

Várias agências da ONU se juntaram à luta contra a mutilação genital incluindo, o Unicef e a OMS. Alguns países conseguiram reduzir os números de circuncisão feminina. No Quênia, o índice baixou de 38% em 1998 para 26% em 2008, entre meninas de 15 a 49 anos. Um progresso ainda maior foi alcançado na República Centro-Africana.

O Fundo das Nações Unidas para a População (Unfpa) afirma que até 2030, 86 milhões de meninas e mulheres entre 15 e 19 anos irão sofrer com a mutilação genital.

As ações para combater o problema receberam o reforço da Assembleia Geral. Em 2012, a casa aprovou uma resolução para aumentar os esforços de eliminação da prática.

Gritos de horror

A OMS destaca o exemplo da britânica de origem somali, Leyla Hussein. Ela foi mutilada aos sete anos de idade. "Eu tinha apenas sete anos quando fui cortada. A primeira coisa que ouvi foi a minha irmã gritando. Depois foi a minha vez. Quatro mulheres me seguraram enquanto eles cortaram meu clitóris. Eu sentia cada corte. A dor era tão intensa que eu desmaiei," afirmou Hussein

 


Sexo frágil? Meninas ainda enfrentam preconceito e cantadas nos games

Postado em 14/9/2014 em 12:27 arquivado em pesquisa - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

De acordo com a ESA (Entertainment Software Association), 48% dos jogadores nos Estados Unidos são mulheres. Em outras palavras, há uma grande chance de você já ter sido derrotado no “Call of Duty” ou no “League of Legends” por uma garota. Não há nada de errado com isso, mas mesmo assim elas ainda precisam lidar com o estigma de “sexo frágil” e situações constrangedoras que, por vezes, até tornam-se “engraçadas”.

 Flávia Teixeira, 27 anos, joga desde criança. Começou no Master System, apaixonou-se por “Tomb Raider” no caminho e hoje trabalha em uma loja de games em Bauru (SP).

“A maioria dos caras que vem à loja acha que eu tenho só um rosto bonito, mas quando começo a falar sobre um determinado jogo eles ficam muito surpresos. É a melhor parte”, diverte-se ela, que passa as horas de folga entre “GTA V”, “The Last of Us” e outros.

Provar a si própria parece fazer parte da rotina da mulher que joga videogame. Ainda mais online: “Se a menina é boa no jogo, muito boa mesmo, os meninos acabam desconfiando e acham que não é uma menina que está jogando”, conta Nivea Barros, 25, estudante de Psicologia. “[Os homens] ficam pedindo para ligar câmera, falar no microfone”.

 Nivea conta que, ao jogar “GTA V” online, já chegou a ser excluída da partida antes mesmo de começar a jogar, apenas por ser mulher. “No ‘Combat Arms’ tive que manter alto meu K/D [índice de performance que avalia os inimigos que você matou versus quantas vezes morreu], sendo que meu amigo é muito ruim e não tem esse problema”.

No “League of Legends”, conhecido pela grande quantidade de jogadores tóxicos, elas também enfrentam obstáculos extras: “Meu nome de usuário é meu próprio nome, então já fui muito xingada só porque era uma mulher. O negócio é não se estressar com isso e fazer mais ‘kill’ que ele, aí fica tudo certo”, diz Ana Paula Soares, 25, blogueira e estudante de Design de Interiores, que joga desde os sete anos e tem “Skyrim” como jogo favorito “de todos os tempos”.

Eventualmente, o preconceito nas partidas online dá lugar às cantadas. Cynthia Izquierdo, 16 anos, aprendeu a lidar com a questão de uma forma bastante simples: mantendo-se calada, ao menos na maior parte do tempo, para ocultar a identidade.

Quando solta a voz por algum motivo, a maioria das reações se desenrola de duas maneiras: “Existem aqueles que xingam porque perdem para uma garota e os mais desinibidos, que mandam aquelas cantadas de pedreiro”.

 Faltam mulheres nos jogos?

Em junho, na E3 2014, a costumeira avalanche de anúncios, trailers e novidades tomou conta do principal evento de games do planeta, em Los Angeles. Boa parte dos títulos exibidos tinha algo em comum: eram protagonizados por homens, o que pegou mal nas redes sociais e gerou justificativas duvidosas por parte das empresas do mercado.

 "Qualquer personagem que possui aparência, voz, mecânicas ou movimentação diferentes requer mais trabalho", explicou Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing, em entrevista à CBC. "Mas isso não é razão para deixar de fazer algo. Criamos diversos personagens diferentes, com muitos movimentos diferentes", tentou contemporizar.

“Quanto mais mulheres jogarem games, mais será possível criar um equilíbrio entre homens e mulheres nos games”, diz Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, também à CBC, aparentemente ignorando os dados da ESA que praticamente igualam os públicos masculino e feminino enquanto jogadores.

 Embora seja fã de “Uncharted”, especialmente por conta do protagonista Nathan Drake, Flávia opina:

“Dou preferência a jogos em que eu posso jogar com uma mulher. Mulheres são mais atentas aos detalhes, dão um ar mais charmoso ao jogo”.

“A maioria dos jogos tem o público masculino como foco, e meninas jogam ‘jogos de meninos’. Porém, se lançarem um jogo com características femininas dificilmente vamos ver um menino jogando. Acho que é assim que o desenvolvedor pensa: menina joga jogo de menino”, teoriza Nivea.

Segundo a Women in Games International, organização norte-americana que advoga a inclusão e o progresso das mulheres na indústria de jogos, há apenas algo entre 12% e 18% de mulheres entre os desenvolvedores de jogos, o que pode ajudar a explicar a predileção por protagonistas do sexo masculino.

Talvez ainda leve tempo até as mulheres serem tratadas como merecem nas partidas multiplayer. Até lá, Ana Paula tem a solução: “Acho que isso [preconceito e cantadas] acontece e sempre vai acontecer, e as mulheres precisam se defender e saber colocar os homens em seus devidos lugares”.

 


'Por amor', garota falsifica identidade para visitar namorado preso no RN

Postado em 14/9/2014 em 12:27 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Adolescente foi detida nesta quarta (27) na Penitenciária Estadual de Alcaçuz.
Sem o consentimento dos pais para ver o namorado, ela aumentou a idade.

"Fiz porque gosto dele. Foi por amor". A explicação é de uma adolescente de 17 anos que admitiu ter usado um documento de identidade falsificado para ver o namorado que cumpre pena na Penitenciária Estadual de Alcaçuz - maior unidade prisional do Rio Grande do Norte. Ela foi apreendida nesta quarta-feira (27) após a visita íntima. Segundo a direção, no RG que ela apresentou constava 21 anos. A idade mínima para poder entrar na unidade em dias de visita íntima é 18 anos.

De acordo com Ivo Freire, diretor de Alcaçuz, com o RG falso a adolescente conseguiu um atestado de bons antecedentes criminais e uma certidão de união estável - documentos exigidos para entrar na penitenciária. "Após a visita, no entanto, uma das agentes notou que a assinatura usada pela jovem era diferente da que estava no documento de identificação. Ela foi abordada e admitiu que tinha 17 anos", afirmou.

 O diretor contou que a adolescente explicou que estava com os documentos falsos porque não tem o consentimento dos pais para ver o companheiro, que está preso há dois anos por assalto à mão armada e abandono de incapaz. "Para que o juiz autorize uma pessoa menor de idade a visitar algum detento, é preciso que os pais concordem", ressaltou Freire. "Minha família não aceita. Fiz isso porque eu gosto dele. Ele é uma pessoa muito boa", disse a garota. A adolescente também afirmou ter feito outras três visitas ao namorado usando a identidade que ela apresentou.

A adolescente foi entregue aos cuidados da família. Já o namorado, o diretor afirmou que ele sofrerá sanções disciplinares por fazer com que a garota fosse até a unidade.


Homem é preso acusado de estuprar mulher na saída do BRT

Postado em 14/9/2014 em 12:27 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um homem suspeito de estuprar uma mulher de 22 anos na saída da estação do BRT de Curicica, em Jacarepaguá, Zona Oeste, foi preso nesta quarta-feira. Policiais da Delegacia de Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá prenderam o vigilante Alex Mendes Barbosa dos Santos, 22 anos, numa praça na Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

O crime aconteceu no dia 9 de agosto. Alex abordou uma vendedora de 20 anos, que tinha acabado de deixar a estação. Com uma arma, ele ameaçou a vítima e a levou para trás de um caminhão. Além de estuprar, ele roubou o celular da mulher que já foi recuperado.

Segundo a delegada titular Viviane Costa, Alex pode ter feito outras vítimas:

— Pela investigação, ficou comprovado que ele saía do trabalho, por volta das 23h, em Curicica, e que, no caminho para casa, em São João de Meriti, fazia essas vitimas. Estamos investigando para saber se há outras vitimas, até em São João de Meriti.

Contra Alex, havia mandado de prisão preventiva por estupro e roubo, expedido pela 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá.
 


Preso suspeito de pedofilia que atraía menores por Facebook e WhatsApp

Postado em 14/9/2014 em 02:31 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um suspeito de pedofilia foi preso, nesta quarta-feira, por policiais da 22ª DP (Penha). Segundo investigações, José Raimundo Gomes aliciava crianças e adolescentes por meio de redes sociais, como Facebook e WhatsApp. Os policiais já identificaram 15 vítimas do suspeito. A prisão ocorreu na Favela Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré.

Na casa de José foram apreendidos telefones, computadores, notebooks e mídias diversas, contendo fotografias e vídeos de crianças e adolescentes em cenas de sexo. De acordo com as investigações, o preso também recrutava jovens para produção de vídeos e fotos pornográficas. José Raimundo, segundo a delegacia, já respondia em liberdade desde 2010 pelo crime de aliciamento de crianças.
 


Homem tenta molestar mulher em trem da Supervia e cai na linha férrea

Postado em 14/9/2014 em 02:30 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um homem ficou ferido ao tentar fugir de agentes da Supervia que o flagraram tentando molestar uma mulher, dentro de um trem na estação de Madureira, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quinta-feira. Durante a fuga, Maciel C. da Silva, de 38 anos, caiu na linha férrea, e feriu-se na perna direita. Bombeiros foram acionados e levaram o rapaz para o Hospital Salgado Filho, no Méier.

A vítima, que vinha de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi encaminhada para a 29ª DP (Madureira) onde registrou a queixa. O acusado, que é morador de Austin, também na Baixada, ainda está internado, sob custódia, e deverá ser ouvido por policiais no próprio hospital. Segundo um agente do Grupamento de Polícia Ferroviária, que acompanhou a ocorrência, o caso foi registrado como importunação ofensiva.
 

Apesar de a Supervia informar que a ação não afetou o tráfego de trens, passageiros reclamam de atrasos de cerca de 20 minutos nos ramais.
 


Presas tiram fotos sensuais dentro de cadeia e postam imagens em rede social

Postado em 14/9/2014 em 02:14 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Chefe de cadeia no PR diz que celulares são frequentemente jogados para dentro do presídio por cima dos muros da prisão

Duas presas com idade média de 30 anos foram descobertas divulgando imagens de fotos sensuais clicadas dentro de suas próprias celas na Cadeia Pública de Guarapuava, no interior do Paraná. A informação foi confirmada por Altemir Antônio do Nascimento, chefe do presídio voltado apenas para prisões provisórias, onde atualmente 294 pessoas, entre homens e mulheres, estão encarcerados.

As dezenas de imagens, nas quais as detentas posam de lingerie e até sem sutiã, foram descobertas por meio de uma investigação interna encerrada no último mês de abril. Ela foi iniciada após denúncias feitas em janeiro de que as imagens estavam sendo clicadas da cadeia.

"Tínhamos a desconfiança. Assim, passamos a monitorar as possíveis culpadas, criamos uma página no Facebook, as adicionamos e elas caíram na armadilha", recorda Nascimento. "Recuperamos o celular e aplicamos sanção de falta grave, o que as impediu de receberem alimentos e visitas ao longo de 30 dias, como diz a Lei de Execução Penal. Elas também foram marcadas por mau comportamento, o que deve prejudicá-las para na progressão do regime."

As duas mulheres foram presas por tráfico de drogas e dividiam a mesma cela, na qual mantinham o celular que compartilhavam. Segundo o chefe da cadeia, apesar da proibição de telefones móveis, a entrada desses aparelhos é frequente no local: somente de janeiro a julho, 77 celulares enviados para presos foram encontrados por funcionários antes de eles serem entregues a seus destinatários.

"A cadeia fica em um lugar central, então as pessoas de fora os arremessam para dentro do pátio, por cima do muro mesmo", conta ele, que vê graça no motivo pelo qualque levou as jovens a divulgaram imagens que as prejudicariam. "Elas declararam que foi uma atitude impensada. Achavam que não ia acarretar em nada e as postaram para se exibir."

 


Casal estupra menor de idade diversas vezes em tentativa de fazê-la engravidar para que ficasse com bebê

Postado em 13/9/2014 em 08:24 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Um casal de Alabama, que queria um bebê, estuprou repetidamente uma menor, na esperança de ela engravidar e lhes dar a criança.

Jeremy Swann, de 29 anos, e sua esposa, Amanda Swann, de 28, ambos da comunidade Jones na zona rural do Condado de Dallas, foram acusados de estupro.

A mãe do homem também foi acusada de contribuir para a delinquência de um menor, por supostamente saber o que estava acontecendo e não intervir.

Registros do tribunal mostram que Amanda Swann tentou falar com a menina, mentalmente incapacitada, para ter relações íntimas com Jeremy Swann, para que ela pudesse engravidar e ter um filho para eles.

Jeremy Swann, de 29 anos, e sua esposa Amanda Swann, de 28, foram acusados de estuprar menina menor de idade em tentativa de engravidá-la para ficarem com bebê.

Mais tarde, ela viu quando o homem agrediu repetidamente a menina, de acordo com uma declaração de um investigador. A menina gritou durante os atos, que ocorreram ao longo do mês passado, e pelo menos uma vez o homem a amordaçou com uma bola para mantê-la quieta.

Amanda Swann fez nada “porque ela queria (que a vítima) tivesse um bebê para ela”, disse o documento no tribunal.

A mulher assistia à menina ir para o banheiro depois de cada ataque, de acordo com o documento. A menina, cuja idade não foi divulgada nos documentos judiciais, nunca engravidou.

A mãe de Jeremy Swann, de 57 anos de idade, Dianna Swann, vive com o casal e estava presente quando os ataques ocorreram, mas não tentou ajudar a menina.

 


Mulher é presa acusada de abusar do filho de 9 anos do companheiro

Postado em 12/9/2014 em 09:46 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Após uma semana de investigações, agentes da Coordenadoria de Informações e de Inteligência Policiais da Polícia Civil (CINPOL) localizaram e prenderam, nesta terça-feira, uma mulher, de 29 anos, no Parque União. Contra ela havia mandado de prisão expedido pela 16° Vara Criminal, por ter abusado sexualmente de um menor, em 2011. Ela é acusada de abusar do filho de seu companheiro, na época com 9 anos, enquanto o pai da criança estava no trabalho. O crime ocorreu na casa do pai da vítima, na Tijuca.
 


Menina de 9 anos mata instrutor de tiro ao usar submetralhadora Uzi

Postado em 12/9/2014 em 09:46 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

TUCSON, Estados Unidos - Uma garota de nove anos acidentalmente matou seu instrutor em um stand de tiro com uma submetralhadora de fabricação israelense Uzi, quando o forte coice da arma fez a menina perder o controle do alvo, afirmou a polícia nesta terça-feira.

Charles Vacca, de 39 anos, estava ao lado da menina no stand de tiro Last Stop em White Hills, perto da divisa com o Estado de Nevada, nos Estados Unidos, na manhã da última segunda-feira, ensinando a criança a operar a arma automática.

Quando ela apertou o gatilho, o coice provocado pelo disparo forçou-a a elevar a arma, e Vacca foi alvejado na cabeça, de acordo com um comunicado da Delegacia do Condado de Mohave.

Vacca foi levado de helicóptero para Las Vegas, onde foi declarado morto. Um porta voz do departamento de polícia disse não saber quantas vezes Vacca foi alvejado ou o modelo da Uzi que era utilizado pela garota.

Alguns modelos são capazes de emitir 1700 tiros por minuto, ou 30 tiros por segundo, de acordo com o website da fabricante.

A garota, que não foi identificada pela polícia, estava no stand de tiro acompanhada de seus pais.

O Last Stop, um complexo que inclui um restaurante, bar e camping para trailers, tem um programa "Burgers and Bullets" (Hambúrgueres e balas) que oferece a seus clientes um almoço com visita ao stand de tiro, onde podem escolher entre mais de 20 armas automáticas para atirar, de acordo com o website.
 


Criança transgênero é autorizada a usar banheiro feminino em escola

Postado em 11/9/2014 em 09:10 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 Uma escola da cidade de Gold Coast, na Austrália, aceitou mudar as regras para ajudar na adaptação de uma aluna transgênero de seis anos em seu dia a dia na instituição de ensino.

Segundo informações do portal do tabloide britânico "Daily Mail", a estudante Skyler Burns foi autorizada a utilizar os banheiros femininos da escola e uma sala de aula separada é usada sempre que ela precisa trocar de roupa, evitando assim perguntas desnecessárias dos colegas.

De acordo com os pais da criança, a instituição de ensino tem demonstrado apoio constante e concordou em utilizar o nome preferido da aluna, Skyler.

Inclusive, a família de Skyler e os donos da escola estão considerando, junto ao conselho de educação, adicionar a opção "gênero preferido" nos formulários de inscrição. Com a mudança, o nome escolhido pela criança poderá aparecer nos futuros boletins.

A aluna, que antes usava o nome Seth, foi diagnosticada com transtorno de identidade de gênero. Em uma das avaliações, o médico Stephen Strathis, do Royal Childrens' Hospital Brisbane, fez uma série de perguntas para a criança. Quando perguntada sobre qual era sua cor favorita, ela respondeu que era rosa. Em relação aos brinquedos favoritos, uma casa de bonecas e um hipopótamo cor de rosa foram destacados por Skyler. Já quando foi questionada se preferia ser um menino ou menina respondeu: "eu sou uma menina".

 Desde os dois anos de idade, a criança já demonstrava interesse por produtos ditos femininos, como bonecas, tiaras e vestidos.

O doutor Strathis chegou a enviar uma carta para a escola explicando o caso de Skyler e sugerindo que para o melhor interesse da criança "ela deveria ser tratada como uma mulher na escola."

"O choro parou e agora ela usa vestidos e é uma criança tão feliz", disse o pai Brett Burns.

Se o desejo de ser menina de Skyler persistir, os pais vão lhe dar a opção de um tratamento hormonal para evitar e/ou amenizar as transformações masculinas da puberdade.

 


'Não sou um caso isolado', diz aluna vítima de estupro em festa da USP

Postado em 11/9/2014 em 09:00 arquivado em aconteceu de verdade - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

Polícia vai indiciar suspeito de ter abusado de jovem em abril de 2011.
Hoje, ela atua em coletivo que defende os direitos das mulheres na USP.


 A estudante de medicina da Universidade de São Paulo que denunciou ter sido vítima de crime de estupro durante uma festa de estudantes em abril de 2011 afirma que não é um caso isolado nem dentro da universidade nem dentro da Faculdade de Medicina da USP. Ela afirma ainda que não recebeu apoio nem acolhimento. "Eu sou mais um dos casos. Tenho colegas aqui dentro da faculdade que foram estupradas e nunca chegaram a denunciar. A gente não tem vias para denunciar, não existe apoio, não existe acolhimento. Aqui na Faculdade de Medicina acontece, acontece em outras partes do campus, com certeza não sou um caso isolado", disse ao G1 a estudante, hoje com 23 anos.

Ouça acima trechos do depoimento da aluna. A voz foi modificada para não permitir a identificação da vítima.

Apesar de o inquérito ainda não ter sido concluído mais de três anos após o crime, a delegada que cuida do caso, Celi Carlota, da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo, afirmou já ter elementos suficientes para indiciar o suspeito pelo crime de estupro. O caso aconteceu em uma festa chamada "Carecas do Bosque" na noite do dia 2 de abril de 2011. De acordo com a delegada, o suspeito é um homem que trabalhava com manutenção de ar condicionado no prédio da faculdade. Ele foi ouvido durante o inquérito e negou o crime.

 A vítima era caloura na época. Ela explicou que, depois de beber demais, foi deixada por um amigo dormindo em um recinto privado no espaço da festa chamado "cafofo", para onde organizadores das festas levavam mulheres. Quando o amigo retornou, um homem foi flagrado de calças abaixadas mantendo relações com ela. O suspeito chegou a apanhar de um estudante de medicina e foi agarrado por um segurança da festa, mas acabou sendo liberado e nunca foi preso.

Segundo a jovem, depois do que aconteceu com ela, os organizadores dos eventos fizeram algumas mudanças para evitar novos casos de estupro, mas que elas já deixaram de ser implementadas. "Na época, quando aconteceu, acho que fizeram mudanças, tiraram os 'cafofos', pararam de levar prostitutas, mas depois retornou tudo a mesma coisa", contou a jovem, que cursa o quarto ano do curso de graduação em medicina.

 Procurada pelo G1, a atual diretoria da Associação Atlética Acadêmica Oswaldo Cruz afirmou na noite desta quinta-feira  (21) que, no momento, não tem nada a declarar sobre o caso e que atualmente está discutindo o assunto com seus advogados.

Em nota, a Faculdade de Medicina da USP diz que "nenhuma comunicação foi feita pela vítima à Diretoria ou à Comissão de Graduação da Faculdade na época. A referida aluna procurou o Grapal (centro que fornece atendimento psicológico e psiquiátrico aos estudantes sempre que eles necessitam) que, por questões éticas, não pode relatar os casos tratados às instâncias superiores da Instituição." A faculdade afirmou que vai dar apoio jurídico e psicossocial à estudante. Também está em implantação um Centro de Acolhimento, onde os alunos poderão registrar suas denúncias e receber o apoio da Instituição.

Busca por testemunhas
A estudante diz que registrou o boletim de ocorrência de estupro e passou seis meses tentando falar com as pessoas envolvidas para pedir que elas testemunhassem, mas a maioria dava respostas vagas e dizia para ela que seria difícil comprovar o crime.

Os próprios advogados a desencorajaram. Ela só decidiu retomar a pressão pela investigação em 2013, quando um caso de tentativa de estupro de uma outra aluna da medicina  inspirou a mobilização das mulheres da faculdade e a fundação do Coletivo Feminista Geni, que hoje se reúne duas vezes ao mês e participa de reuniões com diversas comissões para abordar a questão da violência dentro da USP.

Leia a seguir o relato da estudante sobre o caso:

 Inconsciente na barraca
"Eu estava ficando com um dos meninos, entrei na tenda com ele. Eu estava muito mal, e ele me deixou lá dormindo. E eu fiquei lá. Me lembro que estava ficando com ele, a gente entrou na barraca, ele me deixou lá dormindo e aí não tenho mais memória. Só fui tomar consciência quando já estava no Pronto-Socorro do HC [Hospital das Clínicas].

Estava em uma sala de atendimento junto com uma médica, uma diretora da Atlética e uma [estudante] externa, ela era interna na época. Foi quando eu tomei consciência e a diretora da Atlética falou que achava que eu tinha sido abusada. Eu falei 'imagina, não aconteceu nada'.

A médica perguntou se eu não queria ser examinada e eu falei: 'por que eu deveria ser examinada, se não aconteceu nada?'. Aí eu saí da sala, fiquei um pouco no hospital. Ainda estava um pouco embriagada. Me deram alguma coisa para comer, me levaram para a casa de um menino da Atlética, e aí ele começou a conversar comigo, falou que mesmo achando que não tinha acontecido nada era bom eu voltar para o hospital para tomar terapia antiretroviral só por precaução."

 Quando recebeu a informação
"Só fiquei sabendo na consulta com o infectologista, quando o menino contou o que tinha acontecido na frente do infectologista. Que eu estava desacordava e que encontraram o cara em cima de mim e ele tinha, tipo, transado comigo sem camisinha. Fiquei totalmente perturbada, comecei a chorar compulsivamente, queria entender o que tinha acontecido.

Perguntaram para o menino, mas ele disse que ele não estava lá, que não sabia, que eu teria que perguntar para a outra pessoa que estava lá, que era o menino que realmente tinha me achado. E aí eu fiz exame de sangue, fiz a sorologia, fiquei no hospital um tempão, fiz a terapia antiretroviral."

Investigação lenta
"Durante seis meses fui muito atrás das testemunhas. Conversava com as pessoas que estavam envolvidas, perguntava para elas se poderiam depor, e sentia que elas eram muito recuadas, que sempre reforçavam que eu não ia conseguir provar, que eu tinha que desencanar, que eu precisava tocar a minha vida.

Fui desistindo, fui conversar com os advogados que estavam me acompanhando na época e eles mesmos falavam que os depoimentos que tinham até então estavam muito leves, inclusive cheguei a perguntar se a testemunha principal tinha ido depor e eles falaram que sim, o que não era verdade porque ele só foi fazer o depoimento neste ano. Eles falaram que mesmo com o depoimento dessa testemunha principal estava tudo muito incerto, que era melhor eu deixar pra lá. E aí eu deixei."

Caso retomado e justiça
"Recentemente, depois que aconteceu essa retomada desse outro caso de assédio que veio a público [o de 2013, que motivou a fundação do Coletivo Feminista Geni], foi tudo meio acontecendo por acaso. Encontrei a testemunha principal na rua, ele veio falar comigo, veio falar que tinha sido chamado para depor recentemente, e eu fiquei super surpresa porque para mim ele já tinha ido depor. Depois de três anos, ele que é a testemunha principal não foi depor, então o caso não teve andamento nenhum.

Aí que comecei a entrar em contato com uma advogada que é muito de confiança, e ela começou a acompanhar mais o caso. Acho que [o indiciamento do suspeito] é o que tinha que acontecer mesmo, porque não dá pra ficar impune assim, entendeu? Para mim é muito importante que a justiça seja feita."

Terapia para lidar com a violência
"Acho que eu tive uma condição em que tive muito apoio da minha família para denunciar, acho que eu já tinha uma certa consciência do que tinha acontecido comigo. Muitas vezes as mulheres sofrem assédio e nem acham que sofreram assédio, só vão se dar conta depois, e aí já não têm mais coragem de denunciar.

Comigo também não foi fácil, fui muito desencorajada no começo por uma série de circunstâncias e só consegui retomar isso três anos depois, depois de muita terapia, e muita elaboração em torno disso. Com certeza é muito difícil para as mulheres procurarem acolhimento e justiça. Existe um processo todo de negação que é bem complicado. E ainda sem acolhimento nenhum, sem mecanismo nenhum, fica muito difícil."

Inspiração para outras mulheres
"Estou sentindo uma repercussão boa, principalmente das pessoas próximas, que convivem comigo. Estou recebendo muitas mensagens de apoio, dizendo 'a gente está aqui para te apoiar'. Espero que as meninas comecem a denunciar para acabar esse tipo de violência."

 


mangá lolicon: Bleach - Uncertain Sister

Postado em 10/9/2014 em 08:31 arquivado em Mangas - 0 Comentários - Incluir Comentário - Link

 

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